18/04/2016
Por Danilo Evaristo em Política

“Fábio e Robinson não seriam eleitos sem o apoio do PT”, diz Fernando Mineiro

mineiro

Foto: Rafael Araújo/Nominuto.com

O deputado estadual do Partido dos Trabalhadores (PT), Fernando Mineiro, criticou a oposição do Partido Social Democrático (PSD), que decidiu votar a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff neste domingo (17). Durante a manifestação a favor do governo, realizada ontem na praça da Árvore, no bairro de Mirassol, o parlamentar se mostrou descontente com a ‘traição’ dos antigos aliados.

“O PT fez uma aliança com o PSD devido a um projeto nacional e estadual. Contudo, agora eles aderiram ao golpe, se ele [Fábio Faria] acha que a presidente Dilma não tem condições de governar o Brasil, então que ele busque outros aliados”, criticou o deputado. Para Mineiro, o PT foi o principal responsável pela eleição do deputado federal Fábio Faria (PSD) e do seu pai, o governador Robinson Faria (PSD). “Ele [Fábio] e o pai dele, Robinson, não teriam sido eleitos sem o nosso apoio. Foi uma traição sem tamanho, nós rodamos o estado com eles durante a campanha de 2014 por acreditar em um projeto de governo. É lamentável que eles tenham se unido aos derrotados da última eleição”, disparou.

Nominuto

18/04/2016
Por Danilo Evaristo em Esporte

ABC desbanca Alecrim e Estadual será decidido com ‘Clássico Rei’

abc

ABC desbanca Alecrim e Estadual será decidido com ‘Clássico Rei’

Portal no Ar – O Campeonato Potiguar será decidido com o ‘Clássico Rei’. No último sábado (16), o ABC venceu o clássico contra o Alecrim, por 2 a 0, na final da Copa Rio Grande do Norte – segunda fase do torneio – e agora já foca nas finais contra o arquirrival, América. O resultado na Arena das Dunas também fez com que o jejum de títulos alviverdes que já dura três décadas perdure por, pelo menos, mais um ano.

Um dos grandes responsáveis pela conquista alvinegra foi o atacante Nando, autor dos dois gols da partida. O jogador já marcou 14 tentos só neste ano. Na tarde deste sábado, o artilheiro balançou a rede no primeiro tempo, aos 18 e aos 23 minutos, sempre com assistências do seu companheiro de posição, Jones Carioca.

Após um primeiro tempo avassalador do ABC, o que se viu na etapa final foi o time alecrinense desesperado em busca do empate e, ao mesmo tempo, assustado com as investidas do adversário. Mesmo com as tentativas de ambos os lados, ninguém conseguiu furar as metas defendidas pelo goleiro alvinegro, Vaná, e pelo alviverde, Messi, e o título ficou mesmo com o Mais Querido.

Ao Alecrim, restou se despedir de forma melancólica do Campeonato Potiguar após uma surpreendente campanha do time montado apressadamente quando restava apenas uma semana para o início da competição. No ABC, fica a expectativa de encontrar o arquirrival, América, nas finais do torneio. O primeiro jogo está marcado para o dia 1º de maio e, o segundo, no dia 8 do citado mês.

18/04/2016
Por Danilo Evaristo em Notas

Impeachment de Dilma ainda precisa passar pelo Senado

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Foto: Fábio Pozzebom/Agência Brasil

Agência Brasil – Com o sinal verde dado neste domingo (17) pela Câmara dos Deputados para abertura do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff, o futuro do mandato presidencial está agora nas mãos dos 81 senadores. Nesta segunda-feira (18), o processo será enviado ao Senado e no dia seguinte (19) lido no plenário da Casa. Ainda na terça-feira, os líderes partidários deverão indicar os 42 parlamentares que vão compor a comissão que analisará o assunto no Senado, com 21 titulares e 21 suplentes.

