14/06/2021
Por Danilo Evaristo em
Notas
Foto: Ministério da Saúde
A campanha nacional de doação de sangue foi lançada nesta segunda-feira (14), Dia Mundial do Doador de Sangue, pelo Ministério da Saúde. O tema é “Doe sangue regularmente. Com a nossa união, a vida se completa”.
Cada doação de sangue pode beneficiar até quatro pessoas. Vítimas de acidentes, pessoas em tratamento de câncer, com anemias crônicas e que passaram por cirurgias estão entre as que precisam de doação de sangue.
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que a doação de sangue é um ato de solidariedade que reafirma o compromisso com a vida e chamou a população a doar. “É importante a doação regular de sangue. Doe sangue regularmente. Vamos nos unir para manter nossos bancos de sangue com reservas suficientes para atender a população brasileira”, afirmou. “É uma política pública muito bem-sucedida que antes, durante e após a crise sanitária continuará no centro das nossas atenções.”
“Neste momento, é necessário incentivar a prática entre nossos amigos e familiares para garantir a manutenção dos estoques de sangue nos hemocentros em todo o país. Por isso, a doação periódica e constante é essencial, mas podemos nos unir para aumentar o número de doações”, frisou a Primeira-dama, Michelle Bolsonaro.
https://youtu.be/8N_H-JJ8RZw
Incentivo à doação
Houve uma redução na doação de sangue em todo o país desde a chegada da Covid-19, de acordo com os dados do Ministério da Saúde. Em 2019, foram 3.271.824 coletas de sangue no Brasil e, em 2020, 2.958.665 por causa da menor circulação de pessoas provocada por conta do novo coronavírus.
O ministério alerta que, embora tenha havido redução das cirurgias eletivas no país, permanece diária a demanda de sangue por pessoas que têm doenças crônicas, fazem tratamento de câncer, sofrem acidentes e têm complicações em cirurgias e partos que causam hemorragias, por exemplo.
Depoimentos de doadores e receptores de sangue foram exibidos no evento. Um deles é Fernando Fidelis, que tem anemia falciforme e por isso precisa frequentemente de transfusão de sangue. “Eu tiro boa parte do meu sangue e tomo um outro sangue novo. Por conta dessa troca de sangue eu tenho uma vida normal”, contou.
Rede de atendimento
No Brasil, existem 32 hemocentros públicos, com pelo menos um em cada estado. Além de 2.175 serviços de hemoterapia, entre públicos e privados.
As unidades estão preparadas para acolhimento com medidas de prevenção à Covid-19, como agendamento para minimizar a aglomeração de pessoas, higienização das áreas, lavagem de mãos e uso de antissépticos.
Em 2020, o Ministério da Saúde investiu R$ 1,8 bilhão em toda a estruturação, modernização, qualificação de profissionais da rede de sangue e hemoderivados e no fornecimento de medicamentos de alto custo para pacientes portadores de doenças hematológicas.
Doação e vacina da Covid-19
O Ministério da Saúde tem incentivado os brasileiros a doarem sangue antes de serem vacinados. Isso porque há um impedimento temporário para que aqueles que receberam certos tipos de vacinas compareçam aos locais de doação.
No caso do imunizante produzido pelo Instituto Butantan em parceria com o laboratório chinês Sinovac, por exemplo, o período de inaptidão temporária é de 48 horas após cada dose. Para quem recebeu a vacina AstraZeneca/Oxford, produzida no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), é de sete dias após cada dose.
