Cerca de 4,1 milhões de crianças a partir de 1 ano e menores de 5 anos ainda não foram vacinadas contra sarampo e poliomielite. A campanha do governo federal termina na próxima sexta-feira (31) e tem o objetivo de alcançar pelo menos 95% das 11,2 milhões de crianças brasileiras dessa faixa etária.
Sem a devida cobertura, o Brasil pode voltar a ter casos tanto de sarampo quanto de poliomielite, a paralisia infantil. Mesmo as crianças que já foram vacinadas em outro momento da vida devem receber doses de reforço nos postos de saúde.
Contra a poliomielite, a administração é oral, em gotinhas; para o sarampo, a prevenção vem na forma da tríplice viral injetável, independentemente de a criança já ter sido vacinada ou não.
Por que vacinar?
Há quase 30 anos o Brasil não tem casos de poliomielite. Quanto ao sarampo, o País enfrenta atualmente uma epidemia na qual já foram confirmados mais de 1 mil casos. Apesar de o País ter conseguido erradicar as doenças, os agentes infecciosos continuam em circulação em algumas partes do mundo. Com a constante circulação também das pessoas entre os países e continentes, a infecção pode ocorrer com qualquer pessoa desprotegida.
O vírus causador do sarampo no Brasil, por exemplo, é o mesmo que circula na Venezuela. A poliomielite desapareceu nos anos 1990, mas o País inteiro está com baixa cobertura vacinal. Ou seja: as pessoas estão novamente em risco. Então, não tem outro jeito: a vacina é a única forma de controlar e eliminar as doenças e não permitir que elas voltem a colocar em risco a saúde das crianças.
Maior e menor cobertura
O destaque na adesão à campanha vai para a população do Amapá, onde 90,33% do público já foi vacinado contra pólio e 90,14% contra sarampo. Em segundo lugar, aparece Rondônia (89,86% contra pólio e 88,44% contra sarampo). Por outro lado, a cobertura está baixa no Rio de Janeiro (40,15% contra pólio e 41,45% contra sarampo) e em Roraima (44,61% contra pólio e 41,09% contra sarampo).
Governo do Brasil, com informações do Ministério da Saúde
Se despejar resto de óleo usado na pia da cozinha é um hábito que prejudica o sistema de esgotamento sanitário, imagine quando este descarte tem ainda maiores proporções, como é o caso de estabelecimentos comerciais, como hotéis e restaurantes.
Litros de gordura que são despejados diariamente nas áreas com maior fluxo de comércio, como Ponta Negra e Tirol, ocasionam extravasamentos que poderiam ser evitados com um simples dimensionamento adequado da “caixa de gordura” destes comércios.
Nesta segunda-feira (27), em Ponta Negra, a Caern precisou realizar a manutenção em uma rede de esgotos, que estava extravasando devido ao lançamento indevido de óleo na rede.
O extravasamento ocorre porque a gordura endurece dentro da tubulação, e vira uma crosta que impede a passagem de esgotos até a destinação de tratamento adequada. Resultado: os efluentes e água servida retornam às vias, pelo bloqueio ocasionado pelas pedras de gordura, que junto com elas, acumulam também lixo sólido despejado indevidamente.
Em julho, a Caern precisou bloquear um trecho da Avenida Afonso Pena, no Tirol, para conseguir desfazer um encrostamento de óleo misturado com lixo. Além de ter um dimensionamento maior que o de um imóvel doméstico, a caixa de gordura, de pontos comerciais, precisa receber limpeza periódica. A caixa de gordura vai apenas acumulando o material, sem a limpeza a gordura vai transbordando para o sistema de esgoto. O ideal é recolher o óleo utilizado e doar para entidades que fazem uso do mesmo.
O Tribunal de Justiça do RN obteve o terceiro melhor desempenho em relação à produtividade e à eficiência dentre os 12 Tribunais de Justiça do país considerados de pequeno porte, atrás apenas dos TJs de Sergipe e Roraima. O TJRN alcançou o percentual de 88% no Índice de Produtividade Comparada da Justiça (IPC-Jus), principal indicador criado pelo Conselho Nacional de Justiça dentro do relatório Justiça em Números 2018, divulgado hoje (27) pelo CNJ e que traz as informações relativas ao Poder Judiciário em 2017, reunindo dados de 90 tribunais brasileiros.
