A polêmica foi lançada nas redes sociais da artista Inês Brasil. Durante uma passagem pelo aeroporto de Campinas, neste domingo, ela disse ter sido abordada pelos seguranças do deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) para uma foto: “Eu poderia ter dito não, mas eu sou a favor do amor”, escreveu a celebridade.
Os seguidores de Inês logo começaram a enxurrada de mensagens:
“Mas você sabe que ele vai usar isso pra fazer campanha! E as pessoas menos informadas vão achar que ele é tudo de bom. Tomara que isso não dê problemas pra você, ‘monamur’, porque ele é contra os gays”, comentou Anderson Rodrigues.
“Essa foto não faz com que você deixe de representar os seus, mas mostra que você não carrega o ódio, a divisão e a falta de tolerância que muitos ainda tem. Respeito e tolerância e como você mesma disse: mais amor”, afirmou Pâmela Bastos, outra seguidora da celebridade que ficou conhecida durante as inscrições para a edição de 2013 do Big Brother Brasil.
G1 – A Caixa realizou na noite deste sábado (26) o sorteio do concurso 1.962 da Mega-Sena. Ninguém acertou os seis números, e o prêmio acumulou em R$ 44 milhões.
As dezenas sorteadas foram: 05 – 06 – 15 – 25 – 39 – 53. O sorteio foi realizado em Araraquara, no interior de São Paulo. A Quina teve 86 acertadores. Cada um levou R$ 37.850,84. Outros 6.431 apostadores ganharam R$ 723,09 na Quadra.
A prefeitura de Jucurutu, através do gabinete civil, agendou para amanhã (28), uma reunião com os servidores públicos municipais. A reunião foi marcada após mobilização dos funcionários que cobram da atual gestão o pagamento de gratificação por titulação. Além disso alguns profissionais não estão recebendo adicional de insalubridade.
O juiz federal Sergio Moro afirmou neste sábado 26 que em grandes esquemas de corrupção muitas vezes os agentes públicos são subornados para oferecerem “contrapartidas indeterminadas” e a comprovação de tais situações é suficiente para aplicar condenações aos beneficiados ilicitamente.
Segundo o magistrado responsável pela Lava Jato em Curitiba, os processos da operação mostraram casos em que empresários pagaram propinas para contar com a influência dos corrompidos e ter a expectativa de que seriam favorecidos assim que surgissem oportunidades.
“Tenho a seguinte crença: assim como vale aquela frase ‘não existe almoço grátis’, eu tenho muito claro que não existe propina grátis. Sempre se espera alguma coisa em troca”, afirmou o juiz.
A exposição desse entendimento vem em um momento em que advogados ligados ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva alegam que Moro condenou o líder petista sem apontar as situações específicas nas quais Lula teria ajudado a empreiteira OAS no esquema de corrupção na Petrobras.
O juiz apresentou sua argumentação pela manhã, ao participar em um congresso jurídico promovido pela Escola de Altos Estudos em Ciências Criminais em São Paulo.
O magistrado citou como exemplo da aplicação dessa tese um julgamento nos Estados Unidos que levou à condenação de um chefe de Poder Legislativo estadual. Moro invocou até uma passagem do filme “O Poderoso Chefão”, na qual o líder mafioso atende a um pedido de um agente funerário e pede em troca ajuda em caso de necessidade futura.
No evento, o juiz voltou a dizer que está preocupado com a possibilidade de o colegiado do STF (Supremo Tribunal Federal) mudar o entendimento de que a prisão de réus pode ocorrer já a partir de condenações em segunda instância.
De acordo com Moro, ocorrerá um retrocesso “triste” e “lamentável” caso a corte altere sua posição e só passe a permitir detenções após esgotadas todas as possibilidades de recursos aos tribunais superiores.
Denunciado pela Procuradoria-Geral da República por corrupção passiva, o senador Garibaldi Alves Filho (PMDB) emitiu nesta sexta-feira, 25, uma nota à imprensa na qual repudia a acusação e nega envolvimento com irregularidades.
No texto, o peemedebista assinala que os fatos relatados na denúncia datam de 2008, na qual o senador não foi candidato. “Portanto, não foi beneficiário de nenhuma doação”, diz a nota.
Segundo a Procuradoria-Geral da República, Garibaldi solicitou à época ao então presidente da Transpetro, Sérgio Machado, R$ 125 mil em propina disfarçada de contribuição oficial. O dinheiro, segundo mostram extratos bancários, foi depositado na conta do Diretório Estadual do PMDB em 11 de setembro, sendo creditado no dia seguinte. Seis dias depois, o dinheiro foi transferido para a campanha a prefeita de Natal de Fátima Bezerra (PT), que tinha apoio do PMDB à época.
