15/03/2015
Por Danilo Evaristo em Notas

Protesto anti-Dilma em SP reúne meio milhão de pessoas

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Avenida Paulista, SP – Foto: Michel Filho / Agência O Globo

O Globo – A manifestação anti-Dilma na Avenida Paulista, em São Paulo, reúne 580 mil pessoas, segundo números da Polícia Militar às 15h05m, e é a maior do país. A maioria dos manifestantes veste camisetas nas cores verde, amarela e azul – cores da bandeira do Brasil – e exibe rostos pintados. Muitos seguram bandeiras, vuvuzelas, cartazes e faixas de repúdio à corrupção com as palavras “Basta”, “Vem pra Rua”, “Fora Dilma”, “Vamos Dar Um basta Nisso” e usam nariz de palhaço. O ato segue pacífico e reúne jovens, idosos e famílias com crianças.

Às 14h40m, a contagem da PM informava 240 mil pessoas. Uma nova atualização da corporação, às 15h05m, diz que chega a 580 mil o número de manifestantes. Muitas pessoas estão se dirigindo para a Paulista. O ato foi convocado pelas redes sociais. O Movimento Brasil Livre (MBL), que quer o impeachment da presidente Dilma Rousseff,organizou uma fila para pessoas interessadas em participar de um abaixo-assinado para retirar a presidente do poder. Também vendem camisetas com o símbolo do grupo ou com a frase “Fora PT” por R$ 40. Adesivos pró-impeachment são vendidos por R$ 5. O dinheiro, dizem os organizadores, é usado para financiar a entidade.

O partido Solidariedade, liderado pelo deputado federal Paulinho da Força, também montou uma barraca na esquina da avenida Paulista com a rua Augusta para recolher assinaturas pró-impeachment da presidente. A concentração começou de manhã, no vão livre do Masp, com 9 mil pessoas. Muitos ambulantes aproveitaram o ato para vender faixas, bandeiras do Brasil e apito. Os comércios estão com as portas abertas. Quarenta caminhões fazem um buzinaço na região. Os caminhoneiros estacionaram os veículos na Avenida Rebouças, uma das principais da capital. O trânsito foi interrompido.

15/03/2015
Por Danilo Evaristo em Notas, Rio Grande do Norte

Protesto: Centenas de pessoas se aglomeram no Midway

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Foto: Cedida

A Avenida Salgado Filho já está interditada no sentido Centro-Zona Sul, em frente ao Shopping Midway Mall.  Centenas de pessoas estão aglomeradas no local para protestarem contra a Presidenta Dilma Rousseff (PT).

* Blog do Heitor Gregório

15/03/2015
Por Danilo Evaristo em Notas

Felipe Maia na festa de emancipação política de Equador

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Na próxima terça-feira (17), a cidade de Equador comemora 52 anos de emancipação política. Para celebrar a data, a prefeitura do município promoveu uma série de atividades ao longo da semana. Ao lado da prefeita Noeide Sabino e do ex-prefeito Zenon, o deputado federal Felipe Maia participou da programação do sábado (14).

A praça “Zequinha Sanfoneiro” foi o lugar escolhido para a apresentação das atrações da noite. O deputado Felipe Maia parabenizou os equadoenses pela realização da festa e aproveitou a oportunidade para fazer uma prestação de contas do seu mandato. “Estou no terceiro mandato como deputado e gostaria de agradecer a população de Equador pela confiança. Por intermédio da prefeita Noeide, destinei emendas para a aquisição de equipamentos hospitalares, um carro para a assistência à saúde, a academia da terceira idade, a pista de ciclismo e tantos outros benefícios. Renovo meu compromisso e me coloco à disposição dos amigos desta querida cidade”, destacou o parlamentar.

Antes de acompanhar as performances no centro do município, o deputado foi recepcionado na residência da prefeita. Com os vereadores Mariano Norberto, Cletson Rivaldo, Júnior de “Zé Geraldo” e Raú Guedes, o ex-prefeito Chico Granjeiro, o vice-prefeito Joady Gomes, e do empresário Evilásio, o democrata discutiu a situação política nacional e regional.

15/03/2015
Por Danilo Evaristo em Notas

Quem é contra a corrupção não aposta em impeachment

Do Blog Wllana Dantas:

Com a responsabilidade de sempre divulgar os dois lados da notícia o blog repercute para vocês um artigo do Portal Brasil 247 onde o escritor Marcelo Zero defende em artigo que quem é realmente contra a corrupção não aposta em impeachment, eufemismo para golpe, aposta na Reforma Política.

Confira a baixo trechos do artigo:

Quem é realmente contra a corrupção não aposta em impeachment, eufemismo para golpe, aposta na Reforma Política. Em primeiro lugar, não há dúvida que a presidenta não só não é corrupta como não é tolerante com a corrupção.

No caso do chamado Petrolão, por exemplo, coube a Dilma e a Graça Foster a demissão da diretoria das Petrobrás, que foi colocada em altos cargos já nos tempos do PSDB, a qual se verificou depois ser corrupta. Na investigação determinada pelo Procurador Geral, Dilma, ao contrário de Aécio, sequer foi citada.

