As cidades do Rio Grande do Norte que mais registraram ocorrências de quedas de raios no primeiro trimestre deste ano estão nas regiões Oeste e Seridó do estado. Das 16.279 descargas atmosféricas contabilizadas pela Neoenergia Cosern através da Plataforma Climatempo, 2.840 foram em Upanema. Em Mossoró, outros 2.454 raios atingiram o solo no mesmo período e, em Santana do Matos, 1.940. Apesar de representar uma redução de 42% em relação ao mesmo período do ano passado, a queda de raios pode provocar interrupções no fornecimento de energia elétrica e acidentes graves.
Conforme o levantamento, março foi o mês com o maior número de raios que atingiram o solo potiguar com 8.077 registros. Nesse mesmo mês, choveu na maioria das regiões com volumes consideráveis no Oeste e Seridó. Geralmente, as chuvas acompanhadas de trovões, relâmpagos e raios.Na semana passada, por exemplo, precipitações repentinas ocorreram em Mossoró precedidas de raios e relâmpagos.
“Reforçamos nossa rede elétrica, ao longo de 2024, com mais de 120 novos para-raios. Esses equipamentos reforçam a robustez da nossa rede e ampliam a segurança. Com isso, garantimos que o fornecimento tenha regularidade mesmo em dias chuvosos e com quedas de raios”, destaca Estênio Mota, supervisor da Neoenergia Cosern.
Orientações de segurança em casos de chuvas com raios
Busque abrigo tão logo veja nuvens carregadas no céu ou escute um trovão;
Evite colher frutas, legumes ou verduras, abrigar-se ou caminhar perto de árvores;
Não fique próximo a animais e nem ande a cavalo;
Não fique próximo a cercas de arame;
Não fique próximo a objetos metálicos pontiagudos como enxadas, pás e facões;
Não se abrigue debaixo de varandas, barracos e celeiros;
Não caminhe em áreas descampadas;
Não fique parado em rodovias, ruas ou estradas;
Não suba em locais como telhados, terraços e montanhas;
Não tome banho em praia, rio, açude ou piscina durante uma
tempestade;
Não utilize equipamentos elétricos ligados à rede elétrica;
Não fale ao telefone com fio ou utilizar o celular conectado ao carregador;
A fim de garantir o acesso à imunização, será realizada a campanha nacional de atualização da carteira de vacinação dos estudantes, nos meses de abril e maio. No Rio Grande do Norte, a campanha é coordenada pela Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), em parceria com a Secretaria de Estado da Educação, do Esporte e do Lazer (SEEC), e acontecerá entre 1º de abril e 31 de maio, com uma solenidade de abertura oficial no próximo dia 14.
Seguindo as diretrizes do Programa Saúde na Escolas, o mote da campanha no estado será “Minha Escola Nota 10 na vacinação: Nada de perder ponto na saúde!”, tendo como público-alvo crianças e adolescentes menores de 19 anos, matriculados nos ensinos infantil, fundamental e médio. O Dia D da campanha nas unidades de saúde, será realizado em 26 de abril, e entre os dias 5 e 9 de maio acontecerá a semana de vacinação nas escolas.
O objetivo é intensificar a imunização prevista no Calendário Nacional de Vacinação, com foco especial na vacina do HPV, tanto para meninas quanto para meninos. Além disso, a ação busca divulgar a importância da vacinação entre as crianças, adolescentes, pais e responsáveis, bem como profissionais de saúde e de educação, em sintonia com a política de retomada da vacinação no país, conduzida pelo Ministério da Saúde.
“A campanha de vacinação nas escolas é um ato fundamental, pois doenças que antes eram fatais foram controladas por meio das vacinas, mas o risco ainda existe. Se baixarmos a guarda, essas doenças podem voltar e colocar vidas em perigo. Levar a vacinação para o ambiente escolar facilita o acesso, evita filas nos postos de saúde e garante que mais crianças e adolescentes recebam a proteção necessária. Além disso, é um compromisso de todos – família, escola e governo – com o futuro, garantindo que nossas crianças cresçam saudáveis e protegidas”, destacou a coordenadora do Programa Estadual de Imunização, Laiane Graziela.
