A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) recebe do Ministério da Saúde, nesta quinta-feira (10), às 2h da manhã, mais 29.100 doses da Pfizer Pediátrica, para reforçar a Campanha Estadual de Vacinação contra a Covid-19 no Rio Grande do Norte.
A Sesap já distribuiu aos municípios do RN mais de 300 mil doses pediátricas, quantidade quase equivalente ao total das crianças a serem vacinadas no estado. De acordo com a plataforma RN + Vacina, 28% do público infantil, com idade entre 5 e 11 anos já receberam a primeira dose, o que corresponde a 95.947 crianças.
“O número de crianças vacinadas no estado ainda é muito incipiente. Esperamos ampliar esse quantitativo, em especial com estratégias como a vacinação nas escolas. É importante destacar que os pais ou responsáveis não precisam assinar nenhum termo para vacinar as crianças, porque eles já se responsabilizam por estarem levando-as para a imunização. Além disso, para aquelas crianças que serão vacinadas nas escolas, orientamos que os diretores ou professores consigam a autorização prévia dos pais ou responsáveis, para que isso ocorra de forma oportuna e em larga escala em todo o ambiente escolar”, explicou Kelly Lima, coordenadora de Vigilância em Saúde da Sesap.
A meta da Sesap é ampliar a vacinação das crianças, com o objetivo de protegê-las e diminuir a circulação da Omicron no estado. “Observamos que os leitos pediátricos vêm sendo ocupados por crianças e a variação do vírus pode causar o agravamento da doença. Já está provado que a vacinação do público infantil é segura. Milhares de crianças já foram vacinadas em todo o mundo, sem relatos de eventos adversos graves. Temos 19 imunizantes em todo o calendário de vacinação infantil e muitos deles podem causar um pouco de febre ou de irritabilidade, como reação, mas nada que seja potencializado e que se compare ao adoecimento pela covid-19. Trabalhamos, assim, na perspectiva da ampla sensibilização, para que todos possam proteger seus filhos, e salvar muitas vidas em nosso estado”, destacou Kelly Lima.
A Caern está presente em 152 municípios do Rio Grande do Norte prestando serviço essencial à população. A Companhia avançou na disponibilidade de novos canais de atendimento ao cliente, mas infelizmente, nem todos os usuários fazem a reclamação formal junto a empresa. A abertura do protocolo é importante para registro nos setores competentes que vão dar andamento à solicitação e garantir a boa gestão no retorno aos clientes.
Todas as solicitações são registradas e processadas no Sistema Integrado de Gestão de Serviços de Saneamento (GSAN), que tem o objetivo de garantir o gerenciamento integrado das funções nas companhias de abastecimento de água e saneamento. Ao formalizar sua reclamação, o cliente gera protocolo e pode acompanhar a solicitação. Cidades como Natal, Mossoró e Assú, possuem sistemas de acompanhamento de serviços realizados nas ruas como retirada de vazamentos e falta de água. As equipes são acompanhadas por sistema interno e encerramento do serviço é feito ainda em campo por aparelho celular.
Daí a necessidade do registro oficial que norteia o trabalho da Companhia e subsidia com dados os setores responsáveis por cada serviço, seja da área operacional ou comercial. É importante lembrar que a conversa informal com o empregado da Caern ou informar a um veículo de comunicação não significa comunicar oficialmente. “Temos disponibilizado vários meios de contato para atender bem ao consumidor. Cumprimos o nosso papel de oferecer o serviço, mas esperamos que a população compreenda que sua participação é essencial para o andamento dos trabalhos. A Caern tem responsabilidade com seus clientes, mas é importante o dever cidadão de informar suas solicitações”, afirma a gerente de Relacionamento com o Cliente, Samara Mendes.
É possível fazer o registro no teleatendimento gratuito que funciona diariamente, inclusive finais de semana e feriados no 115. Existe também a facilidade do registro pelo aplicativo Caern Mobile disponível nas lojas de aplicativo, além da agência virtual da Caern www.caern.com.br e o WhatsApp 98118-8400.