O que é preciso para ser doador
Ter idade entre 16 e 69 anos, desde que a primeira doação tenha sido feita até 60 anos. Os menores de 18 anos devem ter consentimento formal do responsável legal
Pesar no mínimo 50 kg
Estar alimentado. Não ingerir alimentos gordurosos antes da doação
Ter dormido pelo menos 6 horas nas últimas 24 horas
Apresentar documento de identificação com foto emitido por órgão oficial. Serão aceitos documentos digitais com foto
Os doadores do sexo masculino devem manter um intervalo de dois meses entre uma doação e outra com o máximo de quatro doações no período de um ano. Para a mulher, o intervalo é de três meses com o máximo de três doações ao ano
Impedimentos temporários para a doação
Gripe, resfriado e febre: aguardar 7 dias após o desaparecimento dos sintomas
Infecção pelo novo coronavírus: aguardar 30 dias após a completa recuperação
Período gestacional
Período pós-gravidez: 90 dias para parto normal e 180 dias para cesariana
Amamentação: até 12 meses após o parto
Ingestão de bebida alcoólica: aguardar 12 horas após o consumo
Exames/procedimentos com utilização de endoscópio nos últimos 6 meses
Vacina da febre amarela ou sarampo: aguardar 4 semanas após a vacinação
Tratamento dentário cirúrgico como extração, tratamento de canal: 7 dias após o procedimento e/ou suspensão dos medicamentos
Impedimento definitivo
Ter passado por um quadro de hepatite após os 11 anos de idade
Evidência clínica ou laboratorial das seguintes doenças transmissíveis pelo sangue: hepatites B e C, Aids (vírus HIV), doenças associadas aos vírus HTLV 1 e 2 e doença de Chagas
Uso de drogas ilícitas injetáveis
13/06/2021
Por Danilo Evaristo em
Notas
FOTO: WILTON JUNIOR/ESTADÃO CONTEÚDO
Por Jovem Pan
Pela primeira vez durante a pandemia de Covid-19, os idosos não são maioria entre os internados na rede de saúde do Rio de Janeiro. Eles representam agora cerca de 37% dos internados. No auge da pandemia, no ano passado, eram mais de 60%. Isso é resultado da campanha de vacinação contra a Covid-19 que acontece no Rio e em todo o Brasil. Aproximadamente 2,5 milhões de pessoas já receberam pelo menos a primeira dose do imunizante na capital fluminense.
A Prefeitura quer antecipar o calendário que prevê a imunização de toda a população adulta até 23 de outubro deste ano. O município do Rio vai vacinar a partir desta semana todas as pessoas adultas com até 50 anos e já planeja também a imunização de jovens de 12 até 17 anos com a vacina da Pfizer, que foi autorizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Por outro lado, os jovens e adultos formam agora a maioria dos internados na rede de saúde do Rio de Janeiro. A maioria tem entre 40 e 59 anos, e também tem uma faixa expressiva de internados com idade de 30 a 39 anos.
*Com informações do repórter Rodrigo Viga
Por G1
Uma aposta de Balneário Camboriú (SC) acertou as seis dezenas do concurso 2.380 da Mega-Sena, realizado na noite deste sábado (12) em São Paulo. O apostador receberá R$ 43.258.691,06.
Veja as dezenas sorteadas: 11 – 16 – 20 – 24 – 39 – 53
A quina teve 59 apostas vencedoras; cada uma levará R$ 65.129,22.
A quadra teve 5.566 apostas ganhadoras; cada uma receberá R$ 986,24.
O próximo concurso (2.381) será na próxima quarta (16). O prêmio é estimado em R$ 3 milhões.
12/06/2021
Por Danilo Evaristo em
Notas
Foto: Marcello Casal JrAgência Brasil
Por Vladimir Platonow – Repórter da Agência Brasil
Todos os brasileiros com mais de 18 anos deverão estar vacinados contra a covid-19 até o fim do ano, segundo o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga. Ele participou, neste sábado (12), de evento médico sobre o Dia de Conscientização da Cardiopatia Congênita, e reforçou aos profissionais o que já havia adiantado durante sessão no Senado no último dia 8.

“Este ano, a despeito das condições ainda complexas na assistência à saúde, o Ministério da Saúde já contratou 600 milhões de doses de vacina, de tal maneira que a população acima de 18 anos será vacinada até o fim do ano. Isto eu posso assegurar. Somente em junho, nós vamos distribuir mais de 40 milhões de doses de vacina. Nós estamos antecipando doses”, disse Queiroga, que participou do evento por videoconferência.
