15/03/2015
Por Danilo Evaristo em
Notas
Foto: Júnior Santos
G1 RN – O garoto de 14 anos que era mantido refém pelo padrasto em um apartamento em Natal foi libertado por volta das 17h20 deste sábado. Foram mais de 40 horas de cárcere privado. O padrasto Francisco José de Assis Guimarães, de 52 anos, cortou os pulsos e deu um tiro no queixo. Ele foi socorrido por médicos do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) com vida. O menino saiu andando, aparentemente estava sem ferimentos. Ele entrou em um carro da Polícia Militar e deixou o local.
De acordo com a PM, Francisco combinou com os policiais que por volta das 17h30 iria se entregar e libertar o enteado. Os policiais se posicionaram na porta do apartamento e antes que a porta se abrisse ouviram um tiro vindo de dentro do local. “Quando os policias entraram viram o padrasto caído no chão. O menino foi resgatado e o aposentado socorrido. Ele cortou os pulsos e deu um tiro no queixo”, afirmou o major Rodrigues Barreto, que comandou a operação. Ele considerou o desfecho do cárcere privado bem sucedido. “Consideramos o desfecho bem sucedido porque, apesar de ter uma pessoa ferida, não tivemos nenhuma morte”, disse o major.
15/03/2015
Por Danilo Evaristo em
Notas
Foto: ESTADÃO CONTEÚDO / EDMAR BARROS
Cerca de 60 mil pessoas, segundo os manifestantes à frente do ato, protestaram na manhã deste domingo em Belém (PA) contra o governo da presidente Dilma Rousseff.
Eles caminharam para a Avenida Doca de Souza Franco, famoso destino de festas e comemorações na capital paraense.
Entre as instituições presentes no protesto, estão os sindicatos dos médicos, dos enfermeiros e do transporte alternativo, associação de emancipação de municípios e participantes da ordem da maçonaria. A PM ainda não informou a estimativa oficial de manifestantes.
* Com informaçõe do Estadão Conteúdo
15/03/2015
Por Danilo Evaristo em
Notas
No último domingo, uma das frases marcantes do desastroso pronunciamento da presidente Dilma Rousseff foi a que ela admitia que o brasileiro “tem todo o direito de ficar irritado e preocupado” com o futuro do país. O resultado prático dessa irritação e preocupação serão conhecidos neste domingo, quando estão agendados protestos contra Dilma em mais de 200 capitais e cidades em regiões metropolitanas. O sucesso ou o fracasso dessas mobilizações deixaram a classe política em alerta na última semana. Para o Palácio do Planalto e o Partido dos Trabalhadores, o temor é óbvio: uma mobilização em massa levará a pressão contra o governo a níveis até hoje não testados. O contrário será usado pelo PT para martelar o discurso de que o panelaço da semana anterior foi uma reação da elite.
Do outro lado, setores da própria oposição hesitam sobre os rumos da crise, especialmente na economia. Mas a avaliação final foi que o embarque na onda dos protestos era inevitável. Na quarta-feira, o PSDB decidiu apoiar oficialmente as manifestações – desde que elas não levantem a bandeira do impeachment de Dilma por enquanto. Líderes da sigla como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e o senador José Serra (SP) adotaram discursos cautelosos. Só na sexta-feira o senador Aécio Neves (MG), derrotado por Dilma nas eleições do ano passado, divulgou um vídeo no qual declarava apoio às passeatas: “O próximo domingo será lembrado para sempre como o Dia da Democracia”, disse.
A memória do estrago produzido pelos atos de junho de 2013 ainda é viva para a classe política. No início daquele mês, a popularidade da presidente Dilma Rousseff era de 57%. Ao término de junho, era de apenas 30%. A explicação para a derrocada repentina são os protestos que se espalharam rapidamente pelo país na ocasião. As manifestações começaram para marcar posição contra o aumento da tarifa do transporte público em algumas capitais, mas cresceram gradualmente e acabaram por ganhar uma pauta ampla e impossível de ser unificada. O governo, que não previra a insatisfação popular e se viu paralisado diante dos primeiros protestos, foi obrigado a reagir e traçou um plano de emergência que incluía o endurecimento do combate à corrupção e um plebiscito para a reforma política. Fracassou de ponta a ponta.