É importante lembrar que o atendimento presencial da Caern continua sendo agendado no www.caern.com.br. Os usuários precisam fazer o registro e o sistema que informa ao cliente seu dia e a data de comparecimento. Lembrando que na agência virtual é possível resolver diversas situações junto a Caern, sem necessidade de comparecimento aos escritórios. Para entrar no prédio da Caern é necessário apresentar cartão de vacina.
Protagonista das campanhas de vacinação do Brasil, o Zé Gotinha assumiu mais um papel importante: informar a população brasileira sobre a vacinação de crianças de 5 a 11 anos contra a Covid-19. Já são quase 10 milhões de doses de vacinas distribuídas pelo Ministério da Saúde e 2,9 milhões de crianças vacinadas com a primeira dose do imunizante. Algumas dúvidas podem surgir no momento de levar os pequenos aos postos de vacinação.
Veja as respostas para algumas das principais perguntas:
A vacinação de crianças contra a Covid-19 é obrigatória?
Não. A inclusão das crianças no Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19 (PNO) ocorreu após amplo debate com a sociedade civil, especialistas, representantes de sociedades científicas e das mais diversas entidades públicas. As discussões chegaram ao consenso de que a vacinação não deveria ser compulsória. A recomendação está na Nota Técnica nº 2/2022, elaborada pela Secretaria Extraordinária de Enfrentamento à Covid-19 (Secovid).
Preciso de prescrição médica para vacinar meu filho contra a doença?
Não é necessário apresentar prescrição ou receita médica no ato da vacinação. O Ministério da Saúde aconselha que, em caso de dúvidas, os pais ou responsáveis consultem um médico para orientá-los sobre a imunização dos pequenos.
As crianças podem ser vacinadas sem a presença dos pais ou responsáveis?
Sim, desde que seja apresentado um termo de autorização dos pais ou responsáveis por escrito. No caso da presença dos responsáveis no ato da imunização, é dispensada a autorização.
Quais são as vacinas aprovadas para esse público? Elas são seguras?
Há dois imunizantes aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para a vacinação do público infantil: a vacina da Pfizer, que já tem registro definitivo na agência reguladora e pode ser aplicada em crianças de 5 a 11 anos; e a vacina Coronavac, aprovada para uso emergencial, destinada a crianças acima de 6 anos, com a orientação de que não seja aplicada em imunocomprometidos. O Ministério da Saúde ressalta que todas as vacinas adotadas no PNO são seguras e eficazes contra a Covid-19.
Quantas doses a criança precisa para estar completamente vacinada?
Assim como ocorre em adultos, o esquema vacinal de crianças e adolescentes é composto por duas doses. A decisão foi tomada com base em evidências científicas. A Anvisa concluiu que as vacinas Pfizer-BioNTech e Coronavac, quando administradas no esquema de duas doses, são seguras e eficazes na prevenção da doença.
Como deve ser feita a vacinação de crianças?
Segundo a recomendação da Anvisa, as crianças devem ser vacinadas em ambiente exclusivo, diferente do que é usado para a vacinação do público acima de 12 anos e também diferente do ambiente que é usado para aplicar outras vacinas, ainda que pediátricas. As crianças precisam ser recebidas em um ambiente acolhedor e seguro. Vale lembrar que as crianças precisam permaneçam no local por 20 minutos após a vacinação para que sejam observados possíveis efeitos adversos. A orientação é que seja evitada a vacinação desse público na modalidade drive-thru. Nas aldeias indígenas, a vacinação dos pequenos é feita nos dias em que os adultos não são vacinados.
A vacina para crianças é a mesma aplicada em adultos? Qual a diferença?
