“O objetivo é ajudar quem tem dificuldades”, diz ele, sorrindo. A facilidade com as palavras, a criatividade e o amor pela escrita chamam a atenção em Ryan.
O próprio menino conta que desde pequeno, com 2 ou 3 anos, já falava muito. As frases eram longas e “tudo certinho”, diz ele. Segundo Ryan, isso foi assustando os pais, que logo perceberam o interesse da criança pelos livros e as letras.
Em menos de um ano, as frases bem formadas da criança de conhecimentos precoces começaram a ser transferidas para o papel. Foi aí que Ryan diz ter descoberto o “poder transformador da escrita e da leitura”.
O próprio menino conta que desde pequeno, com 2 ou 3 anos, já falava muito. As frases eram longas e “tudo certinho”, diz ele. Segundo Ryan, isso foi assustando os pais, que logo perceberam o interesse da criança pelos livros e as letras.
Em menos de um ano, as frases bem formadas da criança de conhecimentos precoces começaram a ser transferidas para o papel. Foi aí que Ryan diz ter descoberto o “poder transformador da escrita e da leitura”.
Ele frequenta aulas regulares pela manhã, em uma escola particular – em Ceilândia – e à tarde, uma vez na semana, é acompanhado na sala de recursos de altas habilidades/superdotação da secretaria.
Para o pai, Márcio Maia, o desempenho do menino é motivo de alegria, mas tem sido acompanhado “com os pés no chão”. Ele descreve Ryan como uma criança que tem um tipo de brincadeira diferente: ler, escrever, inventar histórias”.
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