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BBC Brasil – Se você é um usuário regular do aplicativo de mensagens instantâneas WhatsApp, mas que não presta atenção a outra coisa que não seja ler e responder mensagens, isso lhe interessa.
Saiba que você pode liberar espaço na memória do celular, fazer cópias de segurança das suas conversas e adequar ao seu gosto certos aspectos relacionados à privacidade com passos fáceis.
Se você quer aproveitar melhor as ferramentas que o WhatsApp oferece, há algumas modificações que você pode fazer na seção de configurações do aplicativo.
Os passos para mudar as configurações variam um pouco dependendo do telefone e do sistema operativo utilizado (Android, iOS ou BlackBerry OS, por exemplo), mas o conceito no programa é o mesmo.
Amy-Mae Elliot, repórter especializada em tecnologia do Mashable, página dedicada às tendências de cultura digital, dá as seguintes recomendações:
1. Para afastar os curiosos
O WhatsApp está configurado de maneira que, dentro de qualquer bate-papo, seja possível ver quando foi a última vez que a pessoa com quem se está falando usou o aplicativo (informação simbolizada pela expressão “visto às”).
Mas, se você prefere ter mais privacidade e não quer que as pessoas vejam quando você viu uma mensagem, pode modificar suas configurações (settings, em inglês) na seção “conta” (account).
Em seguida, escolha “privacidade” (privacy) e selecione a opção “visto pela última vez” (last seen) e escolha entre as seguintes opções: “todos”, “meus contatos” e “ninguém”.
Mas é preciso saber duas coisas. A primeira é que, se você não permitir que as outras pessoas saibam quando você viu um chat específico, você também não poderá saber quando seus contatos o fizeram.
A segunda coisa a ser feita é considerar que “visto pela última vez” é diferente de estar conectado (online, em inglês) naquele momento. Estar conectado não quer dizer necessariamente que a pessoa viu as mensagens que você enviou.
Nessa seção, você também pode impedir que todas as pessoas possam ver a foto de seu perfil e suas atualizações de status.
E, se alguém o está incomodando, é nessa seção que você pode bloqueá-lo.
2. Mais uma maneira de restringir a curiosidade alheia
Também relacionado à privacidade está a possibilidade de não receber as notificações das mensagens que chegam quando isso acontece.
Mesmo se o celular estiver bloqueado, com essa função de WhatsApp qualquer pessoa que possa ver a tela do celular pode ler as primeiras palavras da mensagem que acaba de chegar.
Se você não gosta disso, é possível desativar a função. Mas de que forma?
Vá a “configurações”, selecione “notificações” (notifications) e desative a função que mostra o início da mensagem (show preview, em inglês).
Quando tiver feito isso, você só poderá ver a notificação de que uma pessoa específica enviou uma mensagem, mas não o que ela diz.
3. Para otimizar a capacidade de armazenamento do telefone
Amy-Mae Elliot também fala de outra das configurações predeterminadas do WhatsApp que guarda de maneira automática e, sem que você não faça absolutamente nada, todas as imagens e os vídeos que você recebe pelo aplicativo na seção de fotos do seu celular.
Isso ocupa uma grande quantidade de memória no celular. Para liberar espaço de armazenamento, você pode modificar essa função.
Para fazer isso, é preciso entrar no menu de configurações e selecionar as “ajustes de conversa” (chat settings).
Quando chegar lá, é só “desligar” o botão que permite que o programa guarde os arquivos que você recebe (save incoming media).
4. Proteção
O WhatsApp oferece a possibilidade de guardar automaticamente todas as suas conversas. Então você pode ficar despreocupado caso ocorra um acidente e elas sejam apagadas do aplicativo.
Novamente, nas configurações, vá nos ajustes de conversa e escolha o “backup de conversas” (chat backup).
Em seguida, escolha “auto backup”, que permite armazenar todas as conversas na nuvem.
Você também pode escolher a frequência com a qual isso deve acontecer. Pode ser diária, semanal ou mensal.
5. Onde você está? Não consigo encontrá-lo!
Se você combinou com algum amigo para encontrá-lo em alguma parte da cidade, mas, ao chegar lá, não consegue vê-lo, o aplicativo também pode ajudá-lo a solucionar o problema.
Elliot recomenda o uso dessa alternativa. A única coisa necessária é a autorização do usuário para que o programa acesse a informação específica sobre a sua localização.
Uma vez que você fizer isso, o aplicativo envia à pessoa que você escolher um mapa com o endereço exato em que você está nesse momento.
A depender do celular que você use, os passos para conseguir isso são levemente diferentes. Por exemplo, no caso de um Android, é preciso apertar o botão de “anexo” (attachment) e, em seguida, “enviar localização”.
Mas, se se trata de um iPhone, é preciso selecionar a pequena seta para cima que aparece ao lado direito da caixa onde se escreve a mensagem. Ali você encontrará a opção de “compartilhar localização” (share location).