A vacina Coronavac aplicada em crianças é a mesma aplicada em adultos. Já o imunizante da Pfizer tem características que diferenciam um tipo do outro. O Ministério da Saúde já explicou as diferenças entre o imunizante pediátrico do adulto. Entre as principais diferenças estão a cor do frasco e a dosagem administrada. Enquanto o frasco do imunizante da Pfizer aplicado em adultos tem tampa de cor roxa, a ampola da vacina infantil é laranja. Além disso, a dose aplicada na população acima de 12 anos é composta de 30 microgramas, enquanto a dose pediátrica contém 10 microgramas do imunizante.
Meu filho tomou a primeira dose. Quanto tempo depois ele precisa tomar a segunda?
Crianças que tomaram a vacina da Pfizer devem retornar ao posto de vacinação para receber a segunda dose oito semanas (cerca de dois meses) depois de tomar a primeira. Já para crianças que receberam o imunizante Coronavac, o intervalo entre uma dose e outra é de 28 dias.
Vai ser preciso aplicar uma dose de reforço nas crianças?
Não há estudos científicos que apontem a necessidade de uma dose de reforço no público infantil. Dessa forma, o PNO orienta que sejam aplicadas as duas doses na faixa etária de 5 a 11 anos.
Minha filha vai completar 5 anos em 2022. Ela já pode tomar a vacina contra a Covid-19?
Crianças com cinco anos completos podem se vacinar. Não há vacinas aprovadas pela Anvisa para o público menor que cinco anos no Brasil.
Meu filho tomou vacina recentemente contra outra doença. Pode tomar junto com a vacina contra a Covid-19?
A Anvisa não recomenda a aplicação de diferentes vacinas de forma concomitante, ou seja, ao mesmo tempo em que se aplicam as vacinas do calendário de vacinação infantil. A orientação é que os pais ou responsáveis aguardem 15 dias para retornar ao posto.
Testei positivo para Covid-19, mas meu filho não apresentou sintomas. Devo esperar para levá-lo para vacinar?
Qualquer pessoa, seja ela criança ou adulto, que tiver contato com casos suspeitos ou confirmados de Covid-19 não deve ser vacinada durante o período de isolamento, que deverá ser de 7 dias, caso não apresente sintomas respiratórios e febre, há pelo menos 24 horas e sem o uso de antitérmicos.
Quero vacinar meu filho contra a Covid-19. Onde encontro a vacina? Paga alguma coisa? Precisa levar algum documento?
As vacinas são gratuitas estão disponíveis nas Unidades Básicas de Saúde e nos postos de vacinação espalhados por todo o Brasil. Acompanhe o calendário da sua cidade para saber horários de funcionamento e o ponto mais próximo da sua casa. Para a imunização, basta apresentar um documento de identificação e a Caderneta de Vacina da Criança. Na ausência dos pais ou responsáveis, é necessária a autorização por escrito.
Vai ter vacina suficiente para todas as crianças?
O Governo Federal, por meio do Ministério da Saúde, adquiriu o quantitativo suficiente de vacinas para imunizar as mais de 20,4 milhões de crianças brasileiras. Pais e responsáveis que queiram vacinar seus filhos podem ficar tranquilos de que não faltará vacina.
O presidente da República, Jair Bolsonaro, editou Decreto que reformula o Programa Brasil Alfabetizado (PBA), com o objetivo de estabelecer novos ciclos de execução do Programa, de forma a garantir a universalização da alfabetização da população com 15 anos ou mais, em todo o território nacional.
A Constituição Federal estabelece que educação é “direito de todos e dever do Estado e da família, (devendo ser) promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”. Nosso ordenamento jurídico assegura, inclusive, a oferta àqueles que não tiveram oportunidade de acesso ou de continuidade dos estudos na infância e adolescência, como pode ser observado, por exemplo, pela leitura do art. 4º, VII, da Lei nº 9.394, de 1996.
