Através do manifesto, o grupo afirma que “em consonância com os sentimentos da maioria do povo brasileiro, especialmente das nossas irmãs mulheres, reprovamos, repugnamos e nos opomos veementemente ao projeto de lei 1904/2024 que ora tramita no Congresso Nacional e que ficou popularmente conhecido como PL dos Estupradores”.
Na sequência, os religiosos pontuam que não são favoráveis ao aborto, mas sim em contra a substituição de políticas públicas por leis punitivas às vítimas de estupro e abuso, “imputando-lhes um crime seguido de pena maior do que o dos estupradores”.
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