O número de mortes este ano subiu para 11, e mais de 93 mil casos ainda são investigados. Usar repelente e evitar criadouros do mosquito ajudam contra o transmissor da doença.
Já é comum ver o carro do fumacê pelas ruas. Essa é uma das etapas de combate ao Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, que começa a se reproduzir durante a estação chuvosa e de calor intenso.
Só esse ano, em todo o país, já foram registrados mais de 93 mil casos prováveis da doença. Das onze mortes confirmadas, 7 foram em São Paulo e 104 óbitos são investigados.
Na hora de comprar o repelente é fundamental verificar o tempo de duração da proteção. O uso de roupas com mangas compridas e calcas também ajuda a evitar a picada do mosquito. E, claro, nunca deixar a água parada dentro e fora de casa.
Quem pertence a grupos de risco como bebês, idosos e pessoas com comorbidades precisam ainda mais de cuidados. Os principais sintomas são febre alta, diarreia, manchas no corpo, vômito intenso e dores de cabeça e nas articulações.
“Não há tratamento específico para o vírus da dengue, o tratamento é à base de hidratação, e claro, sempre a mensagem de evitar a automedicação porque muitos medicamentos para dor e febre são contraindicados para a dengue”, disse o infectologista Maurco Aurélio Safadi ao Jornal da Band.

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