Nesse contexto, o Plano Nacional de Educação, aprovado pela Lei nº 13.005, de 2014, estabeleceu, como uma de suas diretrizes, a erradicação do analfabetismo. Para tanto, esse diploma dedicou duas metas ao tema: a Meta 5, afeta à alfabetização de crianças, e a Meta 9, voltada à alfabetização de jovens e adultos. A Meta 9 contempla estratégias que envolvem tanto iniciativas de alfabetização formal quanto ações não formais.
No tocante a políticas públicas educacionais de jovens e adultos, a Educação de Jovens e Adultos — EJA é uma modalidade de ensino formal da Educação Básica, que ocorre dentro das redes educacionais. Contudo, existe, por diferentes razões, um contingente de cidadãos que apresenta dificuldades de acompanhar o regime regular de aulas da EJA. Para suprir esse tipo de lacuna foi concebido o Programa Brasil Alfabetizado — PBA.
Orientado a abarcar o público residual, que não era alcançado pelos sistemas de ensino da EJA, o PBA apostava, desde de sua origem, na ação do voluntariado para fornecer cidadania a seu público-alvo. Entretanto, o desenho original do programa apresentava deficiências que culminaram na interrupção dos ciclos a partir de 2017. Para sanar essas deficiências, o Decreto de reformulação trouxe algumas inovações no desenho do Programa.
Dentre as novidades trazidas para os novos ciclos, merece destaque a disponibilização, por parte do Governo Federal, de materiais de orientação e de formação, de materiais de apoio e de instrumentos de avaliação. O objetivo é conferir maior efetividade à atuação dos alfabetizadores. Há, ainda, a previsão de que o MEC poderá oferecer assistência financeira aos entes federados que aderirem ao programa. Para tanto, tais entes deverão apresentar um plano de alfabetização, que conterá, dentre outras informações, um diagnóstico local, elaborado a partir da busca ativa, e a estratégia de monitoramento a ser desenvolvida pela autoridade local.
Assim, por meio da reformulação proposta, busca-se fortalecer e viabilizar a efetiva execução do PBA, mitigando suas deficiências e gerando um desenho mais simples, de modo a promover o fornecimento de aulas com maior qualidade para os beneficiários.
O PBA é mais do que uma estratégia para perseguir a Meta 9 do Plano Nacional de Educação; trata-se de um compromisso moral de não deixar “Nenhum brasileiro para trás!”.
Está em análise no Senado projeto de lei (PL 5/2022), que prevê a proibição, em todo o território nacional, do uso e comercialização de fogos de artifício que produzem barulhos a partir da explosão de pólvora.
A proposta de autoria do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) não proíbe a utilização de fogos visuais, mas veda a fabricação, o comércio, o transporte e o manuseio dos fogos de artifício e de outros artefatos pirotécnicos que produzem barulhos, seja para uso em áreas públicas ou locais privados. A produção e o armazenamento em caso de exportação seguem autorizados.
O objetivo do projeto, segundo o parlamentar, é a proteção dos animais, que em alguns casos sofrem de problemas de saúde causados pelo estrondo dos fogos. Além dos animais, Randolfe destaca o impacto negativo junto às pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), que possuem hipersensibilidade sensorial ao barulho provocado por esses artefatos.
Os ruídos dos fogos de artifício com estampido podem alcançar de 150 a 175 decibéis. Contudo, o limite suportado pelo ser humano é de 120 a 140 decibéis, considerado o limiar da dor. É o que descreve o parlamentar na proposta.
O texto também prevê multas a quem descumprir a lei, caso aprovada: as pessoas jurídicas que fabricarem, transportarem, comercializarem ou importarem os produtos proibidos, serão multados em até 20% do faturamento bruto do último exercício fiscal.
Já as pessoas físicas que utilizarem ou que fabricarem, importarem, transportarem ou comercializarem os produtos proibidos citados no texto, estarão sujeitos a multa de R$ 2,5 mil a R$ 50 mil.
Na justificativa do projeto, Randolfe defende que o estrondo dos fogos de artifício causam sérios problemas de saúde à população em geral.