A comissão tem prazo de 48 horas para eleger o presidente e o relator. Por causa do feriado de 21 de abril, nesta quinta-feira, isso deverá ocorrer somente na segunda-feira (25). Os integrantes da comissão especial serão definidos conforme a proporcionalidade dos partidos ou dos blocos partidários. A partir daí, o colegiado terá dez dias para apresentar um relatório pela admissibilidade ou não do processo de impeachment. O que ainda não está claro é se são dias corridos ou dias úteis. O parecer será votado na comissão e independentemente do resultado também será apreciado pelo plenário do Senado. Em ambos os casos, a votação será por maioria simples.

18/04/2016
Por Danilo Evaristo em Notas

Após voto, Jean Wyllys cospe em direção a Bolsonaro

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Foto: André Dusek/Estadão Conteúdo

Estadão Conteúdo – Após terminar de anunciar o seu voto no plenário da Câmara dos Deputados, Jean Wyllys (PSOL-RJ) cuspiu na direção do parlamentar Jair Bolsonaro (PSC-RJ). Por serem do mesmo Estado, os dois votaram no mesmo bloco na Câmara dos Deputados sobre o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Em seu discurso, Bolsonaro enalteceu o ex-chefe de um dos órgãos de repressão da ditadura militar.

“Perderam em 1964, perderam agora em 2016”, disse, fazendo uma referência ao golpe militar. “Contra o comunismo, pela nossa liberdade, contra o Foro de São Paulo, pela memória do coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, o pavor de Dilma Rousseff, pelo exército de Caxias, pelas Forças Armadas, o meu voto é sim”, defendeu Bolsonaro. Ele parabenizou o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), dizendo que “ele entrará para a história”.

O deputado Jean Wyllys disse estar “constrangido” de participar de uma “eleição indireta, conduzida por um ladrão, urdida por um traidor conspirador e apoiada por torturadores covardes, analfabetos políticos e vendidos. Uma farsa sexista”. Ele declarou seu voto contra o impeachment em nome “dos direitos da população LGBT, do povo negro exterminado nas periferias, dos trabalhadores da cultura, dos sem teto, dos sem terra”.

Jean Willys (PSOL-RJ) confirmou ter cuspido na cara de Jair Bolsonaro (PSC-RJ) em resposta a um insulto durante a votação e disse não se arrepender do gesto. “Na hora em que fui votar esse canalha (Bolsonaro) decidiu me insultar na saída e tentar agarra meu braço. Ele ou alguém que estivesse perto dele. Quando ouvi o insulto eu devolvi, cuspi na cara dele que é o que ele merece”, explicou Willys.

Indagado se teria sido se arrependido do gesto, ele respondeu: “De jeito nenhum. Eu cuspiria na cara dele quantas vezes eu quisesse e quantas vezes tivesse vontade”. O deputado disse não temer um processo por causa do gesto. “Processo merece quem é machista, que é a favor da violência, quem defende a memória (do coronel Carlos Alberto) Brilhante Ustra, um torturador. Isso deveria escandalizar vocês, não um cuspe na cara de um canalha”, justificou.

O parlamentar do PSOL não detalhou qual o teor do suposto insulto de Bolsonaro. Mais cedo, Jean Wyllys já tinha discutido no plenário com o deputado Pastor Marco Feliciano (PSC-SP), membro da bancada evangélica. O parlamentar carioca disse que Feliciano deveria assumir sua homossexualidade. O deputado paulista retrucou.

18/04/2016
Por Danilo Evaristo em Notas

Deputado Eduardo Cunha pede celeridade do Senado na apreciação do processo do impeachment

O presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), defendeu celeridade, por parte do Senado, na apreciação do processo de impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff, que teve a admissibilidade aprovada ontem (17) pela Câmara. Na avaliação de Cunha, o Brasil estará paralisado a partir de amanhã (18). Ele disse que pretende levar amanhã, pessoalmente, para o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), o parecer pela admissibilidade do afastamento de Dilma.

