21/11/2025
Por Danilo Evaristo em Notas

UFRN celebra 67 anos com relatos que resgatam memórias da comunidade acadêmica

Belita Lira de CCHLA/UFRN

A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) celebra 67 anos, destacando as memórias e histórias de vida que compõem sua trajetória. Entre os depoimentos que integram essa comemoração está o da professora emérita Ângela Paiva Cruz, ex-reitora e atual assessora especial da Reitoria.

Em seu relato, ela afirma que, para ela, “era um sonho distante, quase impossível: uma mulher, filha de agricultores, vinda de Martins, uma pequena cidade do interior do Rio Grande do Norte, ocupar o mais alto cargo administrativo da maior universidade do estado”, conclui.

A fala integra o projeto de extensão Retratos da UFRN: 67 anos construindo histórias, iniciativa que reforça a Universidade como um espaço formado pelas pessoas que a constroem diariamente — alunos, professores, técnicos e terceirizados. A proposta é registrar, por meio de retratos e relatos breves, como cada integrante da comunidade relaciona sua trajetória pessoal à UFRN.

A partir desta quarta-feira, parte desses registros começa a ser compartilhada no feed institucional, ampliando o alcance das narrativas que compõem a história da instituição.

O projeto, realizado pelo Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA/UFRN), Departamento de Comunicação Social (Decom/UFRN) e pela Superintendência de Comunicação (Comunica/UFRN), conta com a colaboração de todos os participantes que autorizaram o uso de imagens e vozes. As fotografias são assinadas por Rierson Marcos, graduando de Comunicação Social com habilitação em Publicidade e Propaganda pela UFRN.

O autor das fotos relata o surgimento da proposta: “A ideia do projeto surgiu em uma reunião de pauta com minha chefe, Sandra Mara, do meu antigo estágio, que era no Comunica da UFRN. E a gente queria fazer algum conteúdo para as redes sociais da UFRN, em comemoração aos 67 anos da Universidade, que é celebrado esse ano de 2025. E, então, eu trouxe a ideia da gente celebrar esses 67 anos através das histórias dos membros da Universidade.”

Segundo Rierson, o objetivo é documentar vivências que evidenciam a diversidade humana da UFRN. “A gente faz retratos da comunidade acadêmica, de professores, de servidores, dos alunos, e pegamos pequenos relatos de memória”. Ele afirma que essa é uma forma de toda a comunidade se reconhecer nas histórias daqueles pessoas.

Rierson destaca a recepção positiva da proposta e a relevância do registro para a instituição: “Ele tem uma importância muito grande. Quando a gente documenta esses relatos de memória e esses rostos, que, de alguma forma, representam a Universidade, a gente tá eternizando esses momentos.”

Para o estudante, a experiência amplia o sentimento de pertencimento e revela o impacto da instituição: “A UFRN, ela é um grande instrumento de transformação social, cultural, intelectual e humana na vida da gente.” Ele define o processo como marcante em sua formação: “Para mim, como aluno, como fotógrafo, como comunicador e como artista também, tem sido uma das experiências mais enriquecedoras da minha vida e da minha passagem pela Universidade”, afirma.


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