O índice de 88% no IPC-Jus representa um crescimento de 42% em relação ao resultado obtido pelo TJRN no ano passado (ano base 2016), quando o seu IPC-Jus foi de 62%. No ano passado, o TJRN figurou na 10ª posição dentre os 12 TJs de pequeno porte. Contudo, conseguiu melhorar seus índices e subiu sete posições na atual edição do Justiça em Números. A melhora de desempenho reflete as ações empreendidas pela atual administração do Judiciário potiguar em busca do aumento da produtividade e melhoria da prestação de serviço aos cidadãos.
“Este é o nosso compromisso desde o início da gestão e o resultado é fruto do esforço de magistrados e servidores, com o apoio da administração, para que possamos produzir cada vez mais e melhor”, afirma o presidente do TJRN, desembargador Expedito Ferreira. Os investimentos do Tribunal envolvem desde novos sistemas de gerenciamento de informação até computadores mais modernos, além de recuperação de instalações de trabalho. “A população merece um serviço mais eficiente e julgamentos mais céleres, não descansamos um só minuto nesta busca”, ressalta o dirigente do Judiciário estadual.
O IPC-Jus é calculado a partir de parâmetros de produtividade, considerando o fluxo de entrada – número de processos que ingressaram, recursos humanos e financeiros disponíveis, servidores e despesas –, e o fluxo de saída, ou seja, os processos baixados (arquivados em definitivo).
Considerando o resultado por instância, o 1º Grau do TJRN apresentou índice de 83% no IPC-Jus (havia sido de 60% no ano anterior), ficando com a quarta colocação entre os 12 tribunais de pequeno porte. Já o 2º Grau obteve índice de 59%.
O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) cortou o pagamento do benefício de 533 mil pessoas que não compareceram às agências neste ano para fazer a prova de vida. A procedimento deve ser feito obrigatoriamente todos os anos para todos que recebem os benefícios em conta-corrente, conta poupança ou cartão magnético.
Segundo o INSS, esse número representa apenas 1,5% do total de beneficiários – são 34,7 milhões de pessoas, ao todo.
O prazo para fazer a prova de vida se encerrou no fim de fevereiro. A prova de vida podia ser feira diretamente no banco em que o beneficiário recebe o pagamento, mediante apresentação de documento de identificação com foto.
Aposentados e pensionistas começam a receber nesta segunda-feira (27) a antecipação da primeira parte do 13º salário. O pagamento será feito por meio da folha de pagamento mensal do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS), entre 27 de agosto e 10 de setembro.
De acordo com o órgão, 29,7 milhões de beneficiários têm direito a receber a primeira parcela do abono anual, que corresponde à metade do valor do benefício. Ao todo, a expectativa é que os pagamentos injetem cerca de R$ 20,7 bilhões na economia.
Em novembro, o INSS passa a realizar a segunda parcela do abono anual, que é quando o valor poderá incidir o Imposto de Renda.
Pela legislação, tem direito ao 13º: aposentados e pensionistas que receberam benefícios de aposentadoria, pensão por morte, auxílio-doença, auxílio-acidente, auxílio-reclusão ou salário maternidade ao longo deste ano.
O Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte, por meio da Secretaria de Tecnologia da Informação (STIC) junto à Coordenadoria de Logística das Eleições (CLE), realizou nos dias 22, 23 e 24 de agosto, no Centro de Operações da Justiça Eleitoral (COJE), treinamento destinado aos Chefes de Cartórios Eleitorais da capital e do interior do estado.
O evento ofereceu aos servidores dos cartórios eleitorais a oportunidade de participar de trabalhos de reciclagem e atualização no diz respeito aos sistemas eleitorais, visão sistêmica das eleições 2018 e procedimentos envolvendo as urnas eletrônicas que serão utilizadas no pleito de outubro deste ano, mediante a aplicação de simulação de uma eleição geral.
O treinamento abordou assuntos relativos ao processo eleitoral e englobou as novidades que encampam as eleições de 2018, assim como o uso do sistema de apoio às eleições (SAE), geração de mídias, preparação das urnas, auditoria em tempo real, votação, contingências com as urnas, transmissão de resultados, totalização, contingência na junta eleitoral, logística de materiais (Lacre, Etiquetas, Sacolas Azuis), procedimentos pós-eleição e contrato dos auxiliares de eleições.