Além de todas as vacinas do calendário básico, serão ofertados os seguintes imunizantes: Febre Amarela, Tríplice Viral e Tríplice Bacteriana (DTP), para as crianças a partir de 8 meses e menores de 5 anos (ensino infantil); Febre Amarela, Tríplice Viral, Tríplice Bacteriana (DTP), Meningocócica ACWY e HPV, para crianças a partir de 5 anos e adolescentes menores de 15 anos (ensinos infantil, fundamental e médio.
No Rio Grande do Norte, a campanha conta com o apoio da União dos Dirigentes Municipais de Educação (UNDIME) e do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do RN (COSEMS).
Um alerta na saúde: aumentaram os casos de AVC entre os jovens. Fatores de risco explicam isso, como colesterol alto e diabetes e alguns sinais ajudam a identificar que uma pessoa pode estar sofrendo um derrame.
Demorou uma semana para os médicos descobrirem que os sintomas da Bruna eram de AVC. Ela tinha 23 anos e uma vida saudável.
“Foi um choque, porque para mim era uma coisa que só dava em pessoas mais velhas. Para mim, teve AVC ou morreu e ficou num estado muito grave”, disse Bruna Aguiar, estudante de relações públicas.
O acidente vascular cerebral sempre foi mais comum em pessoas acima de 60 anos, mas há cada vez há mais casos entre os mais jovens. Um estudo publicado na em uma revista científica dos Estados Unidos mostra que, em todo o mundo, 15 por cento dos AVC acontecem em pessoas com idade entre 15 e 34 anos.
No Brasil, esse número é maior: 18% dos AVCs são nessa faixa etária, de acordo com a Rede Brasil AVC.
Fatores de risco
Além de problemas cardíacos, diabetes e colesterol alto também são fatores de risco. O sedentarismo, a obesidade, o tabagismo e o uso excessivo de álcool aumentam a chance de ter um AVC.
Sintomas
Os sintomas são dificuldade para andar e falar, paralisia ou dormência do rosto, braços ou pernas, além de perda da visão, tontura e confusão mental. Quanto mais tempo demorar para procurar um médico, maiores podem ser as sequelas.
O uso de telas tem prejuízos bem relatados, sobretudo para as crianças, mas, agora, cientistas liderados pela Universidade de Washington, nos Estados Unidos, descobriram que ficar conectado muito tempo durante o dia antes de se deitar aumenta em 33% as chances de ter um sono ruim e de dormir 50 minutos a menos por semana. O artigo, publicado ontem na revista Jama Network Open, avaliou mais de 120 mil pessoas.
A preocupação com a utilização de dispositivos eletrônicos se dá em razão do impacto geral na saúde. Ao avaliar dados de 122.058 participantes da Pesquisa de Prevenção do Câncer da Sociedade Americana do Câncer, o novo estudo destaca que mais de 41% dos adultos relataram o uso diário de telas antes de dormir.
Os resultados revelaram que o uso diário de telas está ligado a uma prevalência 33% maior de qualidade de sono ruim e uma média de 7,64 minutos a menos de sono durante os dias de trabalho. Essa relação se mostrou ainda mais forte em pessoas classificadas como de cronotipos noturnos — que tendem a dormir mais tarde e experimentar uma duração de sono ainda menor em comparação aos de cronotipo matutino. Segundo a pesquisa, quem tinha cronotipo noturno e usava telas diariamente ia para a cama, em média, 15,62 minutos mais tarde, diminuindo a duração do sono.
Sem exclusividade
O estudo ressaltou que a associação negativa entre o uso de telas e a qualidade do sono não é exclusiva de crianças e adolescentes, mas se estende também à toda população adulta. Para os cientistas os resultados indicam que muitos adultos lutam contra a falta de sono adequada em decorrência das demandas de seus estilos de vida modernos, que frequentemente incluem o uso de dispositivos eletrônicos até tarde da noite.
Em termos de qualidade do sono, os autores observaram um aumento significativo na sensação de sonolência diurna entre os participantes que utilizam telas antes de dormir. A pesquisa ainda evidencia a urgência de abordagens para minimizar os impactos negativos do uso de eletrônicos sobre o sono.
