As luzes do Natal já estão por toda parte, nas ruas, comércios, prédios e residências. Artigos de iluminação para fachadas de imóveis e ambientes internos são um dos adornos mais procurados e comercializados nesta época do ano. Sejam novos ou reaproveitados de anos anteriores, a instalação dos tradicionais piscas-piscas natalinos exige atenção especial.
Para prevenir acidentes com energia elétrica, a Cosern, empresa do Grupo Neoenergia, aconselha os consumidores a adotar alguns cuidados importantes ao adquirir, instalar e manusear esse tipo de decoração luminosa.
Tenha cuidado na escolha dos produtos. Os adornos devem ser de boa qualidade e, obrigatoriamente, certificados pelo Inmetro. As embalagens dos pisca-piscas devem conter informações como potência, tensão de alimentação e instruções de uso.
Fique de olho no consumo. No caso dos enfeites luminosos, a informação sobre a potência do produto, dada em watts (W), e contida na embalagem, merece atenção, pois quanto maior a potência, maior será o consumo de energia. Um conjunto padrão de 100 micro-lâmpadas, com 50 W de potência, consome 16,5 kWh/mês, se ligado por 11 horas diárias. Neste caso, a dica é reduzir o tempo de uso. Se forem ligadas por 5 horas, das 19h à meia-noite, o consumo dessas lâmpadas cai para 7,5 kWh/mês.
Outra opção de economia é dar preferência às lâmpadas de LED, que são mais eficientes, brilhantes e com maior durabilidade do que as convencionais. O hábito consciente de consumo evita desperdícios e proporciona economia na conta de energia.
Antes de decorar a residência, faça uma revisão nas instalações elétricas, com um eletricista capacitado. Atenção também para fios desencapados, com a parte metálica aparente. A capa de proteção evita choques e fuga da corrente elétrica. É importante verificar as condições do material que será instalado: aqueles pisca-piscas comprados em anos anteriores podem ter sofrido algum tipo de desgaste.
Não faça várias ligações em uma mesma tomada, através do chamado “T” (benjamins), pois isso pode provocar aquecimento e curto-circuito e consequentemente interromper o fornecimento de energia elétrica. Se o incidente ocorrer próximo a materiais inflamáveis (cortina de tecido, papelão, fibras, isopor e etc.), pode até causar um incêndio. Além dos riscos, o aquecimento da tomada também gera perda de energia e o consequente aumento na fatura.
No caso das árvores de Natal, é importante procurar pela etiqueta “Resistente ao Fogo”. Essa medida preventiva pode evitar um incêndio, na eventualidade de um curto-circuito.
Fique atento na hora da montagem da árvore. É importante evitar o uso de luzes elétricas e piscas decorativas em estruturas de metal. Elas podem conduzir energia e provocar choques elétricos. As luzes não devem estar próximas de enfeites produzidos com papel ou cartolina. Não utilize enfeites de papel em árvores com iluminação elétrica.
Ao manusear a instalação natalina é preciso certificar-se ainda de que ela está inteiramente desconectada das fontes de alimentação de energia. Os equipamentos só devem ser ligados depois que a montagem estiver concluída. Após isso, deve-se evitar tocar na fiação ou substituir lâmpadas queimadas. Dê preferência aos enfeites impermeáveis, pois são mais seguros, têm maior durabilidade e podem ser reaproveitados nos próximos anos.
Redobre o cuidado ao instalar pisca-piscas em áreas externas das residências, pois isso pode agravar os riscos de acidentes. Por estar mais vulnerável ao calor e à chuva, há mais riscos de choque elétrico e curto-circuito. A ação do tempo pode ressecar a fiação e a presença de água potencializa os efeitos da condução da corrente elétrica pelo corpo humano.
Em hipótese alguma, permita que crianças manuseiem a decoração natalina que envolva energia elétrica. O serviço deve ser feito por um profissional capacitado, evitando, dessa forma, o risco de acidentes, além da possibilidade de quedas das escadas.
Lembre-se que a decoração desperta a atenção das crianças que tendem, naturalmente, a querer tocar nos enfeites. Outra recomendação é não instalar objetos decorativos próximos à rede de distribuição de energia.
Desligue os aparelhos e enfeites de Natal ao sair de casa e na hora de dormir. Esta prática evita consumo desnecessário de energia e acidentes. Nunca desligue aparelhos elétricos puxando pelo cabo ou fiação. Para desligá-lo da tomada, utilize o plugue.
Não faça ligações clandestinas de energia para a iluminação natalina. Além de sobrecarregar o sistema, elas representam risco de curto-circuito, acidentes graves e é crime previsto no Código Penal Brasileiro.
Uma equipe da Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern) está trabalhado na substituição de uma bomba que integra o sistema de abastecimento da Adutora 1, da Estação de Tratamento de Água (ETA) Jiqui.