“Essa proposta tem o objetivo de evitar a continuidade de tamanho mal infligido à saúde de crianças, idosos, pessoas portadoras de deficiência e animais, causadas pelo excesso de barulho que esses artefatos produzem. Tendo em vista a importância da medida, peço a aprovação do presente projeto”.
Por Ana Paula Marques com supervisão de Anderson Vieira
O presidente Jair Bolsonaro desembarcou em Caicó, no Seridó potiguar, nesta terça-feira (08) por volta das 16h30, junto a alguns de seus ministros, entre eles Rogério Marinho, da pasta de Desenvolvimento Regional (MDR). No começo da noite desta terça, a comissão foi vista entrando em uma praça de alimentação do município, cercada de manifestantes.
Após dormir no 1º Batalhão de Engenharia da Construção (1º BEC), o presidente tem uma longa pauta nesta quarta-feira (09) no Rio Grande do Norte. Bolsonaro tem a previsão de fazer vistoria da barragem de Oiticica, receber a transposição das águas do rio São Francisco e assinar uma ordem de serviço para mais uma etapa de obra de pavimentação na cidade de Jucurutu, que vai interligar a sede do município ao distrito de Serra de João do Vale.
O Crediamigo, programa de microcrédito urbano do Banco do Nordeste, fechou 2021 com cerca de 2,47 milhões de microempreendedores com acesso a crédito produtivo e orientado em todos os estados do Nordeste e parte de Minas Gerais e Espírito Santo. O número apresenta saldo positivo acumulado de 174,7 mil clientes ativos, crescimento de 7,62%, em relação a 2020.
No Rio Grande do Norte, foram 13 mil empreendedores a mais a contratarem empréstimos por meio do Crediamigo em relação ao ano anterior. O programa encerrou 2021 com 134,7 mil clientes ativos no estado. Ao todo, o programa de microcrédito do BNB realizou 215 mil operações em território potiguar, responsáveis pela injeção de R$ 721,9 milhões na economia local no último ano.
Recursos liberados
Em toda sua área de atuação do BNB, o Crediamigo contratou R$ 12,7 bilhões em 2021. O valor é 4,77% a mais do que o desembolsado no ano anterior. O aumento resulta de algumas iniciativas do BNB voltadas ao ganho de eficiência, a exemplo do atendimento on-line e uso de plataformas digitais, que tornaram o crédito produtivo e orientado mais próximo dos empreendedores. Mostra disso foi o valor médio das operações que subiu 9% de um ano para o outro, passando de R$ 2.721,91, em 2020, para R$ 2.966,27, no ano passado.
Para o presidente do Banco do Nordeste, José Gomes da Costa, o microcrédito tem um papel fundamental na recuperação da renda de milhões de famílias no Brasil. “Consideramos uma operação de efeito imediato na economia. É um crédito rápido e que movimenta a base da economia porque faz o dinheiro circular no bairro daquele cliente”, afirma.
O contexto econômico provocado pelos efeitos da pandemia de covid-19 fez muitos empreendedores recorrerem ao crédito produtivo e orientado do Crediamigo pela primeira vez. Segundo dados do BNB, o programa registrou a entrada de 457.702 novos clientes com operações nessa modalidade. O número foi 22% maior do que o registrado em 2020.
As persistentes cobranças feitas pelo deputado estadual Nelter Queiroz (MDB), em favor da retomada das obras da estrada de acesso à Serra de João do Vale, surtiram efeito e o sonho de longos anos da população que reside naquela comunidade, localizada entre os municípios de Jucurutu e Triunfo Potiguar, será concretizado.
Nesta quarta-feira (9), o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho e o presidente da República, Jair Bolsonaro, realizarão assinatura da ordem de serviço que garantirão a retomada das obras asfálticas de acesso à Serra de João do Vale. O evento acontecerá às 09h, durante visita da comitiva presidencial à barragem de Oiticica, em Jucurutu.
