18/07/2015
Por Danilo Evaristo em Economia, Rio Grande do Norte

Setor de panificação cresce 8% no Rio Grande do Norte

Portal Sebrae – O segmento da panificação registrou um aumento médio de 8% nos últimos dois anos, movimentando mais de R$ 1,1 bilhão no Rio Grande do Norte do Norte. Apesar do avanço, ainda há espaço para crescimento com a diversificação dos produtos e, principalmente, melhorias da qualidade do pão comercializado. De acordo com o Instituto Tecnológico da Panificação e Confeitaria (ITPC), após visitas em panificadoras de Natal e região metropolitana, foi identificado que o tipo de pão francês produzido necessita de melhorias em aspectos, como cor, crocância, aspecto textura, aroma e sabor. De acordo com o vice-presidente do ITPC, Emerson Amaral, é possível aperfeiçoar a qualidade do produto para atrair mais clientes. A escolha de ingredientes de qualidade por parte de padeiros e demais profissionais antes da preparação do pãozinho é um dos requisitos primordiais. “Exigência na escolha dos produtos que vão ser utilizados e atenção na hora de fabricá-los é primordial”, explica Emerson Amaral. O executivo do ITPC veio ao Rio Grande do Norte, a convite do Sebrae, para apresentar o resultado da pesquisa feita sobre a qualidade do pão na Grande Natal.

A pesquisa foi realizada entre os dias 8 e 12 de junho passado e teve a parceria do Sebrae Nacional. Para a realização da pesquisa, tomou-se como base as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), que determina diretrizes para avaliação da qualidade e classificação dos pães franceses. Com a norma indicando o estado final desejado do produto, a análise saiu da percepção subjetiva, que impera no setor, e contou com 13 critérios objetivos para definir o que é um pão de qualidade. Entre os quesitos estão cor da crosta, pestana, crocância, aspecto, integridade, simetria, aspecto da crosta, cor, textura, estrutura de células, aroma, sabor, resiliência. Tudo foi feito de forma sigilosa. Seguindo as diretrizes apresentadas na norma, as padarias e confeitarias podem aperfeiçoar a qualidade do pão tipo francês que produzem e ainda reduzir perdas e desperdícios no processo.


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