29/11/2015
Por Danilo Evaristo em Política

RN: AL discutiu o consumo consciente de água no estado

A Assembleia Legislativa discutiu, na tarde da última sexta-feira (27), o consumo consciente de água e também as políticas públicas de resíduos sólidos. Contando com a participação de representantes do Judiciário, órgãos ambientais, Ministério Público, secretarias de Meio Ambiente e da sociedade civil organizada, o encontro proposto pelo deputado Souza Neto (PHS) serviu para alertar da necessidade de conscientização sobre o tema e propor medidas que incentivem a população a contribuir com a melhoria do Meio Ambiente. Durante a discussão, profissionais que atuam como catadores e gestores falaram sobre a situação de aterros e lixões pelo interior do estado.

O foco principal foi a necessidade de um ordenamento para o trabalho dessas pessoas e também o respeito às normas para utilização dos depósitos de lixo, fazendo com que a destinação dos resíduos seja correta e não haja riscos para os catadores. “Procuramos o envolvimento da sociedade, das instituições de estado e os mais variados segmentos, num trabalho de conscientização e ação integrada, quanto ao consumo consciente (de água) e as políticas públicas de resíduos sólidos”, disse Souza Neto, citando como exemplo o trabalho desenvolvido no município de Areia Branca durante sua gestão como prefeito.

No debate, algumas das principais sugestões dos participantes foram referentes à economia de energia elétrica, reciclagem de embalagens, coleta seletiva, plantio de árvores e, principalmente, economia de água. No período de escassez, o deputado Souza Neto apelou para que o Governo do Estado atue de forma a incentivar a população a poupar os recursos hídricos. Para isso, o parlamentar lembrou de uma proposta de sua autoria que chegou a tramitar na Casa. Neste ano, em sua primeira legislatura como deputado estadual, Souza Neto propôs que o Governo do Estado, através da Caern, concedesse abatimento no valor da conta de água das pessoas que reduzissem o consumo em comparação ao ano passado. O projeto, no entanto, sequer foi a plenário porque foi considerada inconstitucional na Comissão de Constituição e Justiça. Por isso, Souza sugeriu que o próprio Executivo fosse o autor da iniciativa.


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