O ministro da Saúde lembrou também que o acordo de transferência de tecnologia da AstraZeneca para a Fiocruz já foi firmado, o que permitirá, em breve, vacinas produzidas a partir do ingrediente farmacêutico ativo (IFA) nacional.
“Nós já temos 200 milhões de doses da Pfizer contratadas e 100 milhões dessas doses estarão disponíveis até setembro. Outros 100 milhões de doses estarão disponíveis até dezembro. E avança o contrato para mais 100 milhões de doses da [vacina da empresa] Moderna. Então, isso é a certeza que nós vamos vacinar a nossa população e por fim ao caráter pandêmico dessa doença”, finalizou Queiroga.
12/06/2021
Por Danilo Evaristo em
Notas
A governadora Fátima Bezerra (PT) assinou as nomeações dos professores Cicília Maia e Francisco Dantas para assumir respectivamente os cargos de reitor e vice-reitor da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern).
As nomeações foram publicadas ontem (11/06) no Diário Oficial do Estado (DOE).
Eles tomarão posse no dia 28 de setembro durante a Assembleia Universitária.
Cicília e Chico foram os mais votados na consulta à comunidade acadêmica realizada no dia 10 de maio.
Confira a nomeação de Cicília Maia AQUI
Confira a nomeação de Francisco Dantas AQUI.
11/06/2021
Por Danilo Evaristo em
Notas
O deputado estadual Nelter Queiroz (MDB) encaminhou expediente ao Governo do Estado, via Gabinete Civil e Secretaria de Administração, solicitando a redução da carga horária semanal de servidores públicos estaduais – sem compensação de horário, sem prejuízo do exercício do cargo e sem prejuízo de sua remuneração – que, neste momento de pandemia, tenham filhos, que sejam responsáveis por pessoas e/ou que tenham dependentes portadores de comorbidades definidas pelo Ministério da Saúde.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) cerca de 80% das pessoas com Covid-19 se recuperam da doença sem precisar de tratamento hospitalar, ou seja, uma em cada seis pessoas infectadas pelo SARS-CoV-2 ficam gravemente doentes e desenvolvem dificuldade de respirar. Entretanto, idosos e pessoas com comorbidades têm maior risco de ficar gravemente doentes se contraírem o coronavírus. Dados da OMS também demonstraram que o diabetes, a doença renal crônica e outras pneumopatias crônicas são as comorbidades que trazem maior risco de hospitalizações e mortes em caso de Covid-19.
“Desta forma, nosso mandato busca oferecer condições mínimas para que os servidores públicos estaduais, responsáveis por pessoas com comorbidades, possam concentrar esforços e dedicar cuidados especiais aos seus, uma vez que estes servidores, muitas vezes, não dispõem de recursos financeiros necessários para a contratação de profissionais para acompanhar as pessoas sob sua responsabilidade”, destacou o parlamentar.
COMORBIDADES RECONHECIDAS PELO MINISTÉRIO DA SAÚDE
– Diabetes mellitus;
– Pneumopatias crônicas graves;
– Hipertensão arterial resistente (HAR);
– Hipertensão arterial;
– Doença renal crônica: estágio 3 ou mais e/ou síndrome nefróticalmunocomprometidos (transplantados; pessoas vivendo com HIV, doenças reumáticas em uso de corticoides, pessoas com câncer);
– Hemoglobinopatias graves (anemia falciforme e talassemia maior);
– Obesidade Mórbida: índice de massa corpórea (IMC)=40;
– Síndrome de Down;
– Cirrose hepática;
– Doenças cardiovasculares: insuficiência cardíaca, cor-pulmonale (alteração no ventrículo direito) e hipertensão pulmonar, cardiopatia hipertensiva, síndromes coronarianas, valvopatias, miorcadiopatias e pericardiopatias, doença da aorta, doença dos grandes vasos, fístulas arteriovenosas, hematomas da aorta e demais grandes vasos, arritmias cardíacas, cardiopatias congênitas no adulto (arritmias e insuficiência cardíaca), comprometimento miocárdio e próteses valvares e dispositivos cardíacos implantados;
– Doenças neurológicas crônicas: acidente vascular cerebral isquêmico ou hemorrágico, ataque isquêmico transitório, demência vascular, doenças neurológicas crônicas que impactem na função respiratória, paralisia cerebral, esclerose múltipla, doenças hereditárias e degenerativas do sistema nervoso ou muscular, deficiência neurológica grave.