Nessas circunstâncias, propor o impeachment, sem nenhum fundamento jurídico, da presidenta recém-reeleita é golpe puro e simples. Mas a atual luta contra a corrupção não se assenta apenas nas inegáveis qualidades pessoais de honestidade e honradez da presidenta.

Para ler o restante do artigo clique AQUI

15/03/2015
Por Danilo Evaristo em Jucurutu/RN

On Line For Men Jucurutu está com descontos especiais

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Descontos imperdíveis bombam na On Line For Men em Jucurutu, na Travessa 7 de setembro, no mesmo prédio onde funciona a Del Rayssa Lingerie, próximo aos Correios, no Centro. Outras informações no telefone (84) 9812-5376.

15/03/2015
Por Danilo Evaristo em Notas

Ex-senadora Marina se posiciona contra o impeachment

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A ex-senadora Marina Silva, candidata derrotada na campanha presidencial de 2014, usou, neste sábado (14), o seu perfil em uma rede social para publicar artigo onde faz várias críticas à gestão da presidente Dilma Rousseff, mas se coloca contra o impeachment. Marina afirma que a “mudança na equipe econômica parece ser insuficiente para dar ao governo a credibilidade necessária à condução da economia”.

O Estadão Conteúdo informou que a ex-senadora entende que o agravamento de todos os sintomas da crise já évisível, mas defende ao longo de um extenso artigo denominado “Silêncio se faz para ouvir” que o respeito à democracia ensina a se dar um prazo inicial a todo governo eleito para que se diga a que veio.

15/03/2015
Por Danilo Evaristo em Notas

Cárcere privado durou mais de 40 horas na capital do RN

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Foto: Júnior Santos

G1 RN – O garoto de 14 anos que era mantido refém pelo padrasto em um apartamento em Natal foi libertado por volta das 17h20 deste sábado. Foram mais de 40 horas de cárcere privado. O padrasto Francisco José de Assis Guimarães, de 52 anos, cortou os pulsos e deu um tiro no queixo. Ele foi socorrido por médicos do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) com vida. O menino saiu andando, aparentemente estava sem ferimentos. Ele entrou em um carro da Polícia Militar e deixou o local.

De acordo com a PM, Francisco combinou com os policiais que por volta das 17h30 iria se entregar e libertar o enteado. Os policiais se posicionaram na porta do apartamento e antes que a porta se abrisse ouviram um tiro vindo de dentro do local. “Quando os policias entraram viram o padrasto caído no chão. O menino foi resgatado e o aposentado socorrido. Ele cortou os pulsos e deu um tiro no queixo”, afirmou o major Rodrigues Barreto, que comandou a operação. Ele considerou o desfecho do cárcere privado bem sucedido. “Consideramos o desfecho bem sucedido porque, apesar de ter uma pessoa ferida, não tivemos nenhuma morte”, disse o major.

15/03/2015
Por Danilo Evaristo em Notas

Cerca de 60 mil protestam em Belém contra o governo

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Foto: ESTADÃO CONTEÚDO / EDMAR BARROS

Cerca de 60 mil pessoas, segundo os manifestantes à frente do ato, protestaram na manhã deste domingo em Belém (PA) contra o governo da presidente Dilma Rousseff.

Eles caminharam para a Avenida Doca de Souza Franco, famoso destino de festas e comemorações na capital paraense.

Entre as instituições presentes no protesto, estão os sindicatos dos médicos, dos enfermeiros e do transporte alternativo, associação de emancipação de municípios e participantes da ordem da maçonaria. A PM ainda não informou a estimativa oficial de manifestantes.

* Com informaçõe do Estadão Conteúdo

15/03/2015
Por Danilo Evaristo em Notas

Por que o “15 de março” preocupa o Palácio do Planalto

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No último domingo, uma das frases marcantes do desastroso pronunciamento da presidente Dilma Rousseff foi a que ela admitia que o brasileiro “tem todo o direito de ficar irritado e preocupado” com o futuro do país. O resultado prático dessa irritação e preocupação serão conhecidos neste domingo, quando estão agendados protestos contra Dilma em mais de 200 capitais e cidades em regiões metropolitanas. O sucesso ou o fracasso dessas mobilizações deixaram a classe política em alerta na última semana. Para o Palácio do Planalto e o Partido dos Trabalhadores, o temor é óbvio: uma mobilização em massa levará a pressão contra o governo a níveis até hoje não testados. O contrário será usado pelo PT para martelar o discurso de que o panelaço da semana anterior foi uma reação da elite.

Do outro lado, setores da própria oposição hesitam sobre os rumos da crise, especialmente na economia. Mas a avaliação final foi que o embarque na onda dos protestos era inevitável. Na quarta-feira, o PSDB decidiu apoiar oficialmente as manifestações – desde que elas não levantem a bandeira do impeachment de Dilma por enquanto. Líderes da sigla como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e o senador José Serra (SP) adotaram discursos cautelosos. Só na sexta-feira o senador Aécio Neves (MG), derrotado por Dilma nas eleições do ano passado, divulgou um vídeo no qual declarava apoio às passeatas: “O próximo domingo será lembrado para sempre como o Dia da Democracia”, disse.