O treinamento contou com palestras dos servidores que integram o quadro da Central de Treinamento e Suporte às Zonas Eleitorais vinculados a Coordenaria de Logística das Eleições (CLE), à Seção de Urna Eletrônica (SUE) e à Seção de Sistemas e Apoio às Eleições (SSAE). Eles foram responsáveis ainda pelo gerenciamento, execução e controle do evento e receberam o apoio de alguns coordenadores de suporte técnico selecionados para atuar como monitores.
O secretário extraordinário para gestão de projetos do governo do estado, Vagner Araújo, esteve em Jucurutu nesta sexta-feira (24), onde assinou a ordem serviço para o início das obras de construção da nova estrada que liga Jucurutu a Caicó.
Vagner Araújo estava acompanhado pelo diretor geral do Departamento de Estradas e Rodagens, general Fraxe.
Entrevistado na quarta-feira (24) no Jornal das Seis, o juiz de Execuções Penais, Henrique Baltazar, falou sobre o sistema prisional do Rio Grande do Norte e defendeu a liberação do porte de armas para a população. O assunto foi publicado no Blog do Ênio Sinedino, com destaques também para a reforma do presídio de Alcaçuz e a inauguração do presídio de Ceará-Mirim, todos elogiados pelo juiz.
Conhecido por suas duras críticas ao sistema prisional do RN, o magistrado disse que hoje, a penitenciária de Alcaçuz tem um nova realidade.
“Melhorou muito. A cadeia de Ceará-Mirim é excelente. conheci toda a unidade. A de Alcaçuz… Não tem nem como comparar com o que era antes. É uma realidade totalmente diferente”, afirmou o magistrado, elogiando também o secretário de Justiça e Cidadania, Mauro Albuquerque: “O secretário atual conhece o sistema penitenciário, conhece prisões, conseguiu fazer uma revolução e faz com que ela funcione”.
O juiz também falou sobre o porte de armas e defende a liberação para pessoas capacitadas para tal. “Sempre defendi que um grande erro é a discricionariedade que a Polícia Federal tem para decidir quem pode ter arma. Você pode chegar dois casos iguais, idênticos, e defere de um e não de outro”, avaliou ele.
“A lei decide lá os critérios para você ter uma arma. Capacidade técnica, psicológica, trabalho de risco, antecedentes criminais… Então por que você não pode ter uma arma?”, questionou o magistrado, ressalvando que a arma “não é para qualquer maluco, é para alguém preparado”.
Com comitivas vindas de vários municípios o deputado estadual Nelter Queiroz (MDB) realizou neste sábado (25), no Hotel Porto Belo II, em Caicó, um encontro com amigos, correligionários e apoiadores. O evento reuniu prefeitos, ex-prefeitos, vereadores, ex-vereadores e lideranças dos municípios de Messias Targino, São José do Seridó, Caicó, Jucurutu, Timbaúba dos Batistas, Currais Novos, Parelhas, Ipueira, Cruzeta, Jardim do Seridó e Lagoa Nova, dentre outros.
Presente na reunião, o ex-prefeito de Caicó, Roberto Germano, destacou a acessibilidade de Nelter no dia a dia, bem como sua atuação parlamentar e empenho pela reabertura dos balneários localizados às margens do açude Itans. Também presente na movimentação, o vereador pastor Erinaldo mostrou a coragem de Nelter para enfrentar desafios. O também vereador caicoense, Zaqueu Fernandes, frisou a atuação do deputado na área da saúde e junto a juventude. “Diferente dos iguais”, foi assim que o vereador de Caicó, Diogo Silva, classificou Queiroz.
Representando os municípios da Serra de Santana, o ex-prefeito de Lagoa Nova, Erivan Costa, frisou a “coragem”, “força”, “disposição” e “competência” de Nelter Queiroz em lutar pelo Seridó e pelo Rio Grande do Norte. O ex-prefeito de São José do Seridó, Jackson Dantas, tornou público sua amizade com o deputado Nelter, os benefícios conquistados para seu município através do parlamentar e a lisura de Queiroz como homem público.