O Campus Avançado Jucurutu informa nas listas abaixo os candidatos que tiveram suas inscrições deferidas e indeferidas no curso de Formação Inicial e Continuada (FIC) Básico em Música.
Lista de inscrições deferidas
Lista de inscrições indeferidas
Maiores Informações acesse o nosso Instagram: @ifrn_jucurutu
11/06/2021
Por Danilo Evaristo em
Notas
Williane Silva de Ascom-Reitoria
A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) realizou, na manhã desta sexta-feira, 11 de junho, a solenidade virtual de colação de grau da segunda turma de Medicina da Escola Multicampi de Ciências Médicas (EMCM). Com a participação do reitor, José Daniel Diniz Melo, o evento formou 36 novos médicos que poderão atuar no enfrentamento à pandemia da covid-19.
“Nós, filhos de pedreiros, técnicos de enfermagem e professores, cultivamos nesse período um apreço tão grande pelo projeto que é a Escola Multicampi de Ciências Médicas. A ideia da interiorização da Medicina está deslocando o nosso eixo de ir e de ficar sempre pelas capitais e cidades distantes, para voltar para nossa casa, para o nosso terreno, para servir nossas cidades e o nosso povo”, discursou o representante dos concluintes da turma 2021.1 de Medicina, Jair Segundo.
Para o reitor Daniel Diniz, a solenidade traduz um desafio vencido pelos estudantes que agora são graduados e atuarão em uma área vital para a sociedade, especialmente no atual contexto de pandemia da covid-19. “É, portanto, missão de grande importância social a que cada um irá cumprir em sua vida profissional, com a credencial de graduados por uma instituição [UFRN] que obtém seguidas avaliações positivas”, o gestor lembrou que aprender é uma atividade que não termina, convidando os novos médicos a seguir na busca pelo aprimoramento.
A paraninfa da turma, professora Ticiana Ramos, falou sobre a trajetória de formação e atuação do profissional médico, aconselhando os concluintes a escolherem sempre o caminho correto. “Entendam, o pódio da vida será conquistado com honestidade, retidão e respeito ao próximo”, aconselhou a docente.
Participaram ainda da solenidade a pró-reitora de Graduação (Prograd), Maria das Vitórias de Sá; diretor da EMCM, George Dantas; diretor do Centro de Ciências da Saúde (CCS), Antônio Lisboa da Costa; diretora do Centro de Ensino Superior do Seridó (Ceres), Sandra Kelly de Araújo; ex-reitora da UFRN, Ângela Maria Paiva Cruz; e a oradora da turma, Sabrina Suzelly. A cerimônia pode ser assistida pelo Canal da EMCM no Youtube.
11/06/2021
Por Danilo Evaristo em
Notas
As inscrições para o concurso do Instituto Técnico-Científico de Perícia do Rio Grande do Norte (itep/RN) terminaram na última segunda-feira (7) e o prazo para pagamento dos boletos também já acabou. Com isso, a quantidade de inscritos para o certame já está definida.
De acordo com dados do Instituto AOCP – empresa contratada para ser responsável pelo concurso – 49.039 pessoas confirmaram suas inscrições e estão aptas para a realização da prova que está marcada para o dia 25 de julho de 2021, em Natal.
Ao todo estão disponíveis 276 vagas, incluindo 16 destinadas às PcD (Pessoas com Deficiência), entre os níveis Médio e Superior, com oportunidades de atuação em quatro municípios onde há unidades do órgão, como Natal, Mossoró, Caicó e Pau dos Ferros. As remunerações partem dos R$ 2.807,36 e podem chegar até R$ 7.440.