Ainda em sua explicação, Garibaldi lamentou “a generalização que ofende a sua honra e criminaliza a política brasileira”.
Confira o texto na íntegra:
“O senador Garibaldi Alves Filho desde logo repudia a acusação e destaca que esta mesma delação, noticiada hoje pela denúncia apresentada pelo Procurador Geral, será também usada na sua defesa para alcançar o consequente arquivamento.
A própria narrativa da peça acusatória registra tratar-se de eleição municipal de 2008, na qual o senador Garibaldi não foi candidato e, portanto, não foi beneficiário de nenhuma doação.
O senador Garibaldi Alves Filho lamenta a generalização que ofende a sua honra e criminaliza a política brasileira.”
O ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci afirmou, em delação premiada, que o ex-presidente do STJ (Supremo Tribunal de Justiça) Cesar Asfor Rocha recebeu suborno da construtora Camargo Corrêa. Rocha teria recebido R$ 5 milhões com objetivo de barrar a Operação Castelo de Areia da Polícia Federal. As informações foram divulgadas pelo jornal Folha de S.Paulo.
A Operação Castelo de Areia, deflagrada pela PF (Polícia Federal) em 2009, investigava supostos crimes financeiros e lavagem de dinheiro no grupo Camargo Corrêa. Posteriormente, a operação também teve como alvos outros políticos e empreiteiras.
Palocci afirmou que o advogado Márcio Thomaz Bastos, morto em 2014, teria comandado o acerto com Rocha sobre a propina. O acordo entre eles previa parar a operação da PF e a promessa de apoio para que Bastos fosse indicado a uma vaga no STF (Supremo Tribunal Federal). O dinheiro foi depositado para Rocha em uma conta no exterior.
A empreiteira e a família de Bastos negam envolvimento no caso.
A população carcerária feminina cresceu 698% no Brasil, segundo dados mais recentes do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), órgão do Ministério da Justiça. No ano 2000, havia 5.601 mulheres cumprindo medidas de privação de liberdade. Em 2016, o número saltou para 44.721. Apenas em dois anos, entre dezembro de 2014 e dezembro de 2016, houve aumento de 19,6%, subindo de 37.380 para 44.721.
As informações foram enviadas ao Supremo Tribunal Federal (STF), nesta semana, por solicitação do ministro Ricardo Lewandowski, em decisão que deu seguimento a um pedido de habeas corpus que pretende libertar todas as mulheres grávidas, puérperas (que deram à luz em até 45 dias) ou mães de crianças com até 12 anos de idade sob sua responsabilidade que estejam presas provisoriamente, ou seja, encarceradas ainda sem condenação definitiva da Justiça. De todas as mulheres presas atualmente no país, 43% ainda não tiveram seus casos julgados em definitivo.
A admissão da ação, impetrada pelo Coletivo de Advogados em Direitos Humanos (CADHu), representa uma atitude rara na Corte, pois pretende beneficiar um coletivo de pessoas, não um só indivíduo. Pela extensão de possíveis efeitos, o ministro Lewandowski intimou a Defensoria Pública da União (DPU) para que manifestasse interesse em atuar no caso, o que já ocorreu. “A preocupação da Defensoria é com a proteção que deve ser garantida tanto à gestante quanto às mães que têm crianças pequenas que dependem dela. A prioridade dada nesses casos deve ser ao bem-estar das crianças, a fim de evitar que ela seja criada no ambiente do cárcere”, diz o defensor Gustavo Ribeiro, responsável por representar a DPU perante o STF.
O reitor da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), professor Pedro Fernandes Ribeiro Neto, a equipe da gestão, representantes da Associação dos Docentes (ADUERN), dos técnicos-administrativos (SINTAUERN) e alunos da instituição se reuniram com representantes do Governo do Estado, a fim de buscar um entendimento para evitar uma paralisação das atividades. A audiência ocorreu na manhã desta sexta-feira, 25, na sede da Governadoria, em Natal.
O encontro contou com presença da secretária-chefe do Gabinete Civil, Tatiana Mendes; o secretário Estadual de Planejamento e Finanças, Gustavo Nogueira; a Secretária Estadual de Educação, Cláudia Santa Rosa; a Secretária de Comunicação Social, Juliska Azevedo; dois representantes da administração da UERN; dois do SINTAUERN; seis representantes da ADUERN; e uma estudante. Além do deputado federal Beto Rosado, a deputada estadual Larissa Rosado e o vereador Francisco Carlos, presidente da Frente Parlamentar em Defesa da UERN.