Estratégias como a limitação do tempo de uso de dispositivos à noite, a promoção de práticas de higiene do sono e a conscientização sobre a importância do sono para a saúde geral podem ser essenciais. Além disso, adaptações ao design habitual dos espaços de trabalho e a incorporação de horários de descanso também podem ajudar a melhorar a qualidade do sono entre os adultos.
Cláudia Moreno, professora titular da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP) e membro titular da Academia Brasileira do Sono (ABS), há uma grande diferença em relação ao impacto em crianças, adolescentes e adultos, pois, de acordo com a faixa etária, a necessidade de sono varia. “As crianças precisam dormir mais horas do que os adolescentes, e os adolescentes, por sua vez, precisam de mais horas do que os adultos. Portanto, se houver uma privação de sono importante e acumulada, ela terá um impacto maior em crianças e adolescentes, pois eles necessitam de mais descanso que os adultos.”
Andrea Toscanini, médica especialista em sono, doutora em ciências pela USP, membro titular da Academia Brasileira do Sono e presidente do Comitê de Sono Associação Paulista de Medicina (APM), são três componentes que o uso de tela desequilibra. “A luz, que inibe a melatonina; o conteúdo, que é aditivo; e o comportamento, que pode levar a uma insônia de associação, caso o indivíduo não realize o ritual de pegar o celular antes de dormir. Esses três fatores em conjunto causam um impacto negativo no sono, atrasando o início do sono, diminuindo a qualidade do descanso e tornando o uso de telas um fator potencialmente aditivo e prejudicial ao bem-estar, principalmente à noite.”
Procrastinação
Apesar de ser a distração favorita, ficar longe do telefone pode não ser a solução para procrastinadores. Pesquisadores da Escola de Economia de Londres avaliaram 22 participantes. Os voluntários puderam levar dispositivos tecnológicos. O acesso limitado pela distância levou à redução do uso do celular, mas em vez de se tornarem menos distraídos, eles trocaram só de objeto de atenção para o laptop. “O estudo mostra que deixar o smartphone de lado pode não ser suficiente para reduzir a interrupção e a procrastinação, ou aumentar o foco”, diz Maxi Heitmayer, autor do estudo.
Educar, não proibir
Apenas proibir o acesso a smartphones e redes sociais não é suficiente para educar as crianças sobre o uso saudável e consciente das tecnologias. É o que revela um estudo, realizado por uma equipe multidisciplinar internacional e publicado, ontem, na revista The BMJ.
Proibições de acesso a smartphones e mídias sociais têm sido defendidas em muitos países para proteger crianças de danos, inclusive no Brasil, onde o uso de celulares não é mais permitido nas escolas. Embora os momentos e espaços sem tecnologia sejam importantes, os autores frisam que as restrições gerais são “soluções paliativas que pouco contribuem para apoiar o envolvimento saudável das crianças a longo prazo com espaços digitais na escola, em casa e em outros contextos, e sua transição bem-sucedida para a adolescência e a vida adulta em um mundo repleto de tecnologia”.
Em vez disso, os cientistas, entre eles Gilson Schwartz, pesquisador da Universidade de São Paulo (USP), sugerem uma abordagem baseada em direitos para o uso de celulares e redes sociais, em linha com a Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança, que recomenda maneiras de proteger as crianças de danos e, ao mesmo tempo, estimular o desenvolvimento saudável do uso dessas tecnologias.
Segundo Marcelle Passarinho Maia, coordenadora da psicologia do hospital Anchieta Ceilândia, a proibição sem uma abordagem educacional, além de difícil de implementar, pode acarretar diversos riscos e desvantagens. “Entre eles, estão a falta de educação digital; rebelião e curiosidade, levando ao uso escondido; desconhecimentos dos riscos da internet. A educação é, portanto, a chave para o uso seguro; falta de diálogo, pois essa abordagem punitiva pode inibir a comunicação entre pais e filhos; além de impactar na saúde mental, pois restrições severas podem aumentar a ansiedade e o estresse.”
Para Rafael Moore, psicólogo, doutor e professor de Psicologia do Centro Universitário Uniceplac, entre os problemas gerados pela tecnologia estão o uso descontrolado de telas, estimulação excessiva, exposição a padrões irreais de aparência, violência digital e polarização de ideias. “A psicologia poderia atuar no fortalecimento de práticas saudáveis que se opõem a esses fenômenos. Abordar a valorização das diferenças e da troca de ideias, respeito ao outro, e a assertividade para a defesa dos próprios direitos, construção de autoestima. Deve-se também estimular atividades de socialização fora do ambiente virtual.”