“O desfecho é muito importante, seja o [caso do] Senado aprovar ou não. O que não vai poder permitir é uma incerteza dessas. Quanto mais tempo se levar para decidir no Senado, a situação vai piorar. A máquina vai parar a partir de amanhã. O Brasil vai parar a partir de amanhã. Por isso, é importante que esse processo tenha um desfecho com maior celeridade, qualquer que seja o resultado. Fizemos a nossa parte”, disse o peemedebista logo após encerrar a sessão.

Segundo Cunha, Dilma perdeu as condições de governar e o país chegou ao fundo do poço. “O país passa por sérias dificuldades, a presidente perdeu as condições de governabilidade já faz tempo, perdeu todo e qualquer escrúpulo nesse feirão que foi feito para tentar comprar votos de toda a maneira e chegou ao fundo do poço. Agora, o Brasil precisa sair do fundo do poço. É preciso que a gente resolva politicamente essa situação o mais rápido possível”. As informações são da Agência Brasil.

18/04/2016
Por Danilo Evaristo em Notas

TCE vai investigar irregularidades na folha de pagamento de todas as prefeituras do Rio Grande do Norte

TCE

TCE vai investigar irregularidades na folha de pagamento de todas as prefeituras do RN

Nos próximos dias, o Tribunal de Contas do Rio Grande do Norte (TCE) deverá começar a realizar uma paulatina e completa devassa na folha de pagamento de todas as prefeituras do interior do estado para identificar possíveis irregularidades.

Um dos alvos da auditoria do TCE, é verificar a legalidade ou não do pagamento dos salários dos servidores municipais. A suspeita é que os aumentos concedidos nas administrações passadas foram aplicados por apadrinhamento e sem obediência as regras da lei. O TCE quer visitar cada município e comprovar as situações in loco.

A intenção do Tribunal de Contas é realizar também o cruzamento de dados para verificação de acumulação irregular de cargos públicos e recebimento de remuneração acima do teto constitucional. Comenta-se nos bastidores do TCE, que a fiscalização poderá constatar as irregularidades que existem em muitas prefeituras do RN com dinheiro público.

Via Blog do VT

18/04/2016
Por Danilo Evaristo em Notas

Bancada do RN dá sete votos pelo impeachment de Dilma

Por Allan Darlyson Portal no Ar – Como já estava previsto, a bancada do Rio Grande do Norte na Câmara dos Deputados deu sete dos seus oito votos pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT).

Votaram a favor os deputados federais Rogério Marinho (PSDB), Felipe Maia (DEM), Rafael Motta (PSB), Walter Alves (PMDB), Antônio Jácome (PTN), Fábio Faria (PSD) e Beto Rosado (PP).

A única parlamentar contrária ao impeachment na bancada potiguar foi a deputada federal Zenaide Maia (PR), que teve seu irmão, ex-deputado federal João Maia (PR), nomeado recentemente para a vice-presidência do Banco do Brasil.

18/04/2016
Por Danilo Evaristo em Notas

Cardozo: “Golpe ficará na história como ato vergonhoso”

O advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, disse que a decisão dos deputados de aprovarem hoje (18) a abertura do processo de impeachment foi política e que as denúncias contra a presidenta Dilma Rousseff não têm procedência e “nunca foram discutidas em profundidade”. Segundo Cardozo, o governo recebeu com “indignação e tristeza” a notícia. “Não há como se afirmar que houve má-fé, dolo”, disse, em referência ao mérito do pedido de impeachment em apreciação no Congresso Nacional, que agora será apreciado pelos senadores.

Reafirmando argumentações anteriores, o advogado disse que a defesa de Dilma já demonstrou “claramente” que não há ilegalidade nos decretos de crédito suplementar e nem no atraso do repasse de recursos do Tesouro aos bancos públicos, conhecido como “pedaladas fiscais”. Segundo o pedido de impeachment, esses configuram crime de responsabilidade fiscal.