Desde que os protestos de 2013 arrefeceram, o país não havia voltado a presenciar grandes manifestações de rua. O hiato vai acabar neste 15 de março, quando dezenas de protestos ocorrerão em cidades de todas as regiões brasileiras. Na comparação com 2013, o cenário é muito diverso e ainda pior para o governo, que tem bom motivos para se preocupar. Três diferenças são determinantes. Primeira: a popularidade de Dilma Rousseff está no seu ponto mais baixo desde que a petista assumiu o Planalto, em 2011. Segunda: o movimento atual é voltado primordialmente contra o governo, ao contrário do de 2013, quando tinha alvos diversos. Terceira: a situação econômica piorou sensivelmente nos dois últimos anos.
Sem sustentação popular, o governo fica ainda mais exposto em tempos de instabilidade. Além do escândalo do petrolão, os brasileiros têm tomado consciência das mentiras usadas na campanha para reeleger Dilma – a mais suja da história do país. Mesmo antes do início do segundo mandato, os números da economia deixavam evidente que o governo gastou demais, maquiou dados e mentiu para justificar o discurso eleitoral da presidente. Agora, com a inflação em alta, o dólar disparando, a perspectiva de um PIB negativo e uma piora nos índices de emprego, os efeitos da crise econômica afetam diretamente o contribuinte.
O ato do dia 15 de março foi agendado com mais de um mês de antecedência. Por isso, o PT e o governo puderam se preparar. O partido, mais ou menos de forma organizada, ensaiou uma fracassada demonstração de força nesta sexta-feira, quando grupos ligados ao partido e a sindicatos aparelhados fizeram um ato em defesa de Dilma – ou uma manifestação em defesa dos saqueadores da estatal.
Mas o contraste entre um lado e outro deve se tornar evidente neste domingo. Sem serem convocados por partidos ou entidades organizadas, sem receber auxílio financeiro para comparecer aos atos, os manifestantes contrários ao governo não são militantes profissionais e se mobilizaram sobretudo por meio do Facebook e do Whatsapp.Também por isso, os partidos de oposição foram cautelosos e só declararam seu apoio ao movimento poucos dias antes da passeata do dia 15. Nenhum deles quer passar a imagem de que está se apropriando ou financiando o movimento. Ou reforçar o discurso petista de que os protestos são meramente uma tentativa de forçar um “terceiro turno” eleitoral.
Petistas tentam desqualificar os novos manifestantes como se o protesto deste domingo expressasse apenas a incompreensão de uma parcela economicamente favorecida dos brasileiros. Mas a velha fórmula da luta de classes já é incapaz de explicar a mobiliação espontânea e sincera dos manifestantes. O discurso batido demonstra como a lógica petista perdeu totalmente a capacidade de explicar o país.
* Veja

No início da manhã deste sábado, 14, agentes penitenciários do CDP (Centro de Detenção Provisório) de Jucurutu, que tem à frente o novo diretor, Reginaldo Gomes, com o apoio do GTO, comandado pelo Cabo Edivaldo, abriram as celas do CDP para uma revista minuciosa. Durante a revista foram apreendidos 06 celulares, carregadores para celular, uma marica (objeto utilizado para fumar crack), dinheiro e facas artesanais. Os objetos estavam muito bem escondidos em fundos falsos de baldes, garrafas d’água, e sem a experiência dos profissionais que atuaram na ação, dificilmente teriam sido encontrados.
Reginaldo Gomes, que já havia sido diretor do CDP de Jucurutu por um bom tempo, e, depois de passar alguns meses fora, está de volta, informou ao nosso Blog que a ação foi necessária e inadiável, isso porque havia suspeitas de que muitos celulares, com chips da TIM, estariam circulando nas duas celas existentes na unidade, e o que comprovou essa informação foi a divulgação de fotos de um preso, de dentro da cela, nas redes sociais. Por esse motivo a ação foi batizada de “Operação TIM”. Ainda, segundo o novo diretor, estão sendo providenciadas melhorias nas instalações do prédio, além da construção de mais duas celas, para que possa diminuir a super lotação atualmente existente no CDP. As informações são do Blog PM Jucurutu.