O vereador cruzetense Etheo Morais lembrou a sintonia de Nelter Queiroz com o povo do Seridó, Vale do Açu, Médio Oeste e todo o Rio Grande do Norte. “Nelter é um homem aguerrido e que luta por seu povo. Votar em Nelter é ter a certeza que a população do Rio Grande do Norte estará bem representada”, disse. Emocionado, o vereador parelhense Humberto Gondim apontou Nelter Queiroz como o “plano de saúde da pobreza”.
De Jardim do Seridó, o vereador Iron Júnior lembrou do apoio dado por Queiroz ao Hospital Maternidade Dr Ruy Mariz. Já o prefeito em exercício de Caicó, Marcos do Manhoso, ressaltou a importância do seridoense votar em Nelter. Junto a todo o seu grupo político, a ex-prefeita de Ipueira, Cessa Macêdo, frisou a simplicidade do parlamentar e sua presença constante no município.
PRESTANDO CONTAS
Encerrando os discursos, o deputado Nelter Queiroz prestou contas de seu mandato e pontuou suas principais lutas, dentre elas: a reabertura dos balneários de Caicó, sua defesa ao Pró-Sertão e lei de sua autoria que concede isenção de ICMS na compra de armas de fogo por agentes de segurança.
O deputado também citou leis de sua autoria que incluiu o Carnaval de Caicó no Calendário Oficial de Eventos do Estado, que isenta o pagamento de IPVA para carros com mais de 10 anos de uso e que concedem isenção do pagamento da taxa de licenciamento anual para motos da zona rural e mototaxistas.
“Tenho o contato diário com nossa população. Apoiamos constantemente a realização de eventos religiosos e culturais. Sempre estamos prontos para ajudar os mais humildes, principalmente na área da saúde”, destacou Nelter, frisando seu compromisso com a população consciente e com o eleitor sério.
Nelter voltou a se posicionar favoravelmente pela redução da máquina pública brasileira como forma de melhorar a saúde, segurança, educação e a vida da população. O deputado comparou o Brasil a uma “carreta” e mostrou que enquanto a máquina pública permanecer inchada a “carreta” continuará parada. Por fim, Queiroz também lembrou que votou favoravelmente na Assembleia Legislativa pela devolução da sobra de recursos pelos poderes Legislativo e Judiciário ao Executivo.
Um estudo feito pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) divulgado este ano em um jornal científico reforçou a ligação entre o consumo de álcool e o suicídio. Foram analisados 1,7 mil casos na cidade de São Paulo entre 2011 e 2015 a partir de exames toxicológicos e mais de 30% das vítimas apresentavam diferentes concentrações de teor alcoólico no sangue. Entre os homens essa porcentagem chegou a 34,7%. A maior parte dos analisados (49%0 corresponde a adultos jovens, com idade entre 25 e 44 anos. Dentro dessa faixa etária mais de 61% apresentavam álcool no sangue.
Desde 2012 a taxa de suicídio em brasileiros de 15 a 29 anos subiu quase 10% de acordo com a edição de 2010 do Mapa da Violência, feito pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o suicídio é a segunda causa mundial de mortes entre pessoas dessa faixa etária – mais de 90% estão ligados a distúrbios mentais.
Segundo o psiquiatra Teng Chei Tung, coordenador dos Serviços de Pronto-Socorro e Interconsultas do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da USP, sob efeito do álcool as pessoas podem apresentar diminuição da capacidade de julgamento, do senso crítico e do autocontrole, assim como tendem a adotar comportamentos agressivos. Esse efeito pode ser ainda maior entre os adolescentes.
“O cérebro do adolescente ainda está em desenvolvimento e os efeitos do álcool são mais nocivos nessa idade, com impacto ainda maior sobre a tomada de decisões e o autocontrole. Estamos falando de uma faixa etária em que o imediatismo é mais evidente e a exposição ao álcool pode ser mais perigosa quando pensamos no risco para o suicídio”, explicou.
De acordo com Tung, é possível desenvolver programas educativos sobre o consumo de drogas e álcool entre os jovens, mas é preciso lembrar que há outros fatores que também merecem atenção como o bullying e transtornos psiquiátricos, como a depressão. “É importante lembrar que um transtorno mental como a depressão pode alterar a percepção que o indivíduo tem da realidade. Por isso, os casos de suicídio não devem ser encarados como expressão do livre-arbítrio.”