“Em nenhum momento isso pode ser visto como operação de crédito, portanto não há ofensa à Lei de Responsabilidade Fiscal”, disse. Cardozo afirmou que a decisão foi “eminentemente e puramente política”. “Estamos indignados. [A decisão é uma] ruptura à Constituição Federal, configura a nosso ver um golpe à democracia e aos 54 milhões de brasileiros que elegeram a presidenta, um golpe à Constituição. Temos hoje mais um ato na linha da configuração de um golpe, o golpe de abril de 2016, que ficará na história como um ato vergonhoso”, disse.

Agência Brasil

18/04/2016
Por Danilo Evaristo em Notas

Vice-presidente Michel Temer recebe visita de aliados após aprovação do impeachment na Câmara

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Foto: Arquivo/Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

André Richter – Repórter da Agência Brasil – Cerca de 20 minutos após o plenário da Câmara dos Deputados atingir maioria de 342 votos a favor da admissão do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff, o vice-presidente Michel Temer começou a receber visitas de apoiadores no Palácio do Jaburu, residência oficial.

Um dos primeiros a chegar foi o deputado federal Arthur Oliveira Maia (PPS-BA). Para o parlamentar, a votação favorável ao impecchment deverá se repetir no Senado. “Não tem comemoração nenhuma. Vim só abraçar o vice-presidente, que é um amigo querido”, disse. De acordo com o deputado Hugo Motta (PMDB-PB), que também se encontrou com Temer, é preciso “virar a página” sobre a questão do impeachment” e planejar o que vai acontecer no país.

“O momento agora não é de parabéns. O momento é de combinarmos o que vai acontecer daqui para frente. A partir de agora, o PMDB tem a condição de poder, junto com os demais partidos, de conduzir um projeto de união nacional  em prol do país”, afirmou. O deputado Leonardo Quintão (PMDB-MG) informou que a votação final a favor do impeachment por 367 votos não o surpreendeu.

Segundo ele, o placar estava na estimativa prevista pelo partido. “Agora, vamos trabalhar no Senado. Vai dar tudo certo para o Brasil”, acrescentou. Segundo a assessoria da Vice-Presidência, Temer não deverá se pronunciar hoje (18) sobre o resultado da votação. O próximo passo do processo de impeachment será a votação no Senado. O cronograma de instalação da comissão especial que vai tratar do assunto e a data da votação no plenário da Casa ainda não foram decididas.

18/04/2016
Por Danilo Evaristo em Notas

Câmara aprova abertura de processo de impeachment de Dilma Rousseff com 367 votos a favor e 137 contra

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 Foto: Zeca Ribeiro

Por Carol Siqueira/Agência Câmara Notícias – Com os votos favoráveis de 367 deputados, 137 contrários e sete abstenções, o Plenário da Câmara dos Deputados aprovou o relatório pró-impeachment e autorizou o Senado Federal a julgar a presidente da República, Dilma Rousseff, por crime de responsabilidade. A sessão foi tensa, iniciada com princípio de tumulto.

Cada voto dos 511 deputados – estavam ausentes os deputados Aníbal Gomes (PMDB-CE) e Clarissa Garotinho (PR-RJ) – foi pontuado com comemorações de cada lado. O voto de número 342, mínimo para garantir o julgamento pelo Senado, dado por Bruno Araújo (PSDB-PE), foi celebrado à exaustão pelos partidários do impeachment, que tiveram apoio de deputados de 22 partidos. Apenas Psol, PT e PCdoB não deram votos à favor do impedimento da presidente Dilma. A sessão de votação durou cerca 6 horas, mas todo o processo de discussão e votação do impeachment consumiu quase 53 horas.

No Senado

Agora, o parecer que recomenda a investigação contra a presidente Dilma Rousseff segue para o Senado Federal. Lá, será constituída uma comissão especial para decidir se convalida, ou não, o pedido de abertura de investigação. Se for aprovado por 41 senadores, a presidente será afastada do cargo e julgada pelo Senado. Uma eventual condenação, que depende do aval de 2/3 da Casa (54 senadores), tira Dilma do cargo e a torna inelegível por oito anos.


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