Depois do aumento da conta de luz e da gasolina, agora será a vez do tradicional pãozinho francês sofrer acréscimo em seu preço. Para o brasileiro, o alimento é indispensável, principalmente no café da manhã. Mas, se o consumidor que quiser manter o hábito, no entanto, deve preparar o bolso, já que o pão deve sofrer reajuste, em alguns pontos de venda, de pouco mais de 12% daqui a menos de um mês. O valor do quilo pode chegar a quase R$ 15.
No mês de fevereiro, algumas panificadoras já haviam aumentado o preço do produto, entre 6% e 10%. Porém, este acréscimo não havia sido repassado aos consumidores. Segundo estatísticas, o Brasil consome mais de 12 milhões de toneladas de trigo por ano. O problema é que mais de metade desse quantitativo vem de fora do país, principalmente da Argentina. Além disso, o custo aos produtores varia, com o aumento sendo de acordo a cotação do dólar, que hoje está na casa dos R$ 3,12. O país sempre precisou importar trigo para atender a demanda interna. Para se ter uma ideia, o trigo representa 75% dos custos de produção da farinha, os outros 25% são mão de obra, sacaria, energia e transporte.
* Tribuna da Bahia
O sorteio do concurso 1.686 da Mega-Sena, que será realizado neste sábado (14), poderá pagar o prêmio de R$ 26 milhões para quem acertar as seis dezenas. O sorteio será realizado a partir das 20h (horário de Brasília), no Caminhão da Sorte da CAIXA, que está na cidade de Roseira (SP). De acordo com a Caixa Econômica Federal (CEF), se um apostador levar o prêmio sozinho e aplicá-lo integralmente na poupança, receberá mais de R$ 137 mil por mês em rendimentos. Caso prefira, poderá adquirir 65 imóveis no valor de R$ 400 mil cada ou uma frota de 173 carros de luxo.
14/03/2015
Por Danilo Evaristo em
Notas
Às vésperas das manifestações que prometem levar milhares às ruas do País para protestar contra o governo e pedir o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), a petista já tem dois pedidos de impeachment abertos contra ela. Um vindo da sociedade civil, assinado por Walter Marcelo dos Santos, e outro do deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), apresentado na quarta-feira, 11.
Segundo o Estadão Conteúdo, outros 17 pedidos já foram apresentados contra ela desde que assumiu o cargo, em 2011. Todos foram arquivados. O número total é maior que o registrado nos dois mandatos de Fernando Henrique Cardoso, que ficou no poder de 1995 a 2002, e teve registrados contra ele 17 pedidos.
14/03/2015
Por Danilo Evaristo em
Notas
Eduardo Maia
“Não aguentamos mais sofrer humilhações, como a que estamos sofrendo, para ter direito a água, que é um direito de todos”. A declaração é do deputado estadual Tomba Farias (PSB), que teceu, em discurso na Assembléia Legislativa, duras críticas ao governo federal e a demora na tomada de decisões para amenizar os efeitos da seca. Enfatizando que 17 municípios do RN estão em colapso de abastecimento de água, o parlamentar destacou que as cidades de Acari e Currais Novos podem ficar sem água nos próximos dias. “Já fazem três meses que foi licitada a construção da adutora e a obra não começou por falta de recursos ”, lamenta. Tomba Farias ressaltou que o governo federal não tem dinheiro para os municípios, mas o BNDES abre suas portas para investir o capital brasileiro fora do País. “Enquanto em Currais Novos e Acari as obras da adutora não iniciam por falta de dinheiro, o governo envia dinheiro para obras em outros países”, disse.
São as seguintes obras internacionais custeadas com recursos do Brasil: Projeto Hacia el Norte – Rurrenabaque-El-Chorro / Bolívia (US$ 199 milhões), Porto de Mariel /Cuba (US$ 682 milhões), Hidrelétrica de San Francisco / Equador (US$ 243 milhões), Hidroelétrica de Chaglla / Peru (US$ 320 milhões), Metrô Cidade do Panamá (US$ 1 bilhão), Autopista Madden-Colón / Panamá (US$ 152,8 milhões), Aqueduto de Chaco / Argentina (US$ 180 milhões do BNDES), Soterramento do Ferrocarril Sarmiento / Argentina (US$ 1,5 bilhões do BNDES) Linhas 3 e 4 do Metrô de Caracas / Venezuela (US$ 732 milhões), segunda ponte sobre o rio Orinoco / Venezuela, (US$ 300 milhões), Barragem de Moamba Major / Moçambique (US$ 350 milhões), entre outras.
Tomba também criticou o perdão das dívidas dos países africanos. “Para o agricultor sofrido, que enfrenta seis anos de seca, não tem perdão nenhum. O agricultor perde o seu gado, mas quando chegam as eleições é o Nordeste que coloca o governo onde ele está”, enfatizou. O parlamentar assinalou também que o governo federal já deveria ter destinado recursos para programas de urgência, como forma de garantir o início das obras que foram licitadas, mas que não começam por falta de dinheiro. Ele citou ainda o exemplo de Carnaúbas dos Dantas, cuja obra está concluída, mas não foi inaugurada por falta de pagamento.
14/03/2015
Por Danilo Evaristo em
NotasOs trabalhadores do Judiciário Potiguar entrarão em greve por tempo indeterminado a partir da próxima terça-feira, dia 17/03, quando promoverão atos públicos em frente aos fóruns. No dia seguinte, haverá um grande Ato na Praça Sete de Setembro, onde esta situada a sede do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte. A informação é do Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário do RN que alega que o “movimento paredista luta pela a não implementação das medidas contra os servidores, anunciadas pela Presidência do Tribunal; pela fixação de uma data-base para a categoria; e pela progressão funcional, conforme lei.”
A paralisação foi aprovada por unanimidade nesta quinta-feira, 12/03, em uma Assembleia Geral Extraordinária que contou com a presença de cerca de 500 sindicalizados ao Sisjern. Na ocasião, o advogado Felipe Monnerat, do Escritório carioca Barroso Fontelles, Barcellos, Mendonça & Associados – contratado pelo Sindicato – esclareceu juridicamente questões relacionadas a pauta da greve, bem como outras causas da categoria nas quais o escritório atua. A greve foi deflagrada após o Pleno do TJRN – nesta quarta-feira, 11/03 -ter aprovado, por unanimidade, anteprojeto que congela a GTNS. Os desembargadores aprovaram também, com apenas um voto contra – do magistrado Jarbas Bezerra – outro anteprojeto, que revoga o Adicional por Tempo de Serviço (anuênio).
14/03/2015
Por Danilo Evaristo em
NotasUm ato organizado por sindicatos e movimentos sociais reúne cerca de 12 mil pessoas no centro da capital paulista na tarde desta sexta-feira (13), de acordo com informações da Polícia Militar. Mas a CUT (Central Única dos Trabalhadores) diz que o número de participantes chega a 100 mil. Apesar de ter sido divulgada como uma manifestação em prol dos direitos dos trabalhadores e da Petrobras, é muito claro o apoio à presidente Dilma Rousseff em gritos de guerra, cartazes e bandeiras dos manifestantes.
Nem a chuva forte que cai na região conseguiu dispersar o ato que começou por volta das 15h na avenida Paulista e desce a Consolação no sentido centro. Durante o percurso, os manifestantes gritaram “Fica, Dilma”. Na Consolação, comerciantes fecharam as portas devido ao ato. No início da noite, os manifestantes chegaram à praça da República, onde o ato foi dispersado. Todo o movimento ocorreu sem incidentes.
Em São Paulo, o protesto reuniu centrais sindicais que defendem a estatal brasileira, manutenção da Caixa Econômica Federal 100% pública e mudanças na política econômica do governo. Já os professores reclamam da superlotação das salas de aula e reivindicam aumento salarial. A manifestação integra o Dia Nacional de Luta em defesa dos direitos dos trabalhadores, da democracia, da Petrobras e pela reforma política.
* R7