O Projeto de Extensão Inclusão Digital para Idosos (ProEIDI), do Instituto Metrópole Digital (IMD/UFRN), vai abrir as inscrições para novas turmas no mês de abril. Ao todo, serão oferecidas 76 vagas, destinadas a pessoas com 60 anos ou mais, contemplando tanto o público interno quanto externo à UFRN.
As inscrições deverão ser realizadas presencialmente no dia 5 de abril, a partir das 8h, na sede do IMD. A seleção acontecerá por ordem de chegada, sendo necessário apresentar um documento oficial com foto para comprovar a idade. As aulas ocorrerão aos sábados, no próprio Instituto, com início previsto para o dia 12 de abril.
A iniciativa contará com dois cursos distintos. O curso de Computação Básica, com 28 vagas, abordará o uso do computador, navegação na internet e acesso a ferramentas como o Google Drive, entre outras atividades digitais essenciais.
Já o curso de Smartphone Básico, com 48 vagas, tratará do uso de aplicativos populares, como WhatsApp e Instagram, além de funcionalidades básicas da central de controle do celular.
Abrindo as ações do Abril Azul, mês dedicado à conscientização sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA), a sede da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte ganhou uma iluminação especial na cor azul. A iniciativa, solicitada pelo deputado estadual Kleber Rodrigues (PSDB), simboliza o compromisso do Parlamento Potiguar com a inclusão e o respeito às pessoas autistas.
A cor azul, símbolo internacional do autismo, foi escolhida para dar visibilidade à causa e marcar o início da programação prevista pelo mandato do parlamentar em todo o estado. “A iluminação da Assembleia é mais que um gesto simbólico: é um sinal claro de que o nosso mandato está atento, engajado e comprometido com a construção de uma sociedade mais inclusiva”, destaca Kleber Rodrigues.
O deputado agradeceu ao presidente da Casa Legislativa, deputado Ezequiel Ferreira, por ter acolhido prontamente a solicitação. “Esse gesto reforça que a luta pela inclusão não é individual, mas coletiva. É uma causa que une todos os parlamentares favor do respeito, da empatia e da garantia de direitos”, ressalta ele.
Além da iluminação, o Abril Azul contará com homenagens, atendimentos gratuitos, ações de rua, mobilizações nas redes sociais e eventos esportivos. A agenda segue durante todo o mês, passando por cidades como Natal, Parnamirim, Macaíba e Mossoró, com foco na escuta, no acolhimento e na promoção da dignidade das pessoas com TEA e suas famílias.
A Justiça Federal da 1ª Região decidiu suspender a nova resolução do Conselho Federal de Farmácia (CFF), que autorizava farmacêuticos a prescreverem medicamentos a partir de de abril, após uma ação Conselho Federal de Medicina (CFM).
Na decisão desta segunda-feira (31), o juiz Alaôr Piacini entendeu que a resolução invade a competência de médicos e citou a Lei do Ato Médico.
“Verifica-se da referida lei que somente o médico tem competência legal e formação profissional para diagnosticar e, na sequência, indicar o tratamento terapêutico para a doença, após a realização do diagnóstico nosológico, processo pelo qual se determina a natureza de uma doença, mediante o estudo de sua origem, evolução, sinais e sintomas manifestos”, afirmou.
O juiz determinou que o conselho divulgue a decisão em seu site e outros meios institucionais sob pena de multa de R$ 100 mil.
A ação judicial que contesta a autorização dos farmacêuticos foi protocolada na quinta (20). Para o CFM, os farmacêuticos não têm atribuição legal e preparação técnica para definir tratamentos.
A resolução do CFF, publicada no Diário Oficial da União no último dia 17, autorizava profissionais da área a prescrever medicamentos, incluindo os que exigem receita médica, além de solicitar exames laboratoriais.
O Conselho Federal de Farmácia (CFF) ainda pode recorrer da decisão.
A governadora Fátima Bezerra deu a largada da 1ª edição da Corrida das Mulheres 2025 superou as expectativas, com a participação de 500 corredoras no percurso de 5 mil metros com largada e chegada no Centro Administrativo de Lagoa Nova.