Na ocasião, foram avaliados os principais pontos da pauta de reivindicações. Quanto ao pleito do auxílio saúde e do Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) dos docentes e técnicos, o reitor Pedro Fernandes informou que a gestão avançou na parte que lhe competia. O auxílio saúde já foi aprovado pelo Conselho de Política e Administração do Governo e atualmente se encontra na Consultoria Geral do Estado para poder ser encaminhado para votação na Assembleia Legislativa. Já o PCCS está em trâmite no Governo do Estado para cumprimento de todas as etapas legais.
Durante o encontro, a gestão frisou o trabalho feito para o encaminhamento dos dois projetos, e conseguiu a garantia do Governo do Estado em dar celeridade ao processo. “Considerando que o auxílio saúde já foi aprovado pelo Conselho, sem qualquer óbice legal, a garantia de agilização do processo é uma avanço para concretização desses direitos”, declara Ítalo Dantas, assessor jurídico da UERN.
Com relação ao reajuste salarial de 7,64% e a regularização do pagamento dos salários, a Secretária-chefe de Gabinete do Governo do RN, Tatiana Mendes, foi taxativa ao declarar que o Estado não pode, nesse momento, atender esses pleitos diante do atual cenário econômico enfrentado. Ela frisou ainda que o reajuste não é possível devido ao Estado estar acima do limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal.
O secretário de planejamento e de finanças, Gustavo Nogueira, declarou que a arrecadação de janeiro a julho desse ano teve um aumento pouco mais de 2%, no entanto, esse valor não é suficiente para dar as garantias de regularização dos vencimentos e de reajuste. “Apesar do leve aumento, a arrecadação ainda está menor que 2015 e 2014. Diante dos números, não temos como assegurar que a folha será colocada em dia”, declara o secretário, enfatizando que “uma greve nesse momento não terá o poder de modificar o cenário econômico do Estado”.
A estudante Luana Maria, do curso de Serviço Social, declarou que entende a difícil situação enfrentada pelos professores e técnicos com os atrasos salariais, no entanto, para ela, uma greve seria muito prejudicial a todos, especialmente à classe discente. “Já passamos por uma greve de cinco meses recentemente, uma outra greve agora iria nos prejudicar ainda mais. Esperamos uma maior sensibilidade do Governo para buscar uma alternativa para essa situação para evitar uma nova paralisação”, frisa.
O reitor Pedro Fernandes reforça que a gestão está empreendendo esforços, juntamente com os sindicatos representantes dos professores e técnicos, para evitar uma greve. “Quanto às reivindicações que estavam ao nosso alcance, fizemos todo o esforço para encaminhá-las, e conseguimos avançar. Já com relação à pauta que envolve recursos, estamos constantemente cobrando do Governo do Estado uma posição, especialmente no que diz respeito à regularização dos salários”, diz o reitor.
O concurso 1.962 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 37 milhões para quem acertar as seis dezenas. O sorteio ocorre às 20h (horário de Brasília) deste sábado (26) em Araraquara (SP).
De acordo com a Caixa Econômica Federal, com o valor integral do prêmio, o ganhador poderá comprar nove iates de luxo. Se quiser investir na poupança, receberá mensalmente R$ 208 mil em rendimentos.
A educação infantil no Brasil é responsabilidade dos municípios, que recebem apoio dos estados e do governo federal para que possam oferecer uma formação inicial de qualidade às crianças de 0 a 5 anos de idade.
Segundo as diretrizes curriculares do Ministério da Educação (MEC), a educação infantil se caracteriza pela primeira etapa do ciclo básico, oferecida em creches e pré-escolas em jornadas integrais (mínimo de 7 horas por dia) ou parciais (mínimo de 4 horas por dia).
De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), todas as crianças têm direito à educação gratuita que as prepare para o exercício da cidadania, a permanecerem na escola e a serem respeitadas pelos educadores.
Brincar, ter contato com a natureza, ter alimentação sadia, desenvolver a curiosidade e ter acesso à higiene e à saúde são também garantias que as crianças têm nas instituições.
As creches devem ensinar às crianças princípios de respeito ao bem comum, ao meio ambiente e às diferentes culturas, direitos e cidadania, além de motivarem a expressão e a criatividade.