25/12/2014
Por Danilo Evaristo em
Notas“Já bebi e dirigi, e cortei sinal vermelho”, diz Styvenson

Jornal de Hoje – Em um ano no qual a insegurança esteve de forma constante na vida dos potiguares, o bom trabalho de um policial militar foi unanimidade, pelo menos para aqueles que não têm o costume de beber e dirigir. O tenente Styvenson Valentim, do Comando de Policiamento Rodoviário Estadual (CPRE), responsável pelas blitzen da Lei Seca no Estado, conquistou admiradores e “inimigos” durante 2014, principalmente pela “linha dura” e o fato de não se intimidar diante de ninguém. Em entrevista concedida para o Jornal de Hoje, o tenente comentou sobre o ano de 2014, as mudanças na vida dele e também prometeu um 2015 com mais intensidade.
Juízes, policiais militares, federais e até mesmo militares das Forças Armadas. Ninguém escapou das abordagens de Styvenson em 2014. A repercussão trouxe a “fama”. Diversas entrevistas em rádios, jornais e TVs de todo o Rio Grande do Norte, inclusive do Brasil, já que o tenente participou de um programa na TV Globo. “Tinha muito aquela questão, de que eu estava prendendo todo tipo de pessoa. Para mim ali (na blitz) todos são iguais. Não importa quem seja ou o cargo que ocupa. Quem estiver cometendo algum crime, vai ter que pagar por aquilo”.
A fama trouxe algumas mudanças na vida do tenente. Principalmente na maneira de se comportar fora do serviço. Eu deixei de beber. Nada de álcool, nem em casa. Eu já bebi para depois dirigir. Já ‘rapariguei’. Eu apenas não usei drogas, não roubei. Agora, cortar sinal e outras coisas, já fiz. O pessoal pensa que eu sou alienígena. Eu sou da terra”.
Apesar das inúmeras prisões e de CNHs apreendidas, o tenente Styvenson frisou que não está satisfeito com o trabalho que vem realizando. “Hoje faço 10% do trabalho que eu poderia fazer. Faltam os meios para melhorar. Não tenho viatura, não tenho guincho. Quero trabalhar e não me disponibilizam nada. A única coisa que o Governo faz é isso (o tenente apertou a mão do repórter). E falam muito bem. Bom trabalho”, disse Styvenson, que revelou que “detesta” trabalhar no trânsito.
Confira a entrevista completa CLICANDO AQUI.
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