A governadora Fátima Bezerra abriu a corrida, às 16 horas deste sábado (29), tendo declarado que “esse é um momento de todo mundo estar de mãos dadas e renovar, cada vez mais, a nossa fé e esperança por um mundo de paz e bem-estar, cidadania e de respeito, igualdade e direitos”.
Fátima Bezerra reforçou que a corrida tem a finalidade de promover a prática de atividades físicas, especialmente o atletismo, entre as mulheres, deve fazer parte do calendário anual de homenagens às mulheres no decorrer de todo mês de março.
Já a secretaria de Estado das Mulheres, da Juventude, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos, Júlia Arruda, disse que o evento encerrou a série de ações ocorridas no mês de março, mas esse foi um momento de confraternização, de mais saúde e qualidade de vida. “Também tem um cunho social, a cada troca de camiseta, a mulher que fez sua inscrição doava dois pacotes de absorventes para serem doados às mulheres em situação de vulnerabilidade social”, informou.
Júlia Arruda confirmou que a “Corrida de Mulheres” pode entrar no calendário oficial de eventos esportivos, porque a maioria das 500 mulheres inscritas, “já fazem parte de um grupo que participa de corridas como essa”.
O sucesso da corrida, segundo Arruda, foi tanto, que as inscrições se encerraram em 13 minutos.
A atleta Gilberleide de Souza chegou em primeiro lugar, com o tempo de 22 minutos e 35 segundos, disse que após superar problemas de saúde, começou a correr em 2023. Não parou mais, “virou hobby”, tendo vencido também a corrida natalina do ano passado.
O Governo do Estado destinou um investimento de R$ 84.590,00 para a realização da primeira edição da Corrida das Mulheres, como parte das celebrações do mês das mulheres.
O evento buscou conscientizar sobre a importância do bem-estar e qualidade de vida, integrando as áreas de esporte, saúde, assistência social e igualdade de gênero, comemorando o dia internacional da mulher, neste mês de março.
Cada atleta retirou um dia antes da corrida, na sexta-feira (28), o kit que incluía número de peito, chip de cronometragem, camiseta do evento, kit-lanche e hidratação durante a corrida.
Todas as participantes receberam medalhas. As melhores colocadas receberam troféus, divididos por faixas etárias e categorias.
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) confirmou que não haverá cobrança extra nas contas de luz em abril. A Aneel informou, no final da semana passada, que o volume de chuvas e as boas condições dos níveis dos reservatórios garantiram a continuidade da bandeira verde. É o quarto mês consecutivo que a bandeira verde é acionada.
Mesmo com manutenção da bandeira verde, sem cobrança adicional na conta, a Neoenergia Cosern chama atenção para a necessidade de adoção de consumo consciente de energia elétrica. Além disso, o cliente contribui com o meio ambiente evitando desperdícios com a adoção de pequenas mudanças de hábitos que o transformam em um consumidor de energia elétrica consciente.
Confira dicas para economizar na conta:
Ar-condicionado e ventilador
O recomendado é manter a temperatura do aparelho entre 23ºC e 25ºC e programar o desligamento automático durante a madrugada. A outra opção é adquirir aparelhos com a tecnologia Inverter, onde há melhor uso do compressor. Outro detalhe importante é conferir se a manutenção do aparelho está em dia e limpar filtros e saídas de ar a cada duas semanas.
As recomendações para quem vai comprar um ar-condicionado são de optar por modelos Split, dotados de tecnologia Inverter. Eles são até 60% mais econômicos por adotarem um sistema que não desliga completamente o compressor de ar durante o uso, evitando picos de energia. É essencial identificar a capacidade mais adequada do aparelho para as características do ambiente. A instalação deve ser feita, preferencialmente, em paralelo ao lado de maior dimensão do cômodo e no alto.
Após a refrigeração do espaço, o consumidor pode recorrer aos ventiladores de teto, que são mais econômicos, para circular o ar e manter o clima agradável. Quanto maior a velocidade, maior o consumo.
Chuveiro elétrico
Deve ser mantido desligado ou na opção verão, que consome até 30% menos energia. Além disso, deve-se tomar banhos rápidos, e desligar a água quando estiver ensaboando. Por segurança, a orientação é sempre usar resistências originais, pois as inadequadas podem elevar o consumo de energia e provocar sérios danos à instalação e ao chuveiro, causando risco de acidentes. A troca por aquecedor solar térmico é sempre recomendado.
Geladeiras
Para evitar o aumento do consumo, deve-se verificar a borracha de vedação e evitar colocar alimentos quentes. Outra orientação é manter o aparelho a pelo menos 10 centímetros de distância da parede, evitando que o calor aumente excessivamente na parte traseira. Deve-se abrir a geladeira o mínimo de vezes possível.
Iluminação natural e uso de LED
É importante manter janelas e cortinas abertas para utilizar a iluminação natural. Utilizar cores claras nas paredes e apagar as lâmpadas dos cômodos desocupados, com exceção daquelas que contribuem com a segurança também é importante. Quando precisar usar lâmpadas, escolher as de LED, que são cerca de 40% mais econômicas. O uso de lâmpadas LED traz uma série de benefícios, além de gerar economia de energia.
Elas possuem maior vida útil, com duração de aproximadamente 25 mil horas, enquanto as lâmpadas fluorescentes duram 15 mil horas. A tecnologia também causa menos impacto ambiental. O LED não possui elementos tóxicos na sua composição, ao contrário das lâmpadas fluorescentes, que possuem mercúrio, gerador de resíduos prejudiciais ao meio ambiente quando essas são descartadas de maneira irregular em rios e aterros.
As regiões Centro-Oeste, Sudeste, Sul e uma pequena parte do Nordeste terão um mês de abril com temperaturas acima da média, indica previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Nessas regiões, as chuvas também serão mais escassas para o período, mantendo a tendência do que ocorreu durante o verão, encerrado no último dia 20 de março.
Segundo o balanço da estação, apesar da influência do fenômeno La Niña, esse foi o sexto verão mais quente do país desde 1961. As chuvas ultrapassaram a média histórica na faixa norte do país, mas nas regiões Centro-Oeste, Sudeste e em parte da Região Sul, as precipitações foram predominantemente abaixo da média.
“Os volumes apresentados não foram suficientes para recuperar o estoque hídrico do solo, maltratado pelas últimas secas e incêndios florestais que têm atingindo com mais frequência os biomas Amazônia, Cerrado e o Pantanal nos últimos dois anos”, destaca nota divulgada pelo Inmet.
Temperaturas
As previsões para abril indicam também que o centro-sul do país e áreas pontuais no Nordeste devem atravessar o mês com temperaturas acima de 24°C. Já outras áreas no Nordeste e toda a Região Norte deverão registrar temperaturas dentro da média histórica para o período, com termômetros marcando entre 26º e 28º.
Para o Inmet, nas regiões Centro-Oeste e Sudeste haverá chuvas mal distribuídas, com tendência de volumes mais concentradas no leste do Sudeste. Na Região Sul, a seca deverá ser percebida principalmente no extremo-sul do Rio Grande do Sul e na parte central de Santa Catarina. Em outras áreas, as chuvas acima da média podem ajudar na recuperação do solo.
Outono
Para a temporada de outono – iniciado em 20 de março para terminar em 20 de junho – a meteorologista do Inmet, Danielle Ferreira, destaca que as chuvas ainda persistirão somente na faixa norte do país, mas o mesmo não será observado na parte central brasileira.
“A tendência é de redução das chuvas à medida que a gente vai para meados e fim do outono, que é o estabelecimento do período seco. Na Região Sul teremos um pouco de irregularidade em abril, mas poderemos ter o retorno das chuvas no Rio Grande do Sul, principalmente, a partir de maio”, acrescentou.
Em termos de temperatura, a previsão para outono é de termômetros acima da média no centro-sul do país, com algumas entradas de massa de ar frio a partir de abril. “Isso pode provocar temperaturas mais amenas, principalmente em regiões mais elevadas e até mesmo ocorrência de geadas, em especial nas áreas mais elevadas da Região Sul. Por enquanto, a gente não tem previsão de geada para a Região Sudeste, mas à medida que o outono vai se estabelecendo, é possível que ocorra também”, concluiu a meteorologista.