06/08/2018
Por Danilo Evaristo em
NotasPrograma do TJRN auxilia na geração de trabalho, renda e perspectivas para catadores e suas famílias

A inciativa do TJRN de descarte de processos antigos visa não só a preservação ambiental, mas também serve de incentivo ao trabalho das 78 famílias que fazem parte da cooperativa Coocamar. O presidente da cooperativa, Severino Júnior, destaca a importância do convênio para a geração de renda das famílias, contribuindo para a geração de trabalho, resultado econômico e perspectivas, sem esquecer a legislação vigente nas três esferas.
“É importante o ambiental e o econômico, que é fonte de renda para os catadores. Com o cumprimento de algumas legislações federais, estaduais e municipais, decretos que implementam a coleta seletiva nos órgãos e autarquias, isso é importante porque é uma forma de gerar mais renda para o catador, de trazer mais material reciclável, essa relação com os órgãos públicos, principalmente com o Tribunal de Justiça, é de extrema importância pelos dois vieses, tanto o ambiental quanto o social”, explica Severino.
O papel será descaracterizado, triturado, prensado e encaminhado direto para uma indústria de reciclagem em Pernambuco, já que o Rio Grande do Norte não dispõe de nenhuma fábrica de reciclagem de papel. “O papel da cooperativa é extremamente importante porque ela é a beneficiaria no fim de todo o processo. Há muito tempo atrás os documentos eram queimados, isso degradava a natureza, não voltava pro meio ambiente”, ressalta o dirigente da cooperativa.
“E imaginar que todo esse papel vai voltar a ser papel de novo é uma grande alegria, para cooperativa é alegria em dobro, porque além da questão ambiental, isso vai virar renda para as 78 famílias de catadores que fazem parte da coleta seletiva aqui na Coocamar”, completa o presidente da cooperativa.
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