Os requisitos e atribuições dos cargos de Nível Superior valem para bacharéis, tecnólogos e licenciados nas respectivas áreas.
As vagas serão concorridas por profissionais de diversas áreas, tanto das ciências biológicas e da saúde, como das humanas e exatas, incluindo graduados em medicina, medicina veterinária, odontologia, biologia e biomedicina, meio ambiente, engenharia, arquitetura, física, análise sistemas, química, administração, contabilidade, economia, computação, farmácia, serviço social, biblioteconomia, psicologia, direito, entre outros.
Também vale destacar que, requisitos como a CNH categoria B para os cargos de Nível Médio, por exemplo, são exigidos somente no momento da posse do cargo e não impossibilita a inscrição. Até o final do certame, os candidatos podem se organizar para conquistarem as devidas certificações.
Os cargos são: Perito Criminal (área geral e específica), Perito Médico Legista, Perito Médico Legista na área de Psiquiatria, Perito Odontolegista, Assistente Técnico Forense, Agente Técnico Forense e Agente de Necropsia, sendo os dois últimos destinados aos profissionais de nível Médio.
11/06/2021
Por Danilo Evaristo em
Notas
Foto: Ariel Dantas
Por Norton Rafael, Sérgio Henrique Santos e Leonardo Erys, Inter TV Cabugi e G1 RN
Os casos confirmados de Covid-19 em idosos caíram 36% entre os meses de março e maio deste ano no Rio Grande do Norte. Os dados são do Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde (LAIS/UFRN), que monitora a situação da pandemia no estado em parceria com a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap).
Ao todo, em março deste ano o estado registrou 5.330 casos confirmados em idosos, o maior número desde o início da pandemia. Após se manter alto em abril (4.526), no mês de maio esse número apresentou queda para 3.365.
A queda exatamente em maio é relevante, já que o mês foi o com mais casos confirmados de Covid-19 no estado desde o início da pandemia. O mês fechou com 45.451 casos confirmados nos boletins epidemiológicos da Sesap – o mês anterior com mais casos era março de 2021, com 29.366.
A queda no número de casos também tem influenciado na queda de internações dos idosos em UTIs. Em julho de 2020, os idosos ocupavam em média 75% dos leitos críticos; em janeiro, 60%; entre março e maio, 50%. Em junho, ocupam 30%.
Segundo o Regula RN, atualmente há 113 idosos nos leitos de UTI público no RN e outras 262 pessoas com menos de 60 anos, que representam quase 70%.
Essa queda está diretamente associada à aplicação das vacinas nesses grupos, segundo apontam os especialistas.
“Quando olhamos pros números de internação, principalmente em UTIs, aliado ao processo vacinal que tem ocorrido, começamos a perceber que, conforme se avança nas faixas etárias e conclui o processo vacinal da maior parcela da população daquele grupo etário, consegue se derrubar o número de internação e de óbitos para aquelas pessoas”, explicou o pesquisador do LAIS, Rodrigo Silva.
O pesquisador reforça que, considerando esses grupos etários como os mais vulneráveis no início da pandemia, esse dado é ainda mais relevante.
“Em maio, quando a gente percebe a conclusão do processo vacinal (dos idosos), a gente vê uma queda bem mais vertiginosa, e hoje a gente está numa faixa de 28 a 30% de ocupação dos leitos de UTI por idosos, ou seja, um grande ganho aí visto o todo o número de óbitos e o número de internações que a gente chegou a ter ano passado”, disse.
“A vacinação é a única solução que a gente vai conseguir encontrar pra esse problema”.
Esse pensamento é reforçado pelo epidemiologista Ion de Andrade, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. “Essa é uma questão muito importante, porque demonstra que a vacina é a nossa arma estratégica”, disse.
“Isso que a gente constata entre os idosos é o que vai acontecer com todas as faixas etárias vacinadas e todos os grupos profissionais, assim que eles obtiverem a vacinação. Esse número de casos também entre profissionais de saúde também está caindo bastante”.