Durante participação no programa Jucurutu Notícias, nesta terça-feira (8), na Rádio Cidade Jucurutu, Nelter Queiroz aproveitou a oportunidade e convidou a população local para se fazer presente ao evento.
“Quero aproveitar para convidar nossos conterrâneos da Serra de João do Vale, do São Brás, do São Bento e de todas comunidades de nossa Jucurutu para se fazer presente amanhã, neste dia histórico, e prestigiar a atenção do presidente Bolsonaro com nossa Jucurutu”, pediu Queiroz, rememorando costume antigo de seu pai, o ex-prefeito e ex-deputado Nelson Queiroz, de ser grato a quem tem atenção para com Jucurutu.
Nelter convida população para acompanhar a assinatura da ordem de serviço para as obras da estrada da Serra de João do Vale:
A principal sequela em pessoas que tiveram a Covid-19 tem sido o cansaço, de acordo com a médica cardiologista e intensivista do InCor e Rede D’Or Stephanie Rizk.
Em entrevista à CNN, Rizk afirmou que outras queixas são queda de cabelo e, em um número menor, doenças cardiovasculares. Muitos pacientes que ficaram entubados ou com traqueostomia por muito tempo também não apresentam capacidade pulmonar normal, o que pode atrapalhar na realização de atividades cotidianas.
A médica também avaliou que o Brasil ainda não chegou ao platô de casos da variante Ômicron, pois a tendência é de aumento no número de infecções, e que o sistema de saúde vive um colapso.
“O colapso não é paciente morrendo na rua, gente não podendo internar. O colapso começa quando aproximadamente 80% dos leitos de UTI ficam ocupados, porque muda a logística da saúde no país. Atrasa cirurgia eletiva, tratamentos de doenças crônicas…. então a gente está vivendo um colapso, sim”, explicou.
Conforme disse durante a entrevista, também não é possível abaixar a guarda contra o coronavírus, porque a população “não está totalmente vacinada” e há o surgimento da subvariante BA.2 da Ômicron.
Rizk ressaltou a importância da vacinação e que é importante pensar em uma “quarta dose” para idosos e imunossuprimidos, mas “mais do que a quarta dose, temos que estimular a primeira e segunda dose”.
Com a vacinação, as internações e mortes em decorrência da Covid-19 diminuíram, sendo importante também para que ela se torne uma doença endêmica, de acordo com a médica.
A cardiologista avaliou que é possível que a Covid nuca seja erradicada – como a gripe – mas que, entendendo a dinâmica do vírus e vacinando efetivamente a população, será possível controlá-la.
Sobre a volta às aulas presenciais para crianças, Rizk recomendou aos pais e responsáveis que isolem os filhos sintomáticos por, no mínimo, cinco dias – se possível realizar um teste que dê negativo para retornar às atividades. Se a testagem não estiver disponível, o ideal é deixar em isolamento por 10 dias.
Para um retorno seguro, ela reafirmou que é importante imunizar os menores contra a Covid-19.
O sonho de garantir água em quantidade e qualidade para a população do semiárido nordestino começou com Dom Pedro II, mas só agora vai virar realidade. Após mais de 13 anos do início das obras, os eixos Leste e Norte do Projeto de Integração do Rio São Francisco estão concluídos e as águas da transposição finalmente chegarão ao Rio Grande do Norte nesta quarta-feira, 9 de fevereiro.
O evento de chegada das águas, na cidade de Jardim de Piranhas, deverá contar com a presença do presidente da República, Jair Bolsonaro, e do ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho.
Para que os Eixos Leste e Norte estivessem concluídos e 100% em operação, cerca de R$ 3,5 bilhões foram investidos pelo Governo Federal desde 2019. Esse montante corresponde a quase 25% de total investido nas obras e a uma média anual de R$ 1,16 bilhão, a maior entre todas as gestões do Governo Federal.