A parada do equipamento pode afetar total ou parcialmente a oferta de água nos seguintes bairros e localidades de Natal: Felipe Camarão, Cidade Nova, Cidade da Esperança, Nazaré, Capim Macio (incluindo Cidade Jardim e Mirassol), Nova Descoberta, Neópolis, Bom Pastor, Candelária e Lagoa Nova.
A previsão é de que o serviço seja concluído até esta quarta-feira (15), com retomada imediata do abastecimento e normalização da oferta em até 48 horas, a depender da pressurização na rede para as localidades mais distantes.
A Caern orienta que neste momento, seja intensificado o uso consciente da água disponível nos reservatórios, até que seja restabelecido o serviço. Mais informações pelo telefone 115.
O juiz Sérgio Augusto Dantas, da 7ª Vara Cível de Natal, condenou o proprietário de um empresa de filmagem de eventos a indenizar um casal pelos prejuízos morais suportados por eles causados pela não entrega da gravação em vídeo do casamento dos autores. O valor é de R$ 5 mil, acrescidos de juros e correção monetária.
O magistrado que julgou a demanda também condenou o empresário a pagar ao casal os gastos comprovadamente realizados por eles, no valor de R$ 500,00, montante também a ser acrescido de juros e correção monetária. Ele ainda condenou o réu a devolver os quatro mídias de CDs que estão em seu poder.
Os autores disseram que contrataram com o proprietário da empresa, a prestação de serviços de filmagem de seu casamento, realizado na capital paraibana. Informaram que o valor do contrato ficou em R$ 500,00 e que este foi lavrado pelo profissional.
Mais adiante, disseram que realizado o casamento e a recepção na data aprazada contou com a presença do responsável pelas filmagens. Todavia este, em data posterior, informou à autora que não tinha como entregar o material, pois sua filmadora teria sido roubada.
Nela, ainda segundo o réu, estariam as imagens da festa de casamento. O réu teria justificado que aguardava a realização de outro evento, para daí passar as imagens para o seu computador. Por isso, afirmam que recorrem ao Judiciário para verem pagas indenizações por danos morais e materiais.
Ao final, requereram a condenação do réu para pagar a quantia de R$ 500,00 a título de danos materiais; condenação ao pagamento de dano moral em valor a ser arbitrado pelo juízo, além de condenação do réu a devolver quatro Cds (mídias de imagem) que estariam em seu poder.
Quando julgou o caso, o juiz considerou o réu revel no processo, já que não apresentou contestação. Para ele, a documentação levada aos autos é suficiente a comprovar a existência da dívida e um patente desinteresse do réu em pagá-la.
“A bancada potiguar esqueceu do Seridó”, diz presidente da Câmara de Caicó
O presidente da Câmara de Vereadores de Caicó, Odair Diniz (PSDC) defendeu em discurso na Câmara de Vereadores de Caicó o fortalecimento do Seridó, já que a bancada potiguar vem esquecendo da região. De acordo com o vereador nos últimos 20 anos não existem registros de uma emenda de um volume significativa para obras estruturantes no Seridó.
A prova maior está na obra da transposição do Rio São Francisco onde o Rio Grande do Norte é o único estado que não em previsão de viabilização. Já a Paraíba conseguiu através da união da sua bancada o recurso junto ao Ministério da Integração de mais de 1,4 bi, proporcionando a chegada da água em quase todos os municípios do sertão.
“A nossa bancada esqueceu do Seridó e nós estamos cansados de tanta promessa e dessa indústria política da seca. Em primeiro lugar deve estar a sede da população que clama por uma solução urgente”, disse Odair.
Campeã mundial de futebol em 1934, 1938, 1982 e 2006, a Itália, dona de uma das camisas mais pesadas do futebol mundial, não vai disputar o pentacampeonato em 2018, na Rússia. Desorganizada, sem brilho, a seleção comandada pelo técnico Gian Piero Ventura empatou com a Suécia ontem, em Milão, por 0 a 0 e, como tinha perdido o jogo de ida da repescagem europeia por 1 a 0, acabou eliminada da Copa. A Azzurra só não tinha disputado os Mundiais de 1930 — quando não aceitou o convite para ir ao Uruguai — e 1958, quando não se classificou.
CG na Mídia – A secretaria de Assistência Social desenvolve mais uma ação social com o apoio da prefeitura de Triunfo Potiguar/RN, que tem a frente a prefeita Lúcia Estevam e o vice-prefeito Francialison Almeida. Os idosos participaram na manhã de sábado do encontro dos idosos da região em Apodi. Além de proporcionar um dia de lazer para os idosos triunfenses, os mesmos vão interagir com outros idosos da região.
Novas medidas foram adotadas para implementação da Identificação Civil Nacional (ICN), documento único de identificação dos brasileiros, conforme determina a Lei n. 13.444, sancionada em maio deste ano.
Três resoluções publicadas no Diário de Justiça Eletrônico (DJE) no dia 6 de novembro tratam das regras para gestão do novo documento, cuja implementação será coordenada pelo Comitê Gestor da ICN, do qual o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) faz parte.