A memória do estrago produzido pelos atos de junho de 2013 ainda é viva para a classe política. No início daquele mês, a popularidade da presidente Dilma Rousseff era de 57%. Ao término de junho, era de apenas 30%. A explicação para a derrocada repentina são os protestos que se espalharam rapidamente pelo país na ocasião. As manifestações começaram para marcar posição contra o aumento da tarifa do transporte público em algumas capitais, mas cresceram gradualmente e acabaram por ganhar uma pauta ampla e impossível de ser unificada. O governo, que não previra a insatisfação popular e se viu paralisado diante dos primeiros protestos, foi obrigado a reagir e traçou um plano de emergência que incluía o endurecimento do combate à corrupção e um plebiscito para a reforma política. Fracassou de ponta a ponta.

Desde que os protestos de 2013 arrefeceram, o país não havia voltado a presenciar grandes manifestações de rua. O hiato vai acabar neste 15 de março, quando dezenas de protestos ocorrerão em cidades de todas as regiões brasileiras. Na comparação com 2013, o cenário é muito diverso e ainda pior para o governo, que tem bom motivos para se preocupar. Três diferenças são determinantes. Primeira: a popularidade de Dilma Rousseff está no seu ponto mais baixo desde que a petista assumiu o Planalto, em 2011. Segunda: o movimento atual é voltado primordialmente contra o governo, ao contrário do de 2013, quando tinha alvos diversos. Terceira: a situação econômica piorou sensivelmente nos dois últimos anos.

Sem sustentação popular, o governo fica ainda mais exposto em tempos de instabilidade. Além do escândalo do petrolão, os brasileiros têm tomado consciência das mentiras usadas na campanha para reeleger Dilma – a mais suja da história do país. Mesmo antes do início do segundo mandato, os números da economia deixavam evidente que o governo gastou demais, maquiou dados e mentiu para justificar o discurso eleitoral da presidente. Agora, com a inflação em alta, o dólar disparando, a perspectiva de um PIB negativo e uma piora nos índices de emprego, os efeitos da crise econômica afetam diretamente o contribuinte.

O ato do dia 15 de março foi agendado com mais de um mês de antecedência. Por isso, o PT e o governo puderam se preparar. O partido, mais ou menos de forma organizada, ensaiou uma fracassada demonstração de força nesta sexta-feira, quando grupos ligados ao partido e a sindicatos aparelhados fizeram um ato em defesa de Dilma – ou uma manifestação em defesa dos saqueadores da estatal.

Mas o contraste entre um lado e outro deve se tornar evidente neste domingo. Sem serem convocados por partidos ou entidades organizadas, sem receber auxílio financeiro para comparecer aos atos, os manifestantes contrários ao governo não são militantes profissionais e se mobilizaram sobretudo por meio do Facebook e do Whatsapp.Também por isso, os partidos de oposição foram cautelosos e só declararam seu apoio ao movimento poucos dias antes da passeata do dia 15. Nenhum deles quer passar a imagem de que está se apropriando ou financiando o movimento. Ou reforçar o discurso petista de que os protestos são meramente uma tentativa de forçar um “terceiro turno” eleitoral.

Petistas tentam desqualificar os novos manifestantes como se o protesto deste domingo expressasse apenas a incompreensão de uma parcela economicamente favorecida dos brasileiros. Mas a velha fórmula da luta de classes já é incapaz de explicar a mobiliação espontânea e sincera dos manifestantes. O discurso batido demonstra como a lógica petista perdeu totalmente a capacidade de explicar o país.

* Veja

15/03/2015
Por Danilo Evaristo em Jucurutu/RN

Celulares foram apreendidos hoje no CDP de Jucurutu

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No início da manhã deste sábado, 14, agentes penitenciários do CDP (Centro de Detenção Provisório)  de Jucurutu, que tem à frente o novo diretor, Reginaldo Gomes, com o apoio do GTO, comandado pelo Cabo Edivaldo, abriram as celas do CDP para uma revista minuciosa. Durante a revista foram apreendidos 06 celulares, carregadores para celular, uma marica (objeto utilizado para fumar crack), dinheiro e facas artesanais. Os objetos estavam muito bem escondidos em fundos falsos de baldes, garrafas d’água, e sem a experiência dos profissionais que atuaram na ação, dificilmente teriam sido encontrados.

Reginaldo Gomes, que já havia sido diretor do CDP de Jucurutu por um bom tempo, e, depois de passar alguns meses fora, está de volta, informou ao nosso Blog que a ação foi necessária e inadiável, isso porque havia suspeitas de que muitos celulares, com chips da TIM, estariam circulando nas duas celas existentes na unidade, e o que comprovou essa informação foi a divulgação de fotos de um preso, de dentro da cela, nas redes sociais. Por esse motivo a ação foi batizada de “Operação TIM”. Ainda, segundo o novo diretor, estão sendo providenciadas melhorias nas instalações do prédio, além da construção de mais duas celas, para que possa diminuir a super lotação atualmente existente no CDP. As informações são do Blog PM Jucurutu.


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