“Então, como forma de impulsionar a tradição do leilão, há 30 anos, de súbito, uma das participantes do grupo de amigos teve a ideia de colocar como prenda para o leilão um picolé caseiro, com o compromisso que a turma arrematasse o picolé de modo a cobrir o maior valor ofertado. Assim, aconteceu, revigorando-se a batalha entre os arrematadores para conquistar a prenda inusitada”, contou.
“É quando, a partir desse episódio, surge o Leilão do Picolé”.
‘A mesma turma’
A festa do leilão mudou do domingo para uma das noites do novenário da festa, mas a turma que iniciou o Leilão do Picolé anos atrás continua com a tradição às 12h do domingo.
“Aquela mesma turma, com adesão de novos participantes ao longo desses 30 anos, deu continuidade ao Leilão do Picolé, sempre aos domingos, após a missa solene da festa, agora em frente à igreja de São José e tendo o pároco como apregoador”, conta Alcio.
Alcio conta que o grupo de amigos mantém a tradição “firmando o compromisso de arrematar a prenda ao cobrir o último valor ofertado, rateando o valor do picolé entre os membros do grupo”.
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