O objetivo da ICN é que o cidadão possa substituir a pluralidade de documentos de identificação que existem hoje, como a carteira de habilitação, a carteira de identidade emitida pelos Estados e o Cadastro de Pessoas Físicas (CPF). A ICN utilizará a base de dados biométricos da Justiça Eleitoral.
Uma das normas publicadas no DJE, a Resolução n.2, recomenda que o número de inscrição no CPF seja o número de uso público da ICN. Já a Resolução n.1 aprova o Regimento Interno do Comitê Gestor da ICN, que é integrado por representantes do CNJ, do Poder Executivo Federal, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), da Câmara dos Deputados, do Senado Federal. No CNJ, a representante é a conselheira Maria Tereza Uille.
Na opinião da conselheira Maria Tereza, o documento pretende identificar o brasileiro de forma única, confiável e segura. “A importância da ICN é muito grande, principalmente para fins de exercício da cidadania e prevenção a fraudes e corrupção”, diz a conselheira.
Os trabalhos do Comitê, que se reunirá mensalmente, serão supervisionados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). As deliberações do comitê também poderão ser feitas por meio de mídias sociais, e suas decisões terão caráter normativo. Semestralmente, o Comitê divulgará um relatório de suas atividades.
Já a Resolução n° 3/2017 recomenda o padrão biométrico a ser adotado para a ICN. A norma também orienta a implementação da interoperabilidade entre os sistemas eletrônicos que acessarão a Base de Dados da ICN.
Luiza Fariello
Agência CNJ de Notícias, com informações da Assessoria de Comunicação do Tribunal Superior Eleitoral
Em viagem pela Alemanha, a ex-presidente Dilma Rousseff afirmou, em entrevista à DW nesta segunda-feira (13/11) em Berlim, que o Brasil “precisa se reencontrar” e que o PT não deve ter um espírito vingativo nas próximas eleições.
Dilma disse que seu governo foi vítima de um golpe, mas que é hora de “perdoar a pessoa que bateu panela achando que estava salvando o Brasil, e que depois se deu conta de que não estava”. Ela também afirmou que não vê problemas em alianças entre seu partido e figuras como o senador Renan Calheiros.
No aspecto pessoal, a ex-presidente contou que tenta manter a rotina de exercícios físicos e de tempo com a família. Também não descartou voltar a concorrer a um cargo político. E, em meio à controvérsia envolvendo a declaração racista do jornalista William Waack, afirmou: “o PT é coisa de preto, eu sou coisa de preto”.
Os organizadores de eventos públicos ou abertos ao público, como vaquejadas, serestas e festas no município de Angicos, são o foco de uma recomendação expedida pela Promotoria de Justiça daquela comarca, publicada na edição do Diário Oficial do Estado (DOE) do último sábado (11).
Todos devem realizar a comunicação prévia dos eventos à Polícia Militar no prazo de 72 horas, para que seja providenciado o reforço necessário ao policiamento no entorno das festividades.
Os promotores de eventos também devem garantir a contratação regular de segurança privada para a área interna das festas, a fim de resguardar a integridade física dos participantes, respeitando o que determina o Código de Defesa do Consumidor.
A recomendação foi emitida como resultado de uma denúncia encaminhada pelo comandante do Policiamento de Angicos e de Fernando Pedroza, em que foi relatada a ocorrência de homicídio em vaquejada realizada na comarca, sem comunicação prévia à autoridade policial.
Além dos promotores de festas, a recomendação também foi encaminhada às prefeituras dos dois municípios e ao comando da PM da comarca e todos têm o prazo de 15 dias para informar as providências adotadas.
O governo federal pretende dar aumento real para o benefício do Bolsa Família, afirmou o ministro do Desenvolvimento Social, Osmar Terra. A ideia é reajustar o valor pela inflação e mais um pouco. O aumento será dado em março ou abril, segundo Terra, o que não seria um problema por questões eleitorais.
“Este ano próximo deve ter um reajuste do Bolsa Família, de inflação e mais um pouco. A redução da inflação também ajuda. O Bolsa Família ficou dois anos sem reajuste antes de entramos no governo, com inflação de 10% ao ano, o que praticamente comeu 25% do valor”, afirmou Terra, após a cerimônia de lançamento do Programa Emergencial de Ações Sociais para o Estado do Rio de Janeiro e Municípios, numa unidade da Marinha do Brasil na Avenida Brasil, zona norte do Rio.
O ministro calculou que o orçamento do Ministério do Desenvolvimento Social ficará em R$ 91 bilhões em 2018, acima do de 2017, incluindo gastos com o INSS e o Benefício de Prestação Continuada (BPC), que está sob sua alçada. Segundo Terra, houve economia de recursos com revisões nos gastos com auxílio-doença. Somente neste ano, a economia foi de R$ 5 bilhões.
“Até o fim do ano que vem, vão ser R$ 19 bilhões, numa população de 1,7 milhão de pessoas que estavam recebendo auxílio-doença indevidamente há mais de dois anos”, disse Terra.