Você pode enviar um mapa com o ponto em que está ou pode selecionar alguma das múltiplas opções que o Google Maps oferece.
Por fim, se você quer saber quantas mensagens mandou e quantas recebeu, também pode conferir isso nas configurações na seção “conta”, selecionando a opção “uso da rede” (network usage).
24/03/2015
Por Danilo Evaristo em
NotasCinco dias após a demissão do ministro da Educação, Cid Gomes, a presidente Dilma Rousseff nesta segunda-feira (23) empenho na defesa do lema de seu segundo mandato: Brasil, Pátria Educadora. De acordo com a ministra da Agricultura, Kátia Abreu, Dilma orientou para que seja dada ênfase total à educação em todas as pastas.
“Todos os ministérios devem estar focados nessa questão e colaborar com o Ministério da Educação para fazermos valer nosso slogan, para que as pessoas possam sentir a diferença. Não é apenas um slogan, é a uma vontade decisiva da presidente de implantar a Pátria Educadora”, disse a ministra. Após polêmicas com o Congresso Nacional, Cid Gomes pediu demissão na última quarta-feira (18). O secretário-executivo do MEC, Luiz Cláudio Costa, assumiu interinamente e não há previsão para indicação do novo ministro. No encontro desta segunda-feira, que reuniu pelo menos dez ministros e auxiliares da presidente, além do vice-presidente Michel Temer, Dilma pediu redução da burocracia nos ministérios.
24/03/2015
Por Danilo Evaristo em
Notas
Veja.com – Em meio ao maior escândalo de corrupção de sua história, a Petrobras contratou como consultor da sua presidência um desembargador aposentado investigado pelo Conselho Nacional de Justiça. Desde 2013, o CNJ apura por que Armando Sérgio Prado de Toledo atrasou por mais de três anos o julgamento de um processo criminal contra o deputado estadual Barros Munhoz (PSDB), ex-presidente da Assembleia Legislativa e ex-prefeito de Itapira, no interior de São Paulo. Todos os outros dezessete dembargadores já haviam votado contra o político, mas como Toledo não deu seu voto, todos os crimes prescreveram.
Sob a ameaça de ser punido pelo CNJ, o desembargador decidiu aposentar-se no dia 13 de março. Três dias depois, foi contratado pela Petrobras, que justificou a decisão com base no seu “histórico profissional e acadêmico na área jurídica”. Na sexta-feira da semana passada, Toledo esteve em seu antigo local de trabalho, o Tribunal de Justiça de São Paulo, e distribuiu o cartão com seu nome, e-mail, telefone e o endereço do escritório da estatal em Brasília. A contratação chamou a atenção de ex-colegas, que sabiam do “histórico profissional” do desembargador. A investigação do CNJ continua em andamento.
24/03/2015
Por Danilo Evaristo em
NotasO juiz federal Sérgio Moro aceitou nesta segunda-feira (23) denúncia contra 27 investigados na Operação Lava Jato, entre eles o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto. A ação penal inclui o ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque e o ex-gerente da estatal Pedro Barusco, além de outros investigados na décima fase da operação, deflagrada semana passada.
A partir de agora, os envolvidos serão chamados a prestar depoimento, poderão apresentar defesa e indicar testemunhas. Entre os acusados que também se tornaram réus estão o doleiro Alberto Youssef, o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa e executivos de empreiteiras, já investigados em outras fases da Operação Lava Jato. Todos são acusados dos crimes de lavagem de dinheiro, corrupção e formação de quadrilha.
Na denúncia, os procuradores apontam novos desvios de recursos em contratos com a Petrobras. Desta vez, as obras investigadas foram a Refinaria Getúlio Vargas, em Araucária, no Paraná, e a Refinaria de Paulínia, em São Paulo. Para os procuradores, João Vaccari Neto participou de reuniões com Renato Duque, nas quais eram acertados os valores que seriam transferidos ao PT por meio de doações legais. Segundo o MPF, foram feitas 24 doações de R$ 4,26 milhões.
Ao abrir a ação penal, Moro informou que “há prova documental do repasse de parte da propina em doações eleitorais registradas ao Partido dos Trabalhadores, o que teria sido feito por solicitação de Duque e de Vaccari”. Segundo Moro, a comprovação de doações legais não encobre a origem ilícita de recursos. “A realização de doações eleitorais, ainda que registradas, com recursos provenientes de crime, configura, em tese, crime de lavagem de dinheiro. Além disso, se, como afirma o MPF, as doações foram acertadas como parte da propina dirigida à Diretoria de Serviços, há igualmente participação de João Vaccari no crime de corrupção passiva”, ressaltou o juiz.
