25/03/2020
Por Danilo Evaristo em
Notas
Davi (à esquerda) e Anastasia – Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e o vice-presidente, Antonio Anastasia, divulgaram há pouco nota classificando como “graves” as declarações do presidente Jair Bolsonaro, feitas em cadeia nacional na noite desta terça-feira (24). No pronunciamento à população, Bolsonaro afirmou que o país deve voltar à normalidade e abandonar o conceito de “terra arrasada”, com reabertura do comércio e das escolas.
“Consideramos grave a posição externada pelo presidente da República hoje, em cadeia nacional, de ataque às medidas de contenção ao covid-19. Posição que está na contramão das ações adotadas em outros países e sugeridas pela própria Organização Mundial da Saúde (OMS). A Nação espera do líder do Executivo, mais do que nunca, transparência, seriedade e responsabilidade”, diz a nota da Presidência do Senado.
Confira a íntegra do comunicado.
Nota à imprensa
“Neste momento grave, o País precisa de uma liderança séria, responsável e comprometida com a vida e a saúde da sua população. Consideramos grave a posição externada pelo presidente da República hoje, em cadeia nacional, de ataque às medidas de contenção ao covid-19. Posição que está na contramão das ações adotadas em outros países e sugeridas pela própria Organização Mundial da Saúde (OMS). Reafirmamos e insistimos: não é momento de ataque à imprensa e a outros gestores públicos. É momento de união, de serenidade e equilíbrio, de ouvir os técnicos e profissionais da área para que sejam adotadas as precauções e cautelas necessárias para o controle da situação, antes que seja tarde demais. A Nação espera do líder do Executivo, mais do que nunca, transparência, seriedade e responsabilidade. O Congresso continuará atuante e atento para colaborar no que for necessário para a superação desta crise.”
Davi Alcolumbre, Presidente do Senado
Antônio Anastasia, Vice-presidente do Senado
Agência Senado
25/03/2020
Por Danilo Evaristo em
Notas
Foto: Reprodução
G1
Contrariando tudo o que especialistas e autoridades sanitárias do país e do mundo inteiro vêm pregando como forma de evitar que o novo coronavírus se espalhe, o presidente Jair Bolsonaro criticou, em pronunciamento na noite desta terça-feira (24) em rede nacional de televisão, o pedido para que todas aqueles que possam fiquem em casa.
Bolsonaro culpou os meios de comunicação por espalharem, segundo ele, uma sensação de “pavor”. E disse que, se contrair o vírus, não pegará mais do que uma “gripezinha”.
Consultado, o Ministério da Saúde informou que não vai se posicionar sobre o pronunciamento do presidente.
“O vírus chegou, está sendo enfrentado por nós e brevemente passará. Nossa vida tem que continuar. Os empregos devem ser mantidos. O sustento das famílias deve ser preservado. Devemos sim voltar à normalidade. Algumas poucas autoridades estaduais e municipais devem abandonar o conceito de terra arrasada, a proibição de transportes, o fechamento de comércios e o confinamento em massa. O que se passa no mundo tem mostrado que o grupo de risco é o das pessoas acima dos 60 anos. Por que fechar escolas?”, declarou.
Segundo o presidente, “raros são os casos fatais de pessoas sãs com menos de 40 anos de idade. 90% de nós não teremos qualquer manifestação caso se contamine. Devemos sim é ter extrema preocupação em não transmitir o vírus para os outros, em especial aos nosso queridos pais e avós, respeitando as orientações do Ministério da Saúde”.
“No meu caso particular, pelo meu histórico de atleta, caso fosse contaminado com o vírus, não precisaria me preocupar. Nada sentiria ou seria, quando muito, acometido de uma gripezinha ou resfriadinho, como disse aquele famoso médico daquela famosa televisão. Enquanto estou falando, o mundo busca um tratamento para a doença.”
No pronunciamento, Bolsonaro disse que os meios de comunicação espalharam “pavor” e provocaram “histeria” no país.
“Grande parte dos meios de comunicação foram na contramão. Espalharam exatamente a sensação de pavor, tendo como carro chefe o anúncio do grande número de vítimas na Itália. Um país com grande numero de idosos e com o clima totalmente diferente do nosso. O cenário perfeito, potencializado pela mídia, para que uma verdadeira histeria se espalhasse pelo nosso país”, afirmou.
De acordo com o presidente, “percebe-se que, de ontem para hoje, parte da imprensa mudou seu editorial, pedem calma e tranquilidade. Isso é muito bom. Parabéns, imprensa brasileira. É essencial que o bom senso e o equilíbrio prevaleçam entre nós”.
25/03/2020
Por Danilo Evaristo em
Notas
Jucurutu – Foto: Jackson Douglas
A previsão de chuvas, para o trimestre de abril, maio e junho, no Rio Grande do Norte é de chuvas de normal a acima do normal. A chuva esperada deve ser bem distribuída em todas as regiões do RN sendo de 578,7mm para o Leste, 328,1mm para o Oeste, 317,7mm para o Agreste e 256,5mm para a Central. Este é análise feita por meteorologistas de diversos órgãos durante a I Reunião de Análise e Previsão Climática para o Setor Leste do Nordeste de 2020, realizada por meio de videoconferência no último dia 19.
“Importa destacar que a grande variabilidade temporal e espacial das chuvas nesse período, o que significa que podem ocorrer chuvas intensas concentradas em algumas áreas durante um período curto de tempo”, explicou o chefe da Unidade de Meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN), Gilmar Bristot representando o RN na reunião.
Participaram da videoconferência meteorologistas de órgãos dos estados do Ceará (Fundação Cearense de Meteorologia – FUNCEME), Paraíba (Agência Executiva de Gestão de Águas – AESA), Alagoas (Secretaria do Estado de Meio Ambiente e Recursos Hídricos de Alagoas – SEMARH), Sergipe (Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Sustentabilidade SEDURBS), Bahia (Instituto de Meio Ambiente e Recursos Hídricos – INEMA) e do Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos/Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – CPTEC/INPE.
REUNIÃO CLIMÁTICA
Em fevereiro, o RN sediou a III Reunião de Análise Climática para o Semiárido do Nordeste – Etapa Rio Grande do Norte- período de março a maio de 2020, ocasião em que os meteorologistas anunciaram a previsão de chuvas acima da média histórica para o trimestre de março, abril e maio.
Os padrões climáticos até então analisados indicavam a ocorrência de chuvas distribuídas em todas as regiões do Estado, sendo 479 milímetros na região Oeste, 376 na região Central, 342 na região Agreste e 533 milímetros na região Leste. “Parâmetros de temperatura na superfície dos oceanos, ventos e pressão atmosférica são elementos considerados nas análises”, disse Britot coordenador do evento.
Para 2020, o prognóstico dos meteorologistas é que a média de chuvas no RN gire entre 800 e 1200 milímetros.
25/03/2020
Por Danilo Evaristo em
NotasA Subcoordenadoria de Vigilância Sanitária do Rio Grande do Norte (SUVISA/RN) informa à população que não há pessoa desta unidade autorizada a fazer inspeção em condomínios ou residências.
Qualquer um que esteja usando o nome da Vigilância Sanitária nesse sentido deve ser denunciado à Polícia Militar, através do número 190.
24/03/2020
Por Danilo Evaristo em
Notas
Por Reuters
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira (24) um pacote de medidas especiais em resposta à pandemia de coronavírus, incluindo a suspensão por 90 dias de cortes do serviço de eletricidade por inadimplência para consumidores residenciais e serviços essenciais.
As medidas, aprovadas em reunião extraordinária de diretoria do regulador realizada por meio de videoconferência, incluem também a flexibilização pelo mesmo prazo de algumas obrigações das distribuidoras de energia, como de atendimento presencial a clientes e entrega de faturas a domicílio.
O diretor-geral da agência, André Pepitone, disse que ainda haverá uma avaliação à parte, em discussão junto ao governo, de medidas adicionais em benefício de consumidores de baixa renda.
“Nos foi demandado que se avaliasse a possibilidade de haver um suporte maior ao (consumidor de) baixa renda, e isso vai ser tratado nos canais de governo, com o Ministério de Minas e Energia e da Economia, com coordenação da Casa Civil”, afirmou.
24/03/2020
Por Danilo Evaristo em
Notas
A Comissão de Saúde Mental da UFRN, preocupada com o bem-estar da comunidade diante da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), preparou um guia prático com dicas para minimizar o estresse provocado pela incerteza do momento, os riscos de contaminação e a necessidade de isolamento social, que podem agravar ou causar problemas na esfera psicológica, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).
Além das dicas que seguem abaixo, a Comissão de Saúde Mental da UFRN está à disposição da comunidade universitária, que pode entrar em contato pelo e-mail comsaudemental@reitoria.ufrn.br.
Confira as dicas:
– Seja seletivo nas informações que recebe. Se atualize apenas por fontes confiáveis e separe um período do dia para fazer essa atualização.
– Não leia tudo que chega nas suas redes sociais. O excesso de informação pode custar caro para sua saúde mental.
– Planeje suas atividades diárias: tente fazer aquilo que lhe dá prazer. Procure descobrir tarefas prazerosas que possam deixar seu dia mais agradável.
– Deixe sua mente produtiva: separe livros para uma boa leitura, assista a filmes interessantes.
– Amplie sua rede de apoio social online: identifique recursos tecnológicos que possam lhe conectar com familiares, amigos e colegas.
– Seja criativo: cozinhe, escreva, pinte e borde. Descubra novas formas de comunicar com seus filhos, sobrinhos e crianças vizinhas.
– Seja empático e prestativo: olhe ao seu redor se existe algum idoso que precise da sua ajuda.
– Faça exercícios físicos em casa. Existem alguns aplicativos que podem lhe auxiliar nesses exercícios.
– Durma bem. Hidrate-se e tenha uma alimentação saudável.
– Fique atento aos seus sentimentos e necessidades e recorra aos amigos ou mesmo a um profissional da saúde mental, se necessário.
24/03/2020
Por Danilo Evaristo em
NotasNesta terça-feira (24), comemora-se o Dia Mundial de Combate à Tuberculose, doença grave que está entre as 10 principais causas de morte no mundo: são 10 milhões de casos por ano e mais de 1 milhão de óbitos.
No Brasil, em 2019, foram registrados 73.864 mil casos novos da doença. Apesar de ter cura, o abandono do tratamento é o principal motivo para a tuberculose ainda continuar fazendo vítimas fatais. Apesar da redução de 8% no número de óbitos na última década (4.881 óbitos em 2008), em 2018, 4.490 pessoas morreram no país.
O tratamento oferecido no Sistema Único de Saúde (SUS) dura, em média, seis meses. Apesar da melhora dos sintomas já nas primeiras semanas após início, a cura só é garantida ao final da terapia.
Para reforçar a importância de continuar o tratamento até o fim, o Ministério da Saúde inicia uma ação na Internet e outdoor social direcionada a pessoas com tuberculose. Isso porque a interrupção do tratamento antes da conclusão pode levar o paciente à resistência aos antibióticos ou mesmo a complicações que podem resultar em morte. Além disso, pode aumentar o risco de transmissão da doença para outras pessoas, por meio do espirro, tosse ou fala.
No Brasil, de cada 10 pessoas que iniciam o tratamento, pelo menos uma abandona o uso dos medicamentos. O esquema básico consiste na administração de medicamentos em doses combinadas fixas, ou seja, 4 em 1 (rifampicina, isoniazida, pirazinamida e etambutol) durante dois meses, seguida de 2 medicamentos em 1 (rifampicina e isoniazida) durante quatro meses.
“A tuberculose, como toda doença infecciosa de longa duração, também pode alterar a imunidade da pessoa e, por isso, torná-la mais suscetível ao desenvolvimento de outras doenças, inclusive ao coronavírus. Por isso, é preciso redobrar os cuidados, evitar sair de casa, sempre higienizar bem as mãos, não tocar no rosto, nariz e boca e fazer o máximo possível para não estar em ambientes com aglomeração”, destaca a Coordenadora-Geral de Vigilância das Doenças de Transmissão Respiratória de Condições Crônicas do Ministério da Saúde, Denise Arakaki.
A orientação do Ministério da Saúde é que as unidades de saúde continuem assistindo as pessoas com tuberculose, mas que desenvolvam estratégias para evitar que esses pacientes se exponham desnecessariamente, principalmente em ambientes com concentração de pessoas ou locais com circulação comprovada do coronavírus. “Nós estamos alertando os serviços de saúde para que mantenham todo o cuidado necessário com os pacientes em tratamento de tuberculose usando chamadas por telefone, vídeo, mantendo diálogo permanente e acompanhamento o tratamento e evolução do quadro clínico dos pacientes. Vamos estar juntos, ainda que distantes fisicamente, mas sempre presentes”, reforçou Arakaki.
Os dados novos do Boletim Epidemiológico de Tuberculose 2020 Epidemiológico de Tuberculose 2020, divulgado nesta terça-feira (24), apontam queda no número de casos novos da doença em 2019 na comparação com 2018, quando foram registrados 75.717 novos casos de tuberculose. Contudo, nos últimos cinco anos, o número de casos da doença no país aumentou 6%, passando de 69.802, em 2015, para 73.864, em 2019.
Por Gustavo Frasão, da Agência Saúde
24/03/2020
Por Danilo Evaristo em
Notas
Dona Bernarda iniciou um movimento solidário em Santa Quitéria (MA)
Em meio à pandemia do novo coronavírus, um dos produtos mais procurados pela população são as máscaras cirúrgicas. Por recomendação de organizações da área da saúde, o item deve ser usado apenas por grupos específicos. Ainda assim, o produto está em falta em vários locais, e algumas pessoas começaram a produzir máscaras em casa.
É o caso de Renatha Maria Vieira da Costa, professora formada em biologia e engenharia civil, que pediu para a avó, Bernarda Alves da Costa, de 87 anos, costurar máscaras feitas a partir de TNT, que são impermeabilizadas.
Renatha, que mora em Santa Quitéria do Maranhão, relata que a ideia veio após o sumiço das máscaras nas lojas de Parnaíba, onde trabalha. Médicos da cidade ensinaram ela e outras pessoas a fazer máscaras caseiras, e ela teve a ideia de produzir para distribuir em Santa Quitéria, que também está sem o produto. “Minha avó aceitou desde que as máscaras fossem doadas para os idosos da cidade”, lembra Renata.
Apenas com a avó foram produzidas cerca de 20 máscaras em um dia, mas a ação chamou atenção e outras costureiras decidiram ajudar. Sobre a avó, Renata comenta que a avó tem a costura como distração: “a costura é por hobby, ela passou a vida costurando. Ela já não enxerga bem, mas ainda costura. A gente coloca a linha na agulha e ela fica costurando”.
Estadão Conteúdo
24/03/2020
Por Danilo Evaristo em
NotasINSS
Beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) não terão interrupção nos pagamentos por não realizar a prova de vida pelos próximos quatro meses, a partir deste mês de março.
A suspensão do procedimento de bloqueio do pagamento faz parte das medidas estabelecidas pelo órgão para enfrentamento do Covid-19 (Coronavírus), com o objetivo de reduzir o risco de contágio entre cidadãos. As medidas foram divulgadas por meio da Portaria 373/2020, no Diário Oficial da União de terça-feira (17).
A decisão vale tanto para os residentes no Brasil, como para quem mora no exterior e inclui o procedimento realizado por meio de agendamento em domicílio.
Em situações normais, a prova de vida é feita pelo segurado anualmente para comprovar que ele está vivo e garantir que o benefício continue sendo pago.
A partir de abril, os benefícios do INSS também serão mantidos, sem a necessidade de apresentação de declaração de cárcere, de CPF ou da da execução do programa de Reabilitação Profissional, entre outras rotinas habituais que exigiam a presença física do segurado.
Cabe ressaltar que as medidas decorrentes do estado de emergência pública podem ser prorrogadas enquanto perdurar a pandemia.

A agência bancária do Banco do Brasil em Jucurutu tem adotado novos procedimentos para evitar a aglomeração de pessoas na Sala de Auto Atendimento, orientando dessa forma ao uso de 1 pessoa por terminal.
Essas medidas estão em conformidade com o Decreto Estadual 29.541 de 20 de março de 2020, do Governo do Estado do Rio Grande do Norte, que trata de medidas preventivas para enfrentamento à Covid-19.
O banco orienta e pede aos idosos que a partir de amanhã, dia 25 de março de 2020, que começa o calendário de pagamento de benefícios do INSS, evitem de irem cedo à agência, que evitem ficarem próximos um do outro, pois será garantido o pagamento a todos, através dos caixas eletrônicos.
“Precisamos da conscientização da população nesse momento, para evitar aglomerações de pessoas. Bem como informamos que todos os cartões de pagamento de benefícios do INSS podem ser utilizados para efetuar compras em supermercados da nossa cidade”, destaca a agência do banco do Brasil de Jucurutu.