18/02/2015
Por Danilo Evaristo em
NotasO jornal Correio da Paraíba destaca que a diminuição nos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e a seca no Estado estão agravando a situação financeira de 80% dos municípios paraibanos. A revelação é do presidente da Federação das Associações de Municípios da Paraíba (Famup), Tota Guedes. Segundo ele, as dificuldades se agravaram ainda mais no início deste ano com um novo aumento do salário mínimo e do piso do magistério.
“Os municípios estão em bastante dificuldade por falta de recursos. Um dos agravantes é a seca que é uma das piores dos últimos 40 anos e o outro é o baixo repasse do FPM. Posso dizer que 80% dos municípios paraibanos estão em extrema dificuldade financeira sem poder cumprir com muitos dos seus compromissos”, revelou o presidente da Famup. Tota Guedes disse ainda que as prefeituras paraibanas estão longe do equilíbrio financeiro. “A situação é muito preocupante. Para se ter uma ideia existia em dezembro uma previsão de receita de FPM em mais 38% e não aconteceu. O que foi confirmado foi de apenas mais 16%. É muito preocupante porque se percebe que o País não está crescendo e a receita não aumenta”.
18/02/2015
Por Danilo Evaristo em
Notas
Foto por: Veja
MS Notícias – Um relatório de auditoria da Secretaria de Controle Interno da Presidência de 2013 mostrou que, entre 2008 e 2012, a Secretaria de Comunicação Social da Presidência gastou R$ 364,6 mil com anúncios em jornais inexistentes pertencentes a Grupo Laujar de Comunicação S/A, de São Bernardo do Campo. Conforme relatório, eram entregues como prova, quatro páginas cada jornal que continham notícias repetidas. Além disso, as informações e as imagens eram apenas cópias de reportagens de outros portais de notícias sem atribuição de crédito, o que segundo especialistas configura “índícios de fraude”.
De acordo com a Folha, os periódicos tinham um anúncio da Unimed com números de telefone genéricos, outro do Governo e um terceiro sem identificação. Os auditores encontraram no endereço indicado como sede do grupo Laujar um sobrado residencial, e segundo vizinhos nunca funcionou ali nenhuma atividade logada à comunicação. Das 35 bancas visitadas e das 21 contatadas pelos fiscais, apenas uma, indicada pelo dono do grupo Laujar, conhecia um dos jornais citados, o Jornal do ABC Paulista.
O relatório concluiu que os periódicos entregues como prova à Secretaria de Comunicação Social eram falsos e que a declaração em cartório sobre a tiragem das publicações era inverídica. A Secom afirmou em nota que aguarda resultado de investigações da Polícia Federal, e que os anúncios nesses supostos veículos foram cancelados. Segundo Folha, a primeira denúncia publicada pelo diário foi em 2012 e apontava que já em 2011, o governo federal havia gasto R$ 135,6 mil para anunciar nesses jornais. Em 2014, a Folha mostrou que entre 2004 e 2012, estatais federais pagaram R$ 1,3 milhão à empresa.

Imagem da tarde de ontem – Foto: Facebook Tania Alves
Pancadas de chuva à tarde e à noite. Essa é previsão do Clima Tempo para esta quarta-feira em Jucurutu.

A chuva caída na tarde de ontem em Jucurutu em números destaque-se 10 milímetros no bairro Santa Isabel e 17 no Centro da cidade.
Já na zona rural, a precipitação teve registro de 47 milímetros na Chã da Caponga – Serra de João do Vale.
A foto em destaque de uma árvore arrancada “pela raiz” com a força dos ventos foi registrada por Vivânia Araújo moradora da Pedra do Navio, que hoje já faz parte da área urbana de Jucurutu.
O Blog PM Jucurutu informa que no período carnavalesco deste ano em Jucurutu, a Polícia Militar manteve-se em alerta, dia e noite, patrulhando as ruas da cidade, no intuito de manter a segurança daqueles que optaram por continuar em seus blocos ou mesmo ficaram em suas casas. O resultado foi um período carnavalesco de tranquilidade considerável. A Polícia Militar registrou apenas algumas poucas ocorrências, que são comuns no dia a dia.

Apresentado na tarde de sexta-feira, Vagner Love recebeu muito sorridente a camisa do Corinthians das mãos do dirigente Edu Gaspar. Dez anos após o quase acerto de 2015, o atacante se mostrou bastante satisfeito por finalmente vestir preto e branco e, mesmo nunca tendo negado ser flamenguista de infância, colocou a Fiel no mais alto patamar das torcidas brasileiras.
“Para mim, é a melhor do Brasil hoje. Indiscutível. Eles incentivam, dão apoio. Se não ganhou o jogo, dependendo de como foi, estão no direito de vaiar. Mas, quando uma torcida incentiva do início ao fim, dificilmente o atleta vai deixar de lutar, de correr, porque são pais de família como a gente ali. O cara deixar de comprar o leite do filho para assistir ao jogo do Corinthians. O mínimo é retribuir”, afirmou o carioca.
Mesmo quando o time não ganha, apontou o atacante, os torcedores se colocam ao lado dos jogadores, desde que se sintam representados em campo. O exemplo claro para ele foi a eliminação alvinegra diante do Flamengo na Copa Libertadores de 2010. Love fez o gol que eliminou o Corinthians e se arrepiou com o Pacaembu cantando o hino do clube ao apito final.
* Fonte: Gazeta Esportiva

Foto: Damião Oliveira
A terça-feira (17) foi diferente em Jucurutu…
Após um dia de muito calor o fim da tarde chegou com uma boa surpresa e registrou-se a primeira chuva forte do novo ano na cidade. A precipitação banhou toda zona urbana e foi motivo de muita festa nas redes sociais acompanhado de muitas fotos. Em alguns locais, a chuva causou medo, pois veio seguida de fortes ventos, arrancando árvores e levando telhados. Também houve registro de precipitações na zona rural.

Foto: Adailson Carlos – Blog Repórteres em Ação
A bruxa está solta no carnaval no Seridó. Ontem aconteceu um grave acidente em São Vicente deixando pelo menos três pessoas feridas, hoje um caminhão pipa quase provocou uma tragédia no posto de combustíveis Loura Gás, na Av. Sílvio Bezerra de Melo (próximo ao Caça e Pesca), em Currais Novos.
O fato ocorreu quando o condutor do caminhão parou no posto para abastecer, voltando ao volante tentou dar a partida sem sucesso. O mesmo desceu novamente e foi verificar o que estava acontecendo, foi quando o freio de mão se soltou e o veículo desceu desgovernado atropelando o motorista e só parando ao se chocar com as bombas de combustíveis.
O motorista, que não teve culpa no incidente, foi identificado como Francisco Xavier Gomes Neto (residente na Rua Cândido Mendes). Neto foi atendido pela equipe do SAMU e foi encaminhado para o Hospital Regional. O acidente aconteceu por volta das 10:30 da manhã de hoje (16).
* Com informações do Blog Jean Souza
16/02/2015
Por Danilo Evaristo em
Notas
Arte/UOL
UOL – Normalmente, durante o Carnaval, os trabalhadores começam a folgar no sábado e retornam ao trabalho somente na quarta-feira de cinzas após o meio-dia. Mas, diferentemente do que muitos imaginam a data não é feriado nacional. “Se a empresa não concede esses dias de folga ou se não houver acordo escrito ou banco de horas para compensação, os empregados são, por contrato, obrigados a trabalhar”, diz o advogado especialista em direito do trabalho Wagner Luiz Verquietini.
Ele diz que somente são considerados feriados no Brasil os definidos pela legislação e cita, como exemplo, que o Estado do Rio de Janeiro e a cidade de Salvador (BA) possuem leis que consideram a terça-feira de Carnaval como feriado. De acordo com Verquietini, a interrupção da prestação dos serviços durante o Carnaval é meramente costumeira e depende de acordo e aval do empregador. Caso o funcionário falte injustificadamente, perderá os dias de serviço, bem como o descanso semanal remunerado e ainda estará sujeito a penalidades disciplinares, exceto demissão por justa causa.
Quem trabalha no Carnaval não ganha hora extra
Segundo a professora de direito do trabalho Sheila Torquato Humphreys, a segunda e a terça-feira de Carnaval são considerados dias úteis não trabalhados, portanto quem trabalha nesse período não tem direito a receber horas extras. Ela cita, como exemplo, entendimento do TRT (Tribunal Regional do Trabalho) do Paraná que analisou recurso de uma empresa de telefonia quanto ao pagamento de horas extras, com adicional de 100%, a uma auxiliar que trabalhou na terça-feira de Carnaval. Na decisão, os desembargadores esclarecem que a interrupção dos serviços, nesta data, é meramente fundada nos costumes. “Trata-se de dia útil não trabalhado, e, portanto, não é devido o cômputo das horas extras e seus reflexos”.

Jornal da Paraíba – O governo federal cria programas de educação, saúde e assistência social, mas as prefeituras revelam que pagam a maioria das despesas. Com os parcos recursos, os prefeitos de pequenos municípios reclamam que não podem pagar os gastos adicionais. Diante da crise financeira, o presidente da Federação das Associações dos Municípios da Paraíba (Famup), Tota Guedes, disse que os gestores podem `devolver´ os programas, caso não ocorra o aumento de repasse pela União.
As críticas são reforçadas pelo prefeito de Boa Vista, no Cariri da Paraíba, Edvan Pereira Leite. Ele cita que o programa Merenda Escolar, do Ministério da Educação, repassa R$ 0,30 para cada aluno por dia do ensino fundamental. “Com R$ 0,30, a prefeitura só compra um pão. Logo, é preciso injetar recursos para garantir uma merenda nutritiva com no mínimo R$ 1,50. Nas creches, são fornecidas três refeições, logo o valor triplica”, comentou Edvan.
Em relação aos convênios com a saúde, Edvan questiona o financiamento do Programa Saúde na Família. Ele revela que a prefeitura recebe do governo federal pouco mais de R$ 10 mil por mês para financiar uma Unidade Básica de Saúde com um médico, um odontólogo, um enfermeiro e um auxiliar. “Para pagar os salários desses profissionais, a prefeitura gasta mais de R$ 20 mil, além da previdência social deles, manutenção do prédio, água e energia. O governo federal faz o programa, mas a conta maior é o município que paga. Além disso, houve a redução do Fundo de Participação dos Municípios e, por outro lado, o aumento do salário mínimo e o piso do professor. É muita despesa para uma prefeitura pequena”, ressalta o prefeito de Boa Vista, que também questiona o Seguro-Safra. O governo entra com R$ 850,00 em cinco parcelas, a prefeitura com R$ 37,82 e o agricultor com R$ 14,90. “Se o governo entender que safra não foi prejudicada, prefeitura e agricultor perdem o dinheiro”, lamenta.