* Agência Brasil

O presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira de Souza (PMDB), recebeu nesta segunda-feira (23) o Arcebispo Metropolitano de Natal, Dom Jaime Vieira Rocha. Durante a visita de cortesia foram abordados assuntos relacionados à Campanha da Fraternidade, que será tema de sessão solene a ser realizada pela Assembleia na próxima quarta-feira (25). “A iniciativa do deputado Hermano Morais (PMDB) em propor a sessão solene reforça o apoio da Casa às ações realizadas pela Igreja Católica. Assim como o legislativo, a Igreja também tem como missão lutar pela justiça social”, disse Ezequiel Ferreira.
Este ano, a Campanha da Fraternidade tem como tema “Igreja e Sociedade” e como lema “Eu vim para servir”. Para Dom Jaime, a parceria entre a Assembleia e a Igreja Católica é de fundamental importância para o êxito da campanha. “Nada mais adequado que a Casa do Povo para repercutir os anseios da sociedade”, afirmou o Arcebispo. Durante o encontro, foram discutidos ainda temas como a seca, a crise no setor salineiro e assuntos relacionados aos aeroportos de Parnamirim e São Gonçalo. Estiveram presentes na reunião o deputado José Dias (PSD), Hermano Morais (PMDB) e o Padre Edilson Soares Nobre, Vigário Geral da Arquidiocese de Natal.
Já começaram as obras de recuperação das 14 unidades prisionais que foram avariadas pelos motins dos presos entre os dias 11 e 18 de março. Hoje, 23, pela manhã já foram iniciadas obras em Alcaçuz e à tarde começarão em Parnamirim e CDP de Potengi. As informações foram dadas pelo secretário de Estado da Infraestrutura (SIN), Jáder Torres, durante coletiva de imprensa no Ciosp, na Escola de Governo.
Na ocasião, a titular da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (Sesed) e interina da Sejuc, Kalina Leite, enalteceu o trabalho técnico do Gabinete de Gestão Integrada (GGI) e o empenho das forças policiais do Estado e da Força Nacional. Em nota, a Sesed divulgou um balanço das ações realizadas no sistema prisional, além de cinco atentados contra ônibus, duas delegacias e uma viatura policial, destacando as intervenções na quarta e na quinta-feira passadas feitas pela Polícia Militar e Civil e Força Nacional.
No primeiro dia, respectivamente no Ceduc de Caicó, Cadeia Pública de Nova Cruz, Presídio Rogério Madruga e, na quinta, em Alcaçuz, cujas intervenções resultaram no fim dos motins, identificação dos líderes e dos infratores que queimaram ônibus; apreensão de armas e drogas, além de veículos recuperados. Após debelados os motins, já no sábado passado, 21, foram transferidos os 16 detentos identificados como os líderes. “Os riscos do confronto foram reais e poderiam ter resultado num massacre de graves proporções. Felizmente o uso da força utilizada, as decisões acertadas, as estratégias implementadas e a intervenção técnica na hora certa, resultaram na preservação da vida, o que sempre foi o objetivo principal”, diz Kalina Leite, através da nota.
23/03/2015
Por Danilo Evaristo em
Notas
Reprodução/Facebook
Portal Correio – Um jovem de 28 anos de João Pessoa ingressou na justiça paraibana na semana passada contra a banda Aviões do Forró, A3 entretenimento (que administra a atração) e o cantor do grupo musical, José Alexandre Filho, chamado de ‘Xandy’. A ação por injúria tramita na 4ª Vara Cível da Capital e o autor pede uma indenização de R$ 150 mil.
Ao Portal Correio, o advogado de defesa, Robson Espínola, disse que o cliente dele está sendo vítima de uma difamação pública por parte do cantor e da banda cearense, há alguns meses. Ainda segundo o advogado, as frases teriam sido faladas nos shows da banda na Paraíba e em algumas cidades no Nordeste.
“O jovem sempre frequenta os shows da banda no Nordeste e é conhecido no meio artístico. O cantor Xandy – quando avista o rapaz – fala com ele com os termos: “Alô (***), como está o chifre..”; “(***), estou vendo as antenas aqui de cima… (sic)….Temos áudios e vídeos que comprovam as menções do artista durante as músicas”, falou o advogado.
Conforme consta na ação, o rapaz tem sido vítima constantes de difamação devido o áudio ter se espalhado. O jovem pede que a justiça desautorize a banda falar nos nomes dele nos shows e o pagamento de R$ 150 mil pela difamação sofrida. “Ainda corre no Juizado Especial Criminal de João Pessoa uma queixa-crime contra o cantor Xandy”, avisou Robson Espínola. A assessoria de imprensa da banda disse que ainda não foi notificada oficial sobre a ação, mas que informou que vai comunicar o caso ao departamento jurídico da empresa A3 entretenimento. Uma nota deverá ser divulgada sobre o posicionamento da atração musical.