10/12/2018
Por Danilo Evaristo em Notas

Saúde: Conheça o projeto São Gonçalo Sem Calazar

A prefeitura de São Gonçalo do Amarante, através do projeto São Gonçalo Sem Calazar, designou uma equipe para realização de visitas aos imóveis que possuem animais domésticos não mais diversos bairros e comunidades da cidade.

Leishmaniose visceral, também conhecida como calazar canino, é uma doença transmitida através da picada de insetos contaminados com um protozoário do gênero Leishmania. 

A enfermidade pode acometer cães de qualquer raça, sexo e idade. Podendo também contaminar humanos, a patologia pode ser letal principalmente para crianças desnutridas e indivíduos cujo sistema imunológico está enfraquecido. A transmissão para os humanos não acontece pelo contato com o animal e sim pela picada de um inseto que picou um cão infectado.

O controle de zoonoses acontece em diversos bairros do município, priorizando áreas de risco. Vale ressaltar que o projeto atende especificamente comunidades menores para conseguir atender a todos os moradores. Para realizar o diagnóstico, a equipe realiza visitas nas residências. Através de testes, os profissionais confirmam ou refutam a eventual presença da doença.

Sintomas da doença:

Problemas de pele e no pelo: dermatite seborreica, feridas na ponta das orelhas e na ponta do focinho, falta de pelo ao redor dos olhos

Emagrecimento

Sangramento nasal ou oral

Apatia

Problemas nos olhos

Crescimento exagerado das unhas

Febre

Possível crescimento do abdômen por causa do aumento de órgãos, como o baço e o fígado

Problemas renais

Obs: Vale ressaltar que mais da metade dos cães não apresentam nenhum desses sintomas. O teste é fundamental para esses casos.

Como prevenir:

Algumas medidas podem ser adotadas para a prevenção do calazar. Entre elas estão; manter a vacina do animal em dia, uso de coleiras especiais para essa doença e uso de repelentes.

Os insetos transmissores costumam se reproduzir em locais com grande quantidade de matéria orgânica em decomposição, como depósitos de lixo e lixeiras abertas. Uma maneira fácil de controlar a proliferação do transmissor é não acumular lixo e manter o ambiente em que o cão vive sempre limpo.

Contato do setor responsável:

84 9 81529740


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