14/10/2025
Por Danilo Evaristo em
Notas
A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte realiza nesta terça-feira (14), a partir das 14h, uma audiência pública para discutir os desafios e oportunidades da cadeia produtiva do petróleo no Estado. A proposição é da deputada Isolda Dantas (PT) e o debate ocorre no auditório da da Casa. A discussão é aberta ao público.
Com tradição histórica na exploração de petróleo, o Rio Grande do Norte é um dos maiores produtores do país e tem no setor uma das principais bases de sua economia. A atividade é responsável pela geração de empregos, arrecadação de tributos e fortalecimento da cadeia produtiva local, além de representar papel estratégico para o desenvolvimento regional, principalmente após a retomada da exploração dos campos maduros.
De acordo com a deputada Isolda Dantas, o debate busca aprofundar a discussão sobre as condições atuais de exploração, além de identificar novas oportunidades de investimento e incentivar a inovação tecnológica.
“O petróleo faz parte da nossa história e da nossa economia, mas também impõe desafios que precisam ser enfrentados com responsabilidade, sustentabilidade e planejamento para o futuro”, justificou Isolda Dantas.
A audiência reunirá representantes do poder público, instituições de pesquisa, empresas do setor energético, sindicatos e sociedade civil, com o objetivo de traçar metas para o fortalecimento da indústria petrolífera potiguar e o papel do Estado na transição energética e desenvolvimento socioeconômico sustentável.
A discussão terá transmissão ao vivo pela TV Assembleia.
14/10/2025
Por Danilo Evaristo em
Notas
Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, afirmou que o apagão registrado na madrugada desta terça-feira (14) em todos os subsistemas do país foi um problema na infraestrutura ocasionado por um incêndio numa subestação do Paraná.
Diferentemente de outros episódios ocorridos no país, o problema desta madrugada não foi ocasionado por falta de energia.
“É importante que a população entenda o que acontece neste momento. Não é falta de energia. É um problema na infraestrutura que transmite a energia. Quando se fala em apagão, a gente sempre lembra aqueles tristes episódios de 2001 e de 2021 que, na verdade, aconteceram por falta de energia e falta de planejamento. Hoje, não. Hoje, nós temos muita energia.”
Sistema reforçado
Em entrevista a emissoras de rádio durante o programa Bom Dia, Ministro, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Silveira destacou que o sistema de transmissão brasileiro foi reforçado por meio da contratação de 70 bilhões de linhas de transmissão.
“Estamos com obras em todo o Nordeste brasileiro para o centro de carga, que é o Sudeste. E também ligamos Manaus a Boa Vista. Temos mais segurança energética”, destacou.
“É um episódio pontual que o Operador Nacional do Sistema deu pronta resposta graças a um moderno sistema”, finalizou o ministro.
Agência Brasil
14/10/2025
Por Danilo Evaristo em
Notas
Foto: Brenno Carvalho/Agência O Globo
O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes negou o pedido da defesa de Jair Bolsonaro para revogar a prisão domiciliar e as demais medidas cautelares impostas ao ex-presidente. Na decisão, Moraes afirmou que há risco concreto de fuga e citou o descumprimento reiterado de determinações judiciais como motivos centrais para manter as restrições.
Segundo o ministro, a manutenção da prisão domiciliar e do uso de tornozeleira eletrônica é “necessária e adequada para cessar o acentuado periculum libertatis” — expressão jurídica usada para indicar perigo à ordem pública ou à aplicação da lei penal caso o investigado permaneça em liberdade plena.
Moraes destacou que o ex-presidente foi condenado pela trama golpista a 27 anos e três meses de prisão, em regime fechado, e que, portanto, há necessidade de garantir a efetividade da execução da pena.
O ministro também ressaltou que as medidas cautelares permanecem válidas para “assegurar a aplicação da lei penal e evitar a evasão do distrito da culpa”, citando manifestações da PGR (Procuradoria-Geral da República).
“As providências mantidas pela Suprema Corte são imprescindíveis para evitar a fuga do distrito da culpa […], bem como para assegurar a execução da pena recentemente imposta ao réu pela Primeira Turma”, escreveu Moraes, reproduzindo parecer da PGR.
O ministro ainda observou que Bolsonaro descumpriu reiteradamente restrições impostas anteriormente, como a proibição de uso de redes sociais — inclusive anunciando publicamente que pretendia desobedecer às determinações do Supremo. Para Moraes, essa postura configurou ato deliberado de afronta à autoridade judicial.
R7
14/10/2025
Por Danilo Evaristo em
NotasA juíza Maria Nadja Bezerra Cavalcanti, do Juizado da Fazenda Pública da Comarca de Currais Novos, determinou que o Governo do Estado do Rio Grande do Norte garanta o tratamento médico a uma idosa de 68 anos que sofre de asma. Na decisão, a magistrada ordenou que o Estado providencie o medicamento Budesonida + Fumarato de Formoterol (Alenia 12mcg + 400mcg).
De acordo com a autora da ação, a judicialização do caso foi necessária após a rede pública de saúde negar o fornecimento do medicamento, sob a alegação de que não havia previsão de disponibilidade da substância. A idosa afirmou não possuir condições financeiras para arcar com o custo do tratamento, o que colocava sua saúde em risco.
Ao analisar o pedido, a juíza destacou que a saúde é “um direito público subjetivo indisponível assegurado a todos e consagrado no art. 196 da Constituição Federal, sendo dever da Administração garanti-lo”, o que inclui o acesso universal e igualitário aos serviços e medicamentos necessários à população.
Embora o parecer técnico do e-NatJus tenha sido desfavorável ao fornecimento do remédio por ausência de documentos complementares, a magistrada entendeu que, diante do laudo médico anexado ao processo, era possível atender à solicitação necessária para a manutenção da saúde da autora. A juíza também ressaltou a disponibilidade do medicamento no Sistema Único de Saúde e determinou o fornecimento da quantidade prescrita em até 15 dias, sob pena de bloqueio de verbas públicas do Estado em caso de descumprimento.
TJRN
14/10/2025
Por Danilo Evaristo em
NotasA Caern informa que, dando prosseguimento ao seu cronograma de manutenção, irá realizar a limpeza programada de reservatórios nos municípios de Tenente Laurentino Cruz, Lagoa Nova, Bodó e São Vicente, além do Conisa. O serviço é essencial para garantir a qualidade da água e exigirá a suspensão do fornecimento nas áreas atendidas.
A Companhia precisará suspender o fornecimento de água entre os dias 15 e 17 de outubro para conseguir limpar os reservatórios destas localidades. Por isso, orienta que a população reforce o armazenamento de água em seus reservatórios domiciliares e utilize o recurso com a máxima moderação e consciência.
Após a conclusão dos serviços, o abastecimento será retomado gradativamente. O prazo para a completa regularização do fornecimento de água em todas as localidades é de até 96 horas após a conclusão, com normalização prevista até o dia 21 de outubro. A Companhia reforça que esta manutenção é fundamental para garantir a qualidade da água e agradece a compreensão de todos.

Toru Hanai/Getty Images
O Brasil perdeu do Japão por 3 a 2 de virada nesta terça-feira (14), no Ajinomoto Stadium, em Tóquio, depois de ter aberto 2 a 0 no placar. Esta foi a primeira derrota brasileira para os nipônicos na história.
Os gols dos comandados de Carlo Ancelotti foram marcados por Paulo Henrique e Gabriel Martinelli, ainda no primeiro tempo. Na etapa final, Minamino, Fabrício Bruno (contra) e Ueda marcaram para a virada japonesa.
Com o revés, a Seleção Brasileira continua sem registrar 100% de aproveitamento em uma Data Fifa desde outubro de 2024. Na ocasião, a equipe era comandada por Dorival Júnior e venceu Chile e Peru, pelas Eliminatórias.
Desde que estreou em junho deste ano, Ancelotti soma 3 vitórias, 1 empate e 2 derrotas no comando — aproveitamento de 55,5%.
CNN Brasil
14/10/2025
Por Danilo Evaristo em
Notas
Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil
Uma ocorrência registrada à 0h31 desta terça-feira (14) provocou interrupção no fornecimento de energia em diversos estados do País, incluindo o Rio Grande do Norte. Segundo a Neoenergia Cosern, 26 subestações elétricas da distribuidora foram afetadas pelo apagão. Segundo o governo federal, a falha foi causada por um incêndio em uma subestação no Paraná.
A empresa, que fornece a energia do Estado, informou que aguarda o relatório do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) para esclarecer as causas do problema. O restabelecimento do serviço começou em menos de quatro minutos após a interrupção e foi concluído por volta de 1h da madrugada, de forma gradual.
De acordo com a distribuidora, 21 municípios potiguares tiveram o fornecimento temporariamente suspenso: Natal (em trechos do Centro, Ribeira, Igapó e Planalto), Acari, Assu, Caicó, Campo Grande, Currais Novos, Governador Dix-Sept Rosado, Guamaré, Jardim do Seridó, Jucurutu, Macau, Major Sales, Marcelino Vieira, Nova Cruz, Parelhas, Parnamirim, Santa Cruz, Santana do Matos, Santo Antônio, São José de Mipibu e São Miguel.
Falha foi causada por incêndio
Em nota divulgada na manhã desta terça, o Ministério de Minas e Energia (MME) explicou que a falha teve origem em um incêndio em um reator na Subestação de Bateias, no Paraná, o que provocou o desligamento de toda a estrutura de 500 kV e a desconexão entre as regiões Sul e Sudeste/Centro-Oeste do sistema elétrico nacional.
Segundo o MME, o problema gerou uma “perturbação de grande porte” no Sistema Interligado Nacional (SIN), com o desligamento de cerca de 10 mil megawatts de carga, controlado automaticamente por meio do Esquema Regional de Alívio de Carga (ERAC) — mecanismo que evita colapsos maiores na rede.
A pasta informou ainda que a recomposição da energia começou “logo nos primeiros minutos” e foi concluída até 1h30 nas regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste, enquanto a região Sul teve o fornecimento restabelecido totalmente por volta de 2h30.
O MME destacou que o tempo de recuperação foi inferior ao registrado em outras ocorrências semelhantes no Sistema Interligado Nacional. Uma reunião preliminar entre o ministério, o ONS e os principais agentes do setor está programada para esta terça-feira, com o objetivo de identificar as causas exatas do incêndio. O Relatório de Análise da Perturbação (RAP) deverá ser apresentado até sexta-feira (17)
Ao menos oito estados tiveram apagão
Nas redes sociais, usuários relataram apagões em ao menos oito estados, além do RN: São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Minas Gerais, Ceará, Mato Grosso do Sul, Amazonas e Santa Catarina.
Os efeitos foram distintos: enquanto em algumas localidades a oscilação durou apenas segundos, em outras houve interrupção total do serviço por até 20 minutos.
No Amazonas, a empresa responsável pelo abastecimento, a Amazonas Energia, atribuiu a falha a uma “perturbação” no Sistema Interligado Nacional (SIN). O problema afetou bairros das cidades de Manaus, Parintins e Itacoatiara. De acordo com a concessionária, a interrupção começou às 0h09 e foi resolvida por volta das 0h25.
Tribuna do Norte
14/10/2025
Por Danilo Evaristo em
Saúde
No sábado (18) todos os municípios do Rio Grande do Norte participam da Campanha Nacional de Multivacinação. Coordenada nacionalmente pelo Ministério da Saúde, a ação é voltada para crianças e adolescentes de até 14 anos de idade (14 anos, 11 meses e 29 dias).
A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) encaminhou nota técnica aos municípios do RN com todas as orientações necessárias à execução da campanha. Cada gestão municipal deverá elaborar suas próprias estratégias, de acordo com o perfil populacional e as áreas de risco, priorizando locais com menor adesão e espaços estratégicos para vacinação, com base na estratégia do microplanejamento. A campanha seguirá até o dia 31 de outubro.
Estarão disponíveis, todas as vacinas previstas no Calendário Nacional de Vacinação 2025, incluindo imunizantes contra poliomielite e covid-19. Entre as prioridades, estão o resgate de não vacinados contra HPV, febre amarela e sarampo. Cada criança ou adolescente será avaliado individualmente e receberá as vacinas necessárias de acordo com sua situação vacinal. É preciso levar documento de identificação e a caderneta de vacinação.
13/10/2025
Por Danilo Evaristo em
Notas
Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
O governo federal estima que o projeto de acabar com a obrigatoriedade das autoescolas possa baratear em até 80% o processo de habilitação de condutores no país. Cálculos da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), com base no valor médio da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e na renda per capita, apontam que o brasileiro precisa trabalhar até oito meses só para quitar os custos ligados à autorização para dirigir “de forma saudável”, sem comprometer sua situação financeira.
Os cálculos levam em consideração o critério de referência utilizado pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban), segundo o qual o comprometimento de 30% da renda mensal com um objetivo específico — como o de tirar a CNH — é o limite considerado saudável para manter um orçamento equilibrado. Acima disso, o trabalhador fica apertado, e o risco de inadimplência sobe, diz o governo.
Atualmente, tirar a CNH demorar mais de um ano e custar mais de R$ 4,4 mil. O Rio Grande do Sul tem o maior valor médio da carteira AB, para motos e carros de passeio, e Alagoas, o menor (R$ 1,35 mil).
Considerando a renda per capita de cada unidade da federação, a Senatran destacou que os habitantes do Acre são os que mais penam para pagar o documento. Como o custo médio por lá é de R$ 3,3 mil, precisam trabalhar 8,66 meses para quitar o processo sem estourar o limite de 30% da renda média mensal.
No Rio de Janeiro, onde a renda média per capita é de quase R$ 2,5 mil, o cidadão deveria guardar R$ 747 por mês para pagar a CNH e não furar o “teto” de 30%. Com o valor médio da CNH A+B em R$ 2,1 mil, leva 2,9 meses para juntar o dinheiro sem comprometer o orçamento doméstico.
Para o governo federal, a burocracia e os altos custos empurram “inúmeros brasileiros para um cenário excludente e perigoso”: 20 milhões de pessoas dirigem sem habilitação. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deu o aval, na semana passada, para que o Ministério dos Transportes avançasse no projeto. Uma consulta pública foi aberta e receberá sugestões à propostas até 2 de novembro. O objetivo, segundo o ministro Renan Filho, é promover “justiça social” e desburocratizar o processo.
Por outro lado, representantes da Federação Nacional das Autoescolas (Feneauto) criticam a proposta do governo federal. Em vídeo publicado nas redes sociais, o presidente da Feneauto, Ygor Mendonça, disse que o setor foi pego de surpresa pelas declarações do ministro, há 60 dias, quando Renan Filho citou a proposta publicamente pela primeira, e agora novamente, com o aval de Lula.
Mendonça considerou que o projeto do fim da obrigatoriedade “faculta a educação no trânsito no Brasil” e criticou o avanço da medida após reuniões com parlamentares e integrantes do governo.
— O compromisso foi que esse texto deveria passar pelos parlamentares para que o impacto disso fosse viável. Hoje a história tomou uma posição bem diferente. Como o setor vai conseguir sobreviver, já sendo há sessenta dias atacado, e agora com mais trinta dias de consulta pública? Chegou o momento realmente de o governo federal se posicionar Lealdade, compromisso e diálogo sempre foram os pilares de um governo democrático. Isso a gente não está encontrando — disse o presidente da Feneauto, pouco antes do lançamento da consulta pública.
Em 2023, a Feneauto estimou que a medida poderia resultar “na demissão imediata de mais de 170 mil postos de trabalhos diretos e indiretos hoje gerados pela categoria dos Centros de Formação de Condutores”. Segundo o documento, a mudança na legislação também pode levar ao “fechamento imediato de 15.000 empresas que hoje cumprem com dever de regularidade fiscal”.
A Feneauto afirmou que o chamado “Custo Social do Acidente” — prejuízo para os setores de saúde, previdência, empresas e família dos acidentados, estimado em R$ 80 bilhões anuais em 2023 — pode aumentar ainda mais caso a medida seja implementada. Por fim, a entidade diz que a educação no trânsito é um “direito social” e uma “política constitucional de segurança pública”.
Aulas práticas: serão facultativas nas autoescolas e sem carga horária mínima. Mas o governo não descarta exigir um total de aulas. Será permitido aprender com um instrutor autônomo. Hoje, as autoescolas disponibilizam apostilas e os Detrans, simulados.
Categorias de motoristas: as normas seriam para obter a CNH nas categorias A e B. No entanto, o governo não descarta que as mudanças possam incluir as categorias C e D, já que o processo de emissão da carteira dificultaria a formação de motoristas profissionais.
Provas teóricas e práticas: as provas teóricas e práticas continuarão sendo exigidas pelos Detrans de cada estado. A pessoa que optar em aprender a dirigir com um instrutor autônomo, deverá fazê-lo numa via fechada em circuito particular, como um condomínio
Formatada pela equipe de Renan Filho, a medida tem o objetivo de reduzir o custo para conseguir a habilitação, mas enfrenta resistências das autoescolas. Atualmente, há a imposição de 20 horas de aulas em autoescola em resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran).
Se implementada, a proposta valerá inicialmente apenas para as categorias A e B, respectivamente de motocicletas e veículos de passeio. Renan Filho diz, porém, que se os resultados da medida forem positivos, poderá haver expansão da norma para outras categorias.
O Globo
A Administração Atmosférica e Oceânica dos EUA (NOAA) anunciou a volta do La Niña, que deve afetar o mundo até dezembro de 2025 ou fevereiro de 2026. O fenômeno climático é caracterizado pelo esfriamento das águas superficiais do Pacífico e pela consequente queda nas temperaturas globais.
Para que o fenômeno seja oficialmente caracterizado é necessário que a anomalia da temperatura da superfície do mar fique abaixo de -0,5 °C por três trimestres móveis consecutivos.
As condições emergiram em setembro de 2025, conforme indicado pela expansão das temperaturas da superfície do mar (TSM) abaixo da média em todo o Pacífico equatorial central e leste, segundo a NOAA.
O que é o La Niña?
La Niña é um padrão climático natural marcado por temperaturas da água mais frias do que a média no Pacífico equatorial, o que também leva a mudanças nos padrões da alta atmosfera — juntos, eles influenciam o clima globalmente.
O fenômeno é o oposto do El Niño – marcado por temperaturas oceânicas acima da média.
Qual o efeito do La Niña no Brasil?
– Chuvas acima da média no Norte e Nordeste do Brasil
– Risco maior de incêndios no Pantanal e na Amazônia
– Tempo mais seco no Sul do Brasil
Os efeitos da La Niña podem variar de um ano para o outro, segundo o Climatempo, especialmente em episódios fracos e de curta duração, pois o fenômeno interage com outros sistemas atmosféricos.
CNN