11/03/2015
Por Danilo Evaristo em
NotasO Detran/RN divulgou segunda-feira (09) o cronograma de ações educativas que vão ser desenvolvidas no período de 10 a 13 deste mês em quatros cidades do interior do Estado. As intervenções de conscientização e segurança no tráfego da Coordenadoria de Educação e Fiscalização de Trânsito vão ser iniciadas pela cidade de Caicó (10), e seguem nos municípios de Jardim de Piranhas (11), Parelhas (12) e Jucurutu (13).
O público alvo das equipes pedagógicas da Subcoordenadoria de Educação e do Programa Norte rio-grandense de Educação para o Trânsito (PNET), ambos do Detran, são os motoristas, motociclistas e pedestres, como também as escolas, onde vai ser trabalhada a temática do trânsito junto aos estudantes do ensino fundamental e médio
09/03/2015
Por Danilo Evaristo em
Notas
Foto: Alan Marques /Folhapress
Defensor da manifestação do próximo dia 15 de março, o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), ex-candidato a vice na chapa de Aécio Neves, disse nesta segunda-feira (9) ser contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). O tucano afirmou que prefere ver a petista “sangrar” nos próximos quatro anos, quando encerrará o seu segundo mandato.
“Não quero que ela saia, quero sangrar a Dilma, não quero que o Brasil seja presidido pelo [vice-presidente] Michel Temer [PMDB]”, disse Nunes Ferreira ao participar de seminário no Instituto Fernando Henrique Cardoso (IFHC), na capital paulista. Movimentos de diversos setores organizam um protesto contra o governo para o domingo que vem.
O tucano afirmou que, embora seja contra o impeachment de Dilma, enxerga a manifestação de forma positiva por representar um protesto contra o governo federal por uma série de fatores, como os escândalos de corrupção na Petrobras e as medidas de ajuste fiscal anunciadas recentemente que foram negadas pela presidente durante a campanha eleitoral.
“Vejo essa palavra [impeachment] como expressão de rechaço à ordem atual, sem entrar no mérito”, declarou. O senador também previu um quadro de crise política sem perspectivas de saída dada a falta de capacidade da presidente em liderar esse processo. Segundo ele, Dilma está desvinculada da realidade nacional.
UOL, via Valor Econômico

Jornal de Hoje – O senador Garibaldi Filho (PMDB) disse que o pedido de arquivamento do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, excluindo o ex-presidente da Câmara, Henrique Alves, da lista de investigados da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), fez justiça ao ex-deputado federal. Para o ex-ministro da Previdência, a citação ao nome de Henrique pelo ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa, embora não tenha sido determinante, “contribuiu” para o insucesso eleitoral do peemedebista na disputa pelo governo do Estado nas eleições passadas.
“O caso do deputado Henrique Eduardo Alves é emblemático porque ele disputou o governo do Estado e a oposição se voltou para o instituto da delação premiada quando um dos diretores da Petrobras fez uma acusação a Henrique que agora não foi levada em conta nem pelo procurador e muito menos pelo STF, que nem vai examinar isso. Que dizer, foi feito justiça a Henrique, porém tardia, no que toca ao seu futuro político”, disse o senador, durante entrevista esta manhã ao Jornal da Cidade, da FM 94.
Para o senador Garibaldi Filho, o fato de, no decorrer da campanha, ter surgido citação ao nome de Henrique como suposto beneficiário do esquema de corrupção ajudou na chamada “desconstrução” da imagem de Henrique. “Não que se venha a dizer que isso foi o determinante para o seu insucesso eleitoral, mas contribuiu, não tenhamos dúvidas, contribuiu. Foi massificado, o deputado teve a sua imagem que sofreu uma tentativa de desconstrução como se diz na linguagem política e até dos marqueteiros”.
TURISMO
Garibaldi disse ainda, em sua entrevista, que tem expectativa de que, com a exclusão de Henrique da investigação, o potiguar seja nomeado ministro do Turismo. Nos bastidores, o que se sabe é que Henrique poderia desempenhar um importante elo entre o Planalto e o atual presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).
“Eu tenho essa expectativa. Agora eu não posso ser a última palavra com relação a isso. A última palavra é da presidenta. Naturalmente em contato com lideranças peemedebistas, sobretudo com o vice-presidente, Michel Temer. Eu não posso de maneira nenhuma me adiantar. Agora também eu não posso negar que eu acredito que ele venha ser”, disse.

Jornal de Hoje – A Procuradoria-geral da República (PGR) arquivou a investigação contra o ex-presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves, do PMDB. A decisão foi revelada na noite desta sexta-feira, quando foi divulgada a lista dos políticos que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Teori Zawaski, autorizou o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, a investigar por envolvimento no escândalo da Petrobras. Na relação, 34 parlamentares, como os dos peemedebistas Eduardo Cunha, atual presidente da Câmara, e de Renan Calheiros, presidente do Senado Federal.
“Recebo com serenidade manifestação do Ministério Público Federal e do ministro Teori Zavascki ratificando uma vida pública de 44 anos honrando meu Rio Grande do Norte. Isso diz tudo”, afirmou Henrique Eduardo Alves ao saber do arquivamento que, na prática, abre caminho para que ele seja nomeado ministro do Turismo neste segundo governo Dilma Rousseff, do PT.
A escolha de Henrique Alves para comandar o Ministério foi revelada ainda no final de 2014, quando informações da reunião entre Dilma e líderes do PMDB, como o vice-presidente Michel Temer, vazou para imprensa. Nesse encontro, Temer teria indicado a presidente o nome de Henrique para o Turismo.
De acordo com alguns jornais de veiculação nacional, Dilma não teria aceitado a indicação de Henrique pelo envolvimento dele nesse caso da Petrobras. Para seus contatos, a assessoria de Henrique informou que, na verdade, o próprio ex-presidente da Câmara pediu para o PMDB não indicá-lo naquele momento, pois ele queria, primeiro, tirar seu nome de qualquer possibilidade de envolvimento no escândalo.
09/03/2015
Por Danilo Evaristo em
Notas
Represa de Guarapiranga – Foto: Niyi Fote/Futura Press/Estadão Conteúdo
G1 – Com chuvas mais significativas desde sábado (7), o sistema Cantareira voltou a subir e passou de 12,3% para 12,9% nesta segunda-feira (9), segundo boletim diário divulgado pela Sabesp. Os demais cinco sistemas que abastecem a Grande São Paulo também apresentaram alta. No Cantareira, a alta foi a maior de março, mês que começou seco e com o sistema em estabilidade. A precipitação acumulada até o momento é de 96,6 mm, 54,2% da média histórica para o mês.
09/03/2015
Por Danilo Evaristo em
NotasPara justificar o aumento de impostos e as mudanças de rumo na gestão econômica, a presidente Dilma Rousseff, em pronunciamento feito neste domingo (08), alegou crise internacional e a seca nas regiões Nordeste e Sudeste. De acordo com o deputado federal Felipe Maia (DEM), a chefe do Executivo eximiu seu governo de responsabilidade e usou argumentos que não convenceram a população. Resultado disso, segundo o parlamentar, foram os buzinaços e panelaços em várias capitais do país.
“O povo esperava que a presidente fosse transparente e apresentasse soluções à crise, dissesse como vai resolver o problema da inflação, o endividamento das famílias, explicasse o aumento na conta de energia em até 44% e os cortes que vai promover na educação e nos direitos sociais dos trabalhadores. Mas o que aconteceu foi um discurso vazio e sem proposições”, destacou.
Felipe Maia refutou a tese de prostração econômica do Brasil em decorrência da crise internacional, apresentando dados de crescimento dos países citados pela presidente no pronunciamento. De acordo com o deputado, todos os países que estavam em crise tiveram crescimento maior que o Brasil. “A China, por exemplo, cresce 14%, os Estados Unidos, 6%, a União Europeia 2%. E o Brasil tem previsão de crescimento de -0,7%. O mundo inteiro voltou a crescer a não ser o Brasil. Ou seja, não dá para usar crise global para justificar a falência da condução econômica do atual governo”, disse.
A seca, outro argumento utilizado pela presidente para explicar o aumento de impostos, foi criticada pelo parlamentar, já que ocorre com frequência na região. “O que faltou foi planejamento. E agora o que se vê é o PT cortando benefícios e investimentos. É o trabalhador pagando a conta da falta de gestão do governo Dilma”, afirmou.

Foto: João Gilberto
Quatorze mulheres foram homenageadas pela Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte em sessão solene alusiva ao Dia Internacional da Mulher, realizada na manhã desta segunda-feira (09). As deputadas Márcia Maia (PSB) e Cristiane Dantas (PCdoB) foram as propositoras da solenidade que celebrou a história de mulheres potiguares que fizeram história na política, na cultura e na luta em defesa dos direitos femininos.
A deputada Márcia Maia destacou o crescimento do número de crimes violentos contra mulheres, registrado em 39% em quatro anos no Rio Grande do Norte, segundo relatório do Observatório da Violência do Conselho Estadual de Direitos Humanos e Cidadania, o Coedhuci. A parlamentar aproveitou para comemorar a assinatura, prevista para a tarde desta segunda-feira, do decreto do Governo do Estado para que as delegacias especializadas no atendimento à mulher tratem exclusivamente casos de violência doméstica.

Ao mesmo tempo em que a presidente Dilma Rousseff fazia seu pronunciamento em cadeia nacional de rádio e TV, na noite deste domingo, moradores de diversas cidades realizaram simultaneamente um panelaço em protesto ao seu discurso. Na Barra da Tijuca, no Rio, as pessoas não só batiam panelas como gritavam palavras de baixo calão contra a presidente. Durante todo o fim de semana, grupos contrários ao governo combinaram o panelaço em mensagens no aplicativo Whatsapp. O texto de mobilização dizia: “Vamos todos para as janelas e vaiar muito. Também vale disparar alarmes de casas e carros! Passe adiante”.
Assim que começou o discurso da presidente, o primeiro da presidente Dilma Roussef à nação em 2015, os primeiros barulhos foram ouvidos. Além do Rio e São Paulo, foram registrados protestos nos mesmos moldes em Brasília, Belo Horizonte e cidades do Nordeste. Muitos internautas postaram vídeos em seus canais de relacionamento e em redes sociais. Em Pinheiros, na Zona Oeste de São Paulo, as pessoas saíram às janelas dos prédios batendo panelas e gritando “fora Dilma”, “fora PT”. As manifestações começaram na metade da fala da presidente e só se encerraram depois do pronunciamento. Algumas pessoas estouraram rojões. Nas ruas, carros passavam buzinando em adesão a manifestação.
Além de ataques a Dilma e ao PT, alguns manifestantes aproveitaram para incentivar a manifestação pró-impeachment, programada para o próximo domingo. Nas redes sociais, internautas comparavam o próximo dia 15 ao de 29 de maio de 1992, quando jovens foram às ruas de cara-pintadas pedir a saído do então presidente Fernando Collor do governo.
Na TV, enquanto era alvo do protesto, Dilma disse compreender a irritação e preocupação de brasileiros diante do cenário atual, com inflação em alta, economia fraca e aumento do endividamento das famílias. A presidente pediu a confiança da população e conclamou a todos a se unirem em um esforço coletivo para a retomada do crescimento do país.
— Você tem todo direito de se irritar e de se preocupar. Mas lhe peço paciência e compreensão porque esta situação é passageira. O Brasil tem todas as condições de vencer estes problemas temporários. E esta vitória será ainda mais rápida se todos nós nos unirmos neste enfrentamento. Peço a vocês que nos unamos e que confiem na condução deste processo pelo governo, pelo Congresso, e por todas as forças vivas do nosso país e uma delas é você — afirmou a presidente em pronunciamento.
* Com informações de O Globo
09/03/2015
Por Danilo Evaristo em
Notas
Foto: Divulgação
Várias entidades estudantis estão se unindo para denunciar diversos juízes do Rio Grande do Norte ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A decisão foi tomada devido a longa espera imposta pelos mais variados magistrados a todos os processos impetrados pelos órgãos em relação ao transporte público de Natal. Há casos de pedidos de liminares com anos de engavetamento.
Desde a criação da Identidade Estudantil Eletrônica (IEE), em março de 2011, ainda na gestão da ex-prefeita Micarla de Sousa, o sistema sempre foi bastante questionado pelas instituições que representam a classe estudantil e até pelo Ministério Público. O projeto acabou sendo mantido pelo prefeito Carlos Eduardo, apesar das suspeitas de irregularidades na criação do documento e no gerenciamento, hoje totalmente entregue ao Sindicato das Empresas de Transporte Urbano de Natal (Seturn).
As denúncias são de irregularidade e fraude no processo de contratação feito entre a UBES, UNE, SETURN e Prefeitura do Natal. As entidades afirmam que o Prefeito Carlos Eduardo esta praticando improbidade administrativa autorizando, de “boca”, o Seturn a colocar um selo no cartão de passagem dos empresários para validar como carteira de estudante sem nenhum processo legal, e que o judiciário não toma nenhuma decisão em relação ao caso mesmo tendo varias ações no mesmo sentindo de suspender a ilegalidade.
Outra polêmica diz respeito a escolha da UBES e da UNE para produção das carteiras, já que as duas não atenderiam aos requisitos da legislação municipal, como ter sede instalada na cidade. Diante do impasse, são muitos os estudantes que acabam sendo obrigados a pagar a passagem no seu valor integral nos ônibus.
* Via Jornal de Hoje
09/03/2015
Por Danilo Evaristo em
Notas
Marcelo D. Sants/Frame/Frame/Estadão Conteúdo
Gritos, vaias e panelas batendo foram ouvidos em diversos bairros de São Paulo na noite deste domingo (8), durante o discurso da presidente Dilma Rousseff em rede nacional de televisão. Em São Paulo, moradores nas janelas de prédios batiam panelas, xingavam a presidente, enquanto piscavam as luzes de seus apartamentos.
Em Pinheiros, na zona oeste, as buzinas e gritos de “Fora, Dilma!” e “Fora, PT!” começaram assim que o pronunciamento foi ao ar, e duraram até três minutos depois do final da transmissão. No Rio de Janeiro, os gritos e vaias durante o pronunciamento